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Projetos e ferramentas de colaboração

flor areia

Amigos enviam boas dicas. Envie a sua também sobre projetos de jornalismo colaborativo, também conhecido como jornalismo cidadão:

- The Hub é voltado para os direitos humanos. Hoje há chamada na home para um vídeo sobre trabalho escravo no Brasil. Dica do Bob, via Delicious.

- Canal Motoboy é um projeto de São Paulo feito com celular. Os motoboys e a motogirl Adriana postam suas aventuras. Dica do Clico, logo Existo, blog do Madu.

- Instant Journalist é uma ferramenta para criar comunidades on-line. Dica da Lúcia Freitas, via Delicious também. Ela escreveu sobre a ferramenta em seu blog. Lembrou que a mãe e o movimento de moradores da Previdência poderiam usá-la para preservar o bairro.

- Ning é uma ferramenta grátis para criar comunidades on-line bem interessante. Converso com os amigos da Teia por ela. A única chatice é o e-mail enviado a cada vez que alguém faz qualquer atividade na rede, o que tumultua minha caixa postal. Mas a ferramenta é ótima.

- Current é um projetão. Ganhou Emmy em 2005 como melhor site peer-to-peer de TV e notícias. Renato manda o link via instant messenger bem na horinha em que termino esse post, sem saber como ele entra direitinho na história. Ele manda o link para o tutorial, pois sabe que prefiro assistir explicações a ler manuais. Quem entende inglês, tem uma boa idéia do que se trata esse projetão. Quando escrevi Conquiste a Rede, ele já existia e lembro de ver um tutorial sobre como fazer vídeos com nada mais, nada menos que Sean Penn. Vale a pena xeretar os tutoriais sobre como fazer vídeos.

As boas dicas são tão sempre bem-vindas. Obrigada! Agora é sério. Vou encarar a tal pilha de tarefas e começar a desenhar esse livro…

Comunidades online: o buzz do Open Social

O Open Social, contra-ataque do Google contra Facebook, é buzz. Open Social são padrões para que qualquer desenvolvedor web possa criar aplicativos para comunidades que ainda não tem esse recurso ninja, que torna tudo muito mais divertido e variado. Serve para Orkut, Linked In, Friendster, Plaxo, Ning.

Para mim, o assunto começou quando Renato Targa comentou sobre Open Social logo cedo, a caminho da aula de yoga, comentário de havaianas, das últimas sobre os maiores. Depois, li no Tiago Dória, que citou NYT, no twitter do Fabio Seixas (que linkou para o Blogpmarca.com), em portais como o Terra, via Reuters. Desde ontem já se falava em guerra de recursos nas comunidades.

Para os desenvolvedores, o Open Social representa uma pilha de oportunidades, lembrando o caso da adolescente de 17 anos que criou um aplicativo para mudar o visual da página do Facebook e ficou milionária. Com o MySpace em português no ar desde ontem e com a observação da executiva do Flickr que veio a São Paulo para o lançamento da versão brasileira, “vocês, brasileiros, gostam muito de se comunicar e se divertir”, o Brasil está na rota desses acontecimentos todos.

Do ponto de vista corporativo, as comunidades online são comentadas em texto de Marcelo Coutinho no IDG Now. Cheio de referências e links interessantes, o texto começa com as questões a respeito de conteúdos colaborativos gerados por comunidades, blogs, videoblogs, realidades virtuais.

Para o diretor do Ibope//NetRatings, a primeira questão é como lucrar com as contribuições dos internautas, “seja através do desenvolvimento de novos produtos, seja para atrair ou fidelizar consumidores etc)”. A segunda questão, segundo Coutinho, é saber se o conteúdo gerado por plataformas colaborativas representa “uma ameaça ou oportunidade para as organizações tradicionalmente envolvidas na cadeia da comunicação mercadológica (veículos de comunicação, agências de publicidade, institutos de pesquisa e departamentos de marketing de grandes anunciantes)”.

Buzz é isso.