Minhas impressões das instalações de Iole de Freitas e de Carlito Carvalhosa na Pinacoteca de São Paulo. A de Carlito Carvalhosa tem um nome lindo: A Soma dos Dias. Você passeia por ela e se sente bem, aéreo. A instalação de Iole de Freitas é bacana. Dialoga com a arquitetura da Pinacoteca, agradável revelação.
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Fotografar o ar
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Fotos em preto e branco na Pinacoteca
Foto: Boris Kossoy, São Paulo, 1970
Boris Kossoy, Cláudia Andujar, Carlos Moreira, Cristiano Mascaro, Fernando Lemos, German Lorca e Thomaz Farkas: com essas estrelas da fotografia a Pinacoteca exibe, a partir de sábado, dia 23, 80 fotos em preto e branco doadas para seu acervo.
Minha intenção é estar na inauguração da mostra, que vai das 11h às 14h do sábado. Além de fã desses olhares em preto e branco, visitar Jardim da Luz e tomar um café em frente às árvores centenárias é um de meus programas favoritos em São Paulo. (Uso o adesivo da Pinacoteca que identifica os visitantes na blusa como uma medalha para meninas espertas).
A exposição fica até 9 de agosto, de terça a domingo, das 10h às 18h. Ingresso combinado (Pinacoteca + Estação Pinacoteca): R$ 4 ou R$ 2. Grátis aos sábados.
Casa-grande e Senzala no fim de semana
Para quem não foi viajar, recomendo uma visita ao Museu da Língua Portuguesa para ver a exposição sobre Gilberto Freyre, o autor de “Casa-grande e Senzala”.
Nessa exposição temporária do museu, que sucede a de Guimarães Rosa e e a de Clarice Lispector, é uma delícia encontrar palavras escritas em açúcar, título de um dos livros de Freyre, ou então palavras guardadas em berços de marca Patente, lembranças do passado rural.
Como diz a apresentação da exposição:
“Casa-grande & Senzala, publicado em 1933, Gilberto Freyre revolucionou a historiografia. Em vez do registro cronológico de guerras e reinados, ele passou a estudar o cotidiano por meio da história oral, documentos pessoais, manuscritos de arquivos públicos e privados, anúncios de jornais e outras fontes que eram ignoradas. Usou também seus conhecimentos de antropologia e sociologia para interpretar fatos de forma inovadora.”
Eu recomendo. Com esse frio, um café na Pinacoteca, bem em frente ao museu, é parte indispensável dessa viagem.






