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Sour: música para todos os dias

Clip feliz do Sour para “Hibi No Neiro” (Tone for Everyday).

Esse vídeo foi feito para ‘Hibi no Neiro’ (Tone of everyday), do primeiro EP do Sour, “Water Flavor”. As pessoas vêm de vários países e pertencem ao fã-clube da banda. Tudo foi captado por uma webcam.

Diretor: Masashi Kawamura + Hal Kirkland + Magico Nakamura + Masayoshi Nakamura

Via @kazi

CNN faz concurso universitário de jornalismo

TV set TV set

Recebi um press release de Frederico Conti, jornalista da que trabalha na divulgação da CNN, para que o 5º Concurso Universitário de Jornalismo CNN fosse divulgado neste blog. Está certo, divulgar um concurso de vídeos sobre “O uso da tecnologia no desenvolvimento social” em blogs tem muito a ver.

Reproduzo a mensagem do Frederico:

“As inscrições começaram no dia 24 de março e podem ser feitas até dia 29 de junho de 2009.O tema deste ano é “O uso da tecnologia no desenvolvimentosocial”.

A novidade de 2009 é que o estudante vai poder enviar o vídeo de até 2 minutos pelo YouTube, sendo que ele poderá produzir quantas matérias quiser.O concurso é válido somente para estudantes de jornalismo.O ganhador conhecerá os estúdios da
CNN International, além de ter sua matéria exibida pelo canal.
As inscrições podem ser feitas no site:
www.concursocnn.com.br

Acompanhe ainda as novidades no Blog:
www.concursocnn.com.br/2009/blog/

ISO para o jornalismo

camera camera

Recebi um release curioso hoje, da International Organization for Standartization, sobre padrões ISO para o jornalismo e os meios de comunicação.

A conexão peer-to-peer, ou seja, de indivíduo para indivíduo, fica mais fácil, na base do plug and play, diz um dos capítulos da revista da organização: Peer-to-peer connectivity made easy

Você pode ler todos os capítulos desta edição sobre mídia aqui: ISO Focus – April 2009

Fala-se em padrões para a arquitetura das redes, metadados, compressão digital de imagens e vídeo, pdf, enfim, coisas que tornam a vida do usuário possível em uma época em que novas tecnologias crescem como grama no jardim. Além disso, como explica o CEO Reiner Mittelbach, “padrões são importantes para a nossa indústria reduzir custos e esforços”.

Elegância da manhã, um lindo videoclip

Her Morning Elegance, de Oren Lavie. Um clip lindo, lindo. Dica do Blog do Editor.

Como fez Marcus Mark Cardoso em seu post, reproduzo a letra, igualmente bonita:

Letra da música Her Morning Elegance, de Oren Lavie:
Sun been down for days
A pretty flower in a vase
A slipper by the fireplace
A cello lying in its case

Soon she’s down the stairs
Her morning elegance she wears
The sound of water makes her dream
Awoken by a cloud of steam
She pours a daydream in a cup
A spoon of sugar sweetens up

And she fights for her life
as she puts on her coat
And she fights for her life on the train
She looks at the rain
as it pours
And she fights for her life
as she goes in a store
with a thought she has caught
by a thread
she pays for the bread
and she goes…
Nobody knows

Sun been down for days
A winter melody she plays
The thunder makes her contemplate
She hears a noise behind the gate
Perhaps a letter with a dove
Perhaps a stranger she could love

And she fights for her life
as she puts on her coat
And she fights for her life on the train
She looks at the rain
as it pours
And she fights for her life
as she goes in a store
with a thought she has caught
by a thread
she pays for the bread
and she goes…
Nobody knows

And she fights for her life
as she puts on her coat
And she fights for her life on the train
She looks at the rain
as it pours
And she fights for her life
as she goes in a store
where the people are pleasantly
strange
and counting the
change
as she goes…
Nobody knows

Roda Viva com Ivaldo Bertazzo a bordo do Twitter

Gravo um vídeo minutos antes de começar o Roda Viva com Ivaldo Bertazzo. Não resisto. Tiro também algumas fotos enquanto me preparo para conversar on-line e ao vivo com uma comunidade de “early adopters” de uma nova ferramenta de comunicação, o microblog.

Pelo Twitter, você lê o que eu escrevi e o que todos escreveram.

Atenção: se você não consegue acessar o endereço, paciência, tente novamente depois. O Twitter é “o novo Orkut” em termos de bugs, falhas (”no donuts for you”).

Realidade paralela

Ivaldo Bertazzo é um mestre, um educador, uma pessoa que sabe muito sobre ser humano. Lembro-me que ele dizia que precisamos ganhar uma estrutura antes de relaxar o corpo. Se você tentar só deitar e relaxar antes de ganhar essa estrutura, arrisca-se a virar uma poça de água, massa sem forma. Aprendi muito como sua aluna. Anos se passaram e sua clareza é cada vez mais aguçada. Ivaldo fala de uma subversão, a de transformar o corpo, dar-lhe consciência, eixo. “Cidadão dançante aprende que esse corpo que sofre continua produzindo linguagem. Quero instrumentalizá-lo para ter saúde”, disse ele no programa Roda Viva, da TV Cultura.

Essa citação eu publiquei ao vivo pelo Twitter. Fui convidada, ao lado de dois outros jornalistas e blogueiros, Helena Nacinovic e Alexandre Inagaki a cobrir e comentar o programa por essa ferramenta de microblog que para a maioria ainda é desconhecida.

Para quem não sabe, um sobrevôo rápido: é uma rede que conversa por mensagens com no máximo 140 caracteres. Elas podem ser lidas pela web, no site do serviço, pelo celular, pelo gtalk, por e-mail, você escolhe como quer usar o serviço. É possível enviar as mensagens pelo computador ou pelo celular e a conversa é ouvida por quem quiser “seguir” o autor do texto. Para ser ouvido por outra pessoa, ela precisa querer ouvir (seguir) você.

No Brasil, esse serviço, que é grátis, já começa a se espalhar, uma vez que brasileiro é louco por interação. Ivaldo Bertazzo, Ana Francisca Ponzio, Paulo Lima, entre alguns dos convidados da noite com quem conversei, não conheciam o Twitter e não sabiam direito o que íamos fazer ali. Mostraram-se curiosos e disseram já ter “ouvido falar” da ferramenta.

A TV Cultura inova ao trazer a riqueza das redes para o jornalismo. Foi uma experiência muito interessante participar como tuiteira – jornalista experiente já sou, mas ali eu tinha toda uma rede a contribuir, interagir, brincar e comentar. Percebi que uma nova camada de vivências foi acrescentada ao programa e quem só o acompanhou pela TV perdeu as informações, dúvidas e ironias dessa esfera.

Faltou encaminhar as dúvidas que chegavam via Twitter para Ivaldo Bertazzo. Pedro Markun diz que os tuiteiros são como Paulo Caruso que, com suas charges, comenta o programa e também não interage com o entrevistado. Verdade. Só que podemos ver suas aquarelas durante o programa de TV e não lemos as mensagens de twitter na tela, só pela web. A maioria precisaria abraçar o computador/celular e a televisão ao mesmo tempo se quisesse ter a experiência completa. Acho que o Twitter tem de entrar na veia do Roda Viva, sim. Inagaki sugeriu legendas no pé da tela. Qualquer outra solução vale, acho que conectar essas vozes só rejuvenescerá o programa, o mais reputado da emissora. Inovar ali é uma aposta no mundo digital do presidente da Fundação Anchieta, Paulo Markun.

Gambiarra: conexão do restaurante

Jornalista e tuiteiro sem lugar na platéia, Renato Targa foi ao restaurante da TV Cultura e conseguiu uma conexão muito mambembe com a internet, acrescentando outra camada ao programa. Fotografou os bastidores e publicou, também ao vivo, suas imagens, antes de o programa acabar. Acrescentou outra camada ao programa. Soubemos por ele que fora do estúdio a noite tinha, além de lua cheia, pernilongos a granel. Achei que sua intervenção curiosa porque mostra como a web exige poucos recursos e muita criatividade. Isolado no restaurante, ao lado de alunos de Ivaldo, Renato estava conectadíssimo.

Vídeos

Fiz dois vídeos: Bastidores do Roda Viva e Roda Viva com Ivaldo Bertazzo.

Fotos

Não resisti e também tirei fotos de nossa participação, que você encontra no meu álbum Webthings do Flickr. Com essa multiplicidade de canais, saí convencida de que a comunicação caminha a passos largos em várias direções ao mesmo tempo.

Muita gente acompanhou pela web, via streaming, o programa. É inovador contar com tantos canais e melhor ainda ter bons interlocutores. O grupo de pessoas que participava pelo twitter é de formadores de opinião, estudantes, jovens, geeks todos. Uma alquimia poderosa.

Nos blogs

A conversa nunca termina por aí. Blogueiros são gregários e hoje a rede traz mais leituras dessa experiência.

    E por aí vai. As camadas são infinitas.

    Como é fácil usar o iPhone

    Via Rodrigo Prior encontrei esse vídeo da pequena Deby. Ela contracena com André Sá em Los Angeles e mostra como usar o iPhone. Deby tem 3 anos!!!!!!!!!!

    André Sá aprendendo a usar o iphone

    Assista às histórias do poder

    Percorrer cem anos da história da política brasileira é uma verdadeira expedição ao nosso DNA histórico. Imagine que isso está disponível na web, onde você pode assistir aos cinco episódios de Histórias do Poder. Dirigidos por Max Alvim e Nelma Salomão, os vídeos mergulham em um gigantesco acervo de vídeos e fotos de momentos-chave, que podem nos ajudar a entender como chegamos onde chegamos, de onde viemos e, além do mais, quem são estes caras que viram nome de ruas, avenidas e aeroportos.

    Interessante para professores, alunos, para quem nasceu antes, durante e depois da ditadura militar, das Diretas Já ou do Impeachment.

    “Com o objetivo de promover o conhecimento, a reflexão e a pesquisa acerca da história política brasileira, a série de documentários Histórias do Poder – cem anos de política no Brasil (1900 – 2000) apresenta um mapeamento do comportamento político do país e mostra os bastidores do poder através de depoimentos de alguns dos principais protagonistas e estudiosos da história política brasileira do século XX”, diz a apresentação do projeto.

    Uma dica: costumo usar o Firefox como browser e tive dificuldades em assistir aos vídeos, superadas quando apelei para o Internet Explorer.

    Ronaldo Lemos fala sobre a tensão entre leis e internet

    Ronaldo Lemos

    Em relação ao direito autoral, a nossa constituição é uma das mais restritivas do mundo, explica Ronaldo Lemos, da Creative Commons Brasil. “A lei brasileira diz tudo o que você não pode fazer, mas ela não explica o que você pode fazer”, diz ele.

    Falar em direito digital é entrar em terreno pantanoso, cheio de sombras mal explicadas e extensas áreas a descoberto. Ninguém sabe direito o que pode e não pode fazer na internet. Eu tenho a impressão, por exemplo, de que se comprar um CD na loja, pagar por ele, eu posso copiá-lo para o meu iPod. Mas não posso. Uma professora que participou da oficina sobre uso de blogs na educação durante o Campus Party me disse que tem a impressão de que se for para fins educativos, é permitido reproduzir uma obra. Basta dar os créditos e fica tudo certo. Mas não é permitido.

    A legislação brasileira está totalmente defasada em relação às questões do mundo digital. No Brasil, a situação anacrônica soma-se ao fato de que como ninguém sabe o que é permitido, muita gente faz qualquer coisa. Basicamente, tudo é proibido. Não há quem verifique o cumprimento da lei e tudo acaba em pizza. Portanto, nada é proibido?

    Ronaldo Lemos é uma das pessoas que pode explicar um pouco mais sobre esse cipoal de questões. Não por coincidência, eu e o Juliano Spyer, em seu remix colaborativo Não Zero, publicamos esta semana vídeos no YouTube e em nossos blogs com Ronaldo Lemos. Ele é o cara que pode dar uma luz sobre o assunto.

    Vale a pena reunir em uma mesma lista as várias fontes para ouvi-lo. Ronaldo é um desses pensadores atentos para as novas fronteiras do mundo digital. Admiro sua postura de incentivo à colaboração da rede e morro de orgulho de ter sido ele quem escreveu o texto de apresentação da coleção Conquiste a Rede. Um texto inspirado e, ainda por cima, bonito, cheio de estilo. Esse mesmo estilo bacana a gente pode ver nesse post recente que ele publicou no Overmundo, Belém: do rock, da aparelhagem e de tudo o mais. Os novos caminhos da produção cultural aparecem desta vez em cenário transamazônico. Segue minha lista:

    Livro para download grátis

    Direito, tecnologia e cultura. Editado em 2005 pela Editora FGV, o livro está disponível para download no Overmundo. “Esta obra tem como objetivo investigar os desafios propostos ao direito em decorrência do advento da internet e da tecnologia digital. A relação entre direito e realidade sempre foi um tema central no pensamento jurídico”, diz Lemos logo no primeiro parágrafo.

    Apresentações

    1- Apresentação de Ronaldo Lemos sobre direito digital que seria feita durante a Campus Party e que ficou para depois, por problemas de equipamento.

    2- Produção Cultural e Inclusão Digital nos Países em Desenvolvimento, palestra em inglês realizada nos EUA em novembro de 2007. Veja o vídeo, vale a pena: Cultural Production and Digital Inclusion in Developing Countries.

    Meus vídeos:

    3- Blogs e direito autoral

    4- Posso copiar um CD que eu acabei de comprar na loja? Não, a lei brasileira não permite a cópia integral. Só permite cópias de pequenos trechos de obras. Você não pode copiar um CD inteiro para o iPod. Mesmo para fins não comerciais, fins educacionais, fins de pesquisa, você não pode.

    5- Em casos de processos contra blogueiros, cabe a cada juiz decidir o que aconteceu.” A legislação brasileira não regulamenta a responsabilidade civil dos blogueiros.

    Vídeos do Juliano Spyer

    6- O direito autoral no Brasil

    7- Xerox e direito autoral

    8- Vale a pena lançar um livro em Creative Commons?

    9- Por que o criador do Creative Commons agora estuda corrupção? Juliano, que fez estas entrevistas durante a Campus Party, conversa com Lemos sobre Lawrence Lessig, professor da Faculdade de Direito em Stanford que criou o Creative Commons. Em 2007, Lessig anunciou que mudaria o foco de suas pesquisas para corrupção.

    Ronaldo Lemos fala sobre direito autoral na Campus Party

    Posso copiar um CD que eu acabei de comprar na loja para o meu iPod?“, pergunta Ronaldo Lemos durante palestra na Campus Party.

    Não!!!!!

    Direito digital no Brasil é um terreno superpantanoso, super-arcaico, super-do-arco-da-velha.

    Qual é a fonte de sua informação?

    Blogs são fonte de informação, digo nesse trechinho da apresentação Mundo Blog na Educação, feita para professores sobre o uso da ferramenta em sala de aula. Ela tem roteiro sugerido pela coleção de livros Conquiste a Rede. Falo sobre o fenômeno do blog como fonte de informação, característico do século 21:

    Blog que criamos com os professores que participaram da oficina: webduca.blogspot.com

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