Alô, alô professores de geografia. Flickr places entrou no ar, já com uma página do Brasil:
Prestem atenção nesse recurso didático. Os alunos vão adorar aprender sobre países, culturas diferentes, meridianos, fusos horários e tudo mais vendo fotos.
Alô, alô professores de geografia. Flickr places entrou no ar, já com uma página do Brasil:
Prestem atenção nesse recurso didático. Os alunos vão adorar aprender sobre países, culturas diferentes, meridianos, fusos horários e tudo mais vendo fotos.
Tags: flickr, foto, redes sociais, web 2.0, flickr, foto, mapa, rede social | Comentários (3) | Link para este post
Amigos enviam boas dicas. Envie a sua também sobre projetos de jornalismo colaborativo, também conhecido como jornalismo cidadão:
- The Hub é voltado para os direitos humanos. Hoje há chamada na home para um vídeo sobre trabalho escravo no Brasil. Dica do Bob, via Delicious.
- Canal Motoboy é um projeto de São Paulo feito com celular. Os motoboys e a motogirl Adriana postam suas aventuras. Dica do Clico, logo Existo, blog do Madu.
- Instant Journalist é uma ferramenta para criar comunidades on-line. Dica da Lúcia Freitas, via Delicious também. Ela escreveu sobre a ferramenta em seu blog. Lembrou que a mãe e o movimento de moradores da Previdência poderiam usá-la para preservar o bairro.
- Ning é uma ferramenta grátis para criar comunidades on-line bem interessante. Converso com os amigos da Teia por ela. A única chatice é o e-mail enviado a cada vez que alguém faz qualquer atividade na rede, o que tumultua minha caixa postal. Mas a ferramenta é ótima.
- Current é um projetão. Ganhou Emmy em 2005 como melhor site peer-to-peer de TV e notícias. Renato manda o link via instant messenger bem na horinha em que termino esse post, sem saber como ele entra direitinho na história. Ele manda o link para o tutorial, pois sabe que prefiro assistir explicações a ler manuais. Quem entende inglês, tem uma boa idéia do que se trata esse projetão. Quando escrevi Conquiste a Rede, ele já existia e lembro de ver um tutorial sobre como fazer vídeos com nada mais, nada menos que Sean Penn. Vale a pena xeretar os tutoriais sobre como fazer vídeos.
As boas dicas são tão sempre bem-vindas. Obrigada! Agora é sério. Vou encarar a tal pilha de tarefas e começar a desenhar esse livro…
O Open Social, contra-ataque do Google contra Facebook, é buzz. Open Social são padrões para que qualquer desenvolvedor web possa criar aplicativos para comunidades que ainda não tem esse recurso ninja, que torna tudo muito mais divertido e variado. Serve para Orkut, Linked In, Friendster, Plaxo, Ning.
Para mim, o assunto começou quando Renato Targa comentou sobre Open Social logo cedo, a caminho da aula de yoga, comentário de havaianas, das últimas sobre os maiores. Depois, li no Tiago Dória, que citou NYT, no twitter do Fabio Seixas (que linkou para o Blogpmarca.com), em portais como o Terra, via Reuters. Desde ontem já se falava em guerra de recursos nas comunidades.
Para os desenvolvedores, o Open Social representa uma pilha de oportunidades, lembrando o caso da adolescente de 17 anos que criou um aplicativo para mudar o visual da página do Facebook e ficou milionária. Com o MySpace em português no ar desde ontem e com a observação da executiva do Flickr que veio a São Paulo para o lançamento da versão brasileira, “vocês, brasileiros, gostam muito de se comunicar e se divertir”, o Brasil está na rota desses acontecimentos todos.
Do ponto de vista corporativo, as comunidades online são comentadas em texto de Marcelo Coutinho no IDG Now. Cheio de referências e links interessantes, o texto começa com as questões a respeito de conteúdos colaborativos gerados por comunidades, blogs, videoblogs, realidades virtuais.
Para o diretor do Ibope//NetRatings, a primeira questão é como lucrar com as contribuições dos internautas, “seja através do desenvolvimento de novos produtos, seja para atrair ou fidelizar consumidores etc)”. A segunda questão, segundo Coutinho, é saber se o conteúdo gerado por plataformas colaborativas representa “uma ameaça ou oportunidade para as organizações tradicionalmente envolvidas na cadeia da comunicação mercadológica (veículos de comunicação, agências de publicidade, institutos de pesquisa e departamentos de marketing de grandes anunciantes)”.
Buzz é isso.
Reportagem do New York Times fala sobre o uso de comunidades online, do tipo Linked In e Facebook (Orkut é um bom exemplo para os brasileiros), para que os mais pobres indianos consigam visibilidade diante de possíveis empregadores.
O site Babajob.com é um projeto que tem como objetivo criar páginas na web para quem está nos andares mais humildes da cadeia produtiva e procura emprego. A reportagem começa com a história de um pintor, Manohar Lakshmipathi, que não tem computador e, com ajuda, coloca seu histórico profissional e foto na comunidade, para que um possível interessado possa contratá-lo.
O Babajob paga quem puder fazer esse cadastro. Seu público-alvo são pessoas que trabalham por US$ 2 ou US$ 3 ao dia e não têm acesso a um computador. O elo com essa fatia da população pode ser feita por quem quiser, de donos de lan houses a qualquer proprietário de um computador. O site remunera esses agentes para que encontrem essas pessoas. O projeto se sustenta com anúncios dos empregadores. Antes da reportagem, 2 mil já haviam se cadastrado. Depois dela, o sucesso com certeza será maior.
Quando um futuro patrão procura uma babá ou um jardineiro, quer referências. Para mimetizar as indicações pessoais e o boca-a-boca que regem esse tipo de acordo, o Babajob criou um mecanismo de prêmios em dinheiro. O site remunera o patrão e o empregado que conseguirem indicar alguém que satisfaça um outro empregador.
Ótima idéia. Deu no NYT, no Herald Tribune, The Times of India. O Babajob tem um blog. Bingo! É um projeto bem inteligente, “subproduto” do crescimento do mercado de outsourcing (terceirização de serviços) na Índia, segundo o jornal, um subproduto dos milhares de talentos mobilizados para o trabalho online que começaram a criar soluções para ajudar os mais pobres.
O Pew Internet and American Life Project fez um estudo sobre web 2.0 e mensurou as informações que os adolescentes com idade entre 12 e 17 anos colocam em seus perfis nas comunidades online. Você pode ler o estudo completo, divulgado em outubro. A foto acima vem da apresentação do estudo.
A pesquisa revela que meninos e meninas comportam-se de forma diferente na web. Elas colocam mais fotos dos amigos e eles, de viagens e de sua cidade, por exemplo. Os dados mostram que 55% dos adolescentes têm perfis online. Entre eles, 66% guardam algumas informações apenas para seus amigos, ou seja, de alguma forma, restringem o acesso às informações pessoais a outros internautas.
Veja alguns dos resultados:
Leia mais: Privacidade e o Facebook.
Tags: cibercultura, internet, redes sociais, web 2.0, adolescente, celular, estudo, foto, pej, pesquisa, rede social, vídeo, web 2.0 | Comentário (0) | Link para este post
Facebook é uma comunidade divertida. Aposto que os brasileiros, como os americanos, vão gostar desse Orkut evoluído assim que o descobrirem. A onda já chegou, mas ainda não envolveu a massa. A evolução se deve principalmente a aplicativos que permitem ao usuário personalizar seu espaço. Não se trata apenas de dar um layout mais charmoso a ele, coisa que deixou uma menina de 17 anos milionária, pois ela descobriu que as pessoas topavam pagar alguns dólares por um cantinho mais charmoso na comunidade. O Facebook oferece mais de 5 mil funcionalidades úteis e inúteis. Com elas é possível, entre outras coisas, integrar o Facebook a outras redes sociais, como o próprio Orkut, Flickr, Linked In, you name it.
Esses mais de 5 mil aplicativos foram desenvolvidas pelos próprios usuários. Em maio a empresa liberou o código para que programadores pudessem inventar coisas incríveis como o jogo de Vampiros, que transforma seus amigos em zumbis, o Biscoito Chinês etc. Em outubro já existiam 5 mil aplicativos. Esta semana, a Microsoft pagou US$ 240 milhões por uma participação de apenas 1,6% na empresa, batendo proposta feita pelo Google. Os gigantes se enfrentam pelos 200 mil novos internautas que se juntam à comunidade diariamente e pela base de 47 milhões de usuários que ela já possui. Facebook é uma empresa que começou em 2004 nos dormitórios de Harvard e está avaliada agora em US$ 15 bilhões. Mark Zuckerberg, hoje com 23 anos, foi quem inventou essa mina de ouro.
Vamos ao lado negro da força: privacidade. O vídeo abaixo conecta o Facebook à CIA, Arpanet (rede militar que deu origem à internet) e às Forças Armadas dos EUA.
Teoria da Conspiração? Pode ser. Mas se há um terreno pantanoso é o da privacidade, seja no Google, seja em qualquer comunidade online. O que eles farão com nossos dados pessoais, preferências, conexões, aspirações, idéias, perfil de consumo, dados socioeconômicos e políticos? O que, hein? Não ouso imaginar.
Um amigo, por acreditar que o Facebook é de todas as redes a que oferece um “grau de segurança” mais elevado, colocou ali seus telefones. Fiquei surpresa, ele costuma ser reservado. Explicou que estavam visíveis apenas para os amigos. Depois desse vídeo “Big Brother”, acho que ele deve mudar de idéia. (Veja bem: não é Big Brother Brasil, por favor, refiro-me a “1984″, livro de George Orwell em que o Grande Irmão tudo vê, tudo controla. É bom deixar isso claro, muita gente não leu o livro, inexplicavelmente.)
Prefiro dizer que gosto de Miles Davis e Gus Van Sant, o que não chega a ser uma invasão de privacidade maior do que divulgar quem são as pessoas com que me relaciono. O Google já escaneia meus e-mails para oferecer produtos relacionados ao que está escrito. Não é pouco. Acho que não vou instalar o programinha de respostas no meu perfil do Facebook, combinado?
Em 2008, o Facebook terá versão em português.
Tags: cibercultura, internet, redes sociais, vídeo, web 2.0, arpanet, facebook, google, negócios, rede social, tecnologia, vídeo, youtube | Comentário (0) | Link para este post
Você quer avisar a galera pelo Twitter, concentrar tudo no Facebook ou ouvir música no MySpace? Suas fotos estão no Flickr? Você foi ao YouTube? Postou no Podomatic? Guardou no Delicious? Verificou na Wikipedia? Viu no Digg, Slashdot ou no Overmundo? Como eu, você ainda recebe novos convites para ser amigo de alguém em seu Orkut, apesar de não visitá-lo há algum tempo? Responda rápido: Quantas comunidades o ser é capaz de freqüentar? Nos grupos de discussão, quem lê tudo? Quantas senhas você já esqueceu?
Os números não negam a paixão dos brasileiros por comunidades e redes sociais. Dados do Ibope Net//Ratings relativos a agosto revelam: “Cerca de 15 milhões de usuários residenciais navegaram em comunidades (incluindo redes sociais, bate-papos, fóruns e blogs), o que equivale a cerca de 80% do total de internautas ativos domiciliares do mês. Desses, mais de 13 milhões (70% do total de usuários) entraram em redes sociais.”
As estatísticas mostram ainda que 46% dos internautas ativos em agosto leram blogs, o equivalmente a cerca de 9 milhões de brasileiros. É muita gente.
O texto Social Networks and Group Formation, de Shiv Singh, fala de uma pesquisa feita em 2006 por Kumar, Novak e Tomkins a respeito das relações dentro do Flickr e Yahoo 360.
Eles descobriram que essas redes seguem padrões de crescimento, principalmente - rápido no início, seguido por um período de declínio e depois de um período no qual o crescimento é pequeno e contínuo.
Os pesquisadores dividiram a atividade na rede em três tipos
A análise dessas comunidades mostrou que mais da metade dos indivíduos está fora do “Componente Gigante”. A pesquisa fala na prevalência de estrelas na região média, formando são mini-redes, geralmente lideradas por um cara bem dinâmico que serve de centro, sendo os outros satélites conectados ao líder, mas não entre si.
Segundo esta pesquisa, um terço dos usuários estão na Região Média no Flickr e cerca de 10% no Yahoo! 360.
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