Adoro bairros com vida, com personalidade, com gente na rua.
Nas redondezas do Largo da Batata ainda resistem trechos bem vivos. Encontrei moradores antigos, hábitos antigos, registros de um jeito de fazer as coisas que não se usa mais. Em breve, o movimento de uma nova estação de Metrô vai transformar o ritmo desse pedacinho de São Paulo. Não há largo, não há praça, há muitos anos que o lugar não tem mais o mercado, não há mais batata.

