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Fotografia: prêmios Syngenta e HTTPpix

curvas curvas

Você pode participar de dois concursos de fotografia, com inscrições ainda abertas. Copio as informações do material de divulgação:

Syngenta
Inscrições até 20 de junho.

O tema é “dar vida ao potencial das plantas”. Os vencedores receberão como prêmios equipamentos da Canon nos valores de US$ 8 mil, US$ 5 mil e US$ 3 mil para os três primeiros colocados. Podem se inscrever tanto fotógrafos amadores como profissionais.

As imagens devem explorar temas relacionados à agricultura moderna, incluindo paisagens, plantas, comunidades e tecnologias.

HTTPpix

HTTPpix é um festival de fotografia on-line que acontece via Flickr. Inscrições até 14 de junho. Prêmios de R$1.500,00. O tema é “Carregue sua Marca”. Veja as fotos no grupo HTTPpix

O HTTPpix convida o público a discutir de forma criativa o consumo e a “gift economy” (economia de doação). Além disso, pretende dar visibilidade a fotógrafos e artistas visuais brasileiros ou residentes no país e ampliar o repertório estético dos usuários da Internet.

O Festival acontece no Flickr e está aberto a participantes de todo o país, sem limite de idade. Três finalistas ganharão prêmios de R$1.500 cada. HTTPpix é uma realização do Insituto Sergio Motta e da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, com apoio do Yahoo e da Agência Click.

Artesãos do Corpo em foto na Galeria Olido

Exposicao na Galeria Olido - Sao Paulo SP Exposicao na Galeria Olido – Sao Paulo SP

O fotógrafo Fábio Pazzini expõe a partir de sexta, dia 5, fotos do grupo Artesãos do Corpo na Galeria Olido. Os bailarinos/atores são uma das paixões de suas lentes. Fábio adora falar sobre o dia em que todo mundo ficou pelado, o dia em que isso e aquilo. São dez anos de palco, rua e fotos, explica ele.

Amigo, dessa vez acho que não vou conseguir aparecer… Beijos de blog, então. E suerte.

De 5 a 14 de junho
Galeria Olido
av. São João, 473 – Centro – São Paulo – SP

Fotos em preto e branco na Pinacoteca

Foto: Boris Kossoy, São Paulo, 1970

Boris Kossoy, Cláudia Andujar, Carlos Moreira, Cristiano Mascaro, Fernando Lemos, German Lorca e Thomaz Farkas: com essas estrelas da fotografia a Pinacoteca exibe, a partir de sábado, dia 23, 80 fotos em preto e branco doadas para seu acervo.

Minha intenção é estar na inauguração da mostra, que vai das 11h às 14h do sábado. Além de fã desses olhares em preto e branco, visitar Jardim da Luz e tomar um café em frente às árvores centenárias é um de meus programas favoritos em São Paulo. (Uso o adesivo da Pinacoteca que identifica os visitantes na blusa como uma medalha para meninas espertas).

A exposição fica até 9 de agosto, de terça a domingo, das 10h às 18h. Ingresso combinado (Pinacoteca + Estação Pinacoteca): R$ 4 ou R$ 2. Grátis aos sábados.

Fotos da Feira da Pompeia

A Feira da Pompéia, no domingo, foi bem divertida. Encontrei amigos, comi um beijinho, tomei água com gás e fotografei. Veja as fotos.

Com tanta barraquinha, não comprei nada, talvez porque meu lado consumo-consciente estivesse mode on. Gostei das barracas de roupas amalucadas, coloridas, “customizadas”. Nem assim.

A rua estava menos cheia que no ano passado, o dia estava lindo, Francisco adorou os shows e eu me diverti.

Tempos de mídia colaborativa: Wikipedia, The Guardian e a Rússia

Linux & Jesus Linux & Jesus

1- Sem loção

Um jornalista sem loção copiou da Wikipedia uma declaração que teria sido feita pelo compositor francês Maurice Jarre para usá-la no obituário que escreveu para a edição de 31 de março do jornal inglês The Guardian. Acontece que a declaração foi inserida no dia anterior na Wikipedia por um malandrinho de 22 anos. Deliberadamente ele colocou a isca para ver qual jornalista apressado mordia.

Shane Fitzgerald comenta a “barriga”, como se diz no jargão jornalístico e lista vários equívocos que o jornalista cometeu, a começar por não procurar uma “fonte primária” confiável.

Está na Wikipedia, beleza, mas não dá para tomar a Wikipedia como fonte primária. Concordo.

O Andre Deak deu a dica sobre essa “barriga” pelo Twitter e chamou-a de lição para os jornalistas, dois pontos, o link a seguir. Fiquei pensando se em vez de lição, esse não é só um incidente do tipo que será cada vez mais comum em tempos de mídias colaborativas.

Lição os jornalistas tomam na cabeça todo dia, em tempos de informação em tempo real. É só lição na cabeça, ui ui ui.

2- Com loção

Obama é o cara, quando se trata de trabalhar com a mídia social. Além de usar Twitter, Facebook, suas fotos no Flickr não tem cheiro de divulgação oficial. Quem posta o material tem loção.

3- Linux e Jesus

Recebi um pedido para autorizar em um blog a publicação dessa foto aqui, feita durante o Corpus Christi em frente a uma lan house de Dourado (SP).

Acho que esse blog é russo, palpitou a Kelly. Não faço idéia do que está lá escrito, mas se fala de open source, vamos lá, tá autorizado, com créditos.

Depois do café, só para começar meu dia, essas três coisas me chamaram a atenção. Reuni tudo porque pensei: ah, são sinais dos tempos de mídia colaborativa. É daí em diante.

Ganesha, o senhor das portas

Ganesha Ganesha

Era manhã e eu tinha acabado minha aula de yoga quando tirei essa foto de Ganesha (veja todo o simbolismo do elefantinho), uma das recordistas de visitação do meu fotoblog. Compreende-se: você digita no Google Ganesha, e ela é a quinta imagem que o buscador traz como resultado.

Ganesha representa o sábio, o homem em plenitude, e os meios de realização”.

Sou fã de Ganesha, senhor dos obstáculos e das portas. Converse com ele se precisar abrir alguma delas. Tem orelhas grandes para saber ouvir.

Roda Viva com Ivaldo Bertazzo a bordo do Twitter

Gravo um vídeo minutos antes de começar o Roda Viva com Ivaldo Bertazzo. Não resisto. Tiro também algumas fotos enquanto me preparo para conversar on-line e ao vivo com uma comunidade de “early adopters” de uma nova ferramenta de comunicação, o microblog.

Pelo Twitter, você lê o que eu escrevi e o que todos escreveram.

Atenção: se você não consegue acessar o endereço, paciência, tente novamente depois. O Twitter é “o novo Orkut” em termos de bugs, falhas (”no donuts for you”).

Realidade paralela

Ivaldo Bertazzo é um mestre, um educador, uma pessoa que sabe muito sobre ser humano. Lembro-me que ele dizia que precisamos ganhar uma estrutura antes de relaxar o corpo. Se você tentar só deitar e relaxar antes de ganhar essa estrutura, arrisca-se a virar uma poça de água, massa sem forma. Aprendi muito como sua aluna. Anos se passaram e sua clareza é cada vez mais aguçada. Ivaldo fala de uma subversão, a de transformar o corpo, dar-lhe consciência, eixo. “Cidadão dançante aprende que esse corpo que sofre continua produzindo linguagem. Quero instrumentalizá-lo para ter saúde”, disse ele no programa Roda Viva, da TV Cultura.

Essa citação eu publiquei ao vivo pelo Twitter. Fui convidada, ao lado de dois outros jornalistas e blogueiros, Helena Nacinovic e Alexandre Inagaki a cobrir e comentar o programa por essa ferramenta de microblog que para a maioria ainda é desconhecida.

Para quem não sabe, um sobrevôo rápido: é uma rede que conversa por mensagens com no máximo 140 caracteres. Elas podem ser lidas pela web, no site do serviço, pelo celular, pelo gtalk, por e-mail, você escolhe como quer usar o serviço. É possível enviar as mensagens pelo computador ou pelo celular e a conversa é ouvida por quem quiser “seguir” o autor do texto. Para ser ouvido por outra pessoa, ela precisa querer ouvir (seguir) você.

No Brasil, esse serviço, que é grátis, já começa a se espalhar, uma vez que brasileiro é louco por interação. Ivaldo Bertazzo, Ana Francisca Ponzio, Paulo Lima, entre alguns dos convidados da noite com quem conversei, não conheciam o Twitter e não sabiam direito o que íamos fazer ali. Mostraram-se curiosos e disseram já ter “ouvido falar” da ferramenta.

A TV Cultura inova ao trazer a riqueza das redes para o jornalismo. Foi uma experiência muito interessante participar como tuiteira – jornalista experiente já sou, mas ali eu tinha toda uma rede a contribuir, interagir, brincar e comentar. Percebi que uma nova camada de vivências foi acrescentada ao programa e quem só o acompanhou pela TV perdeu as informações, dúvidas e ironias dessa esfera.

Faltou encaminhar as dúvidas que chegavam via Twitter para Ivaldo Bertazzo. Pedro Markun diz que os tuiteiros são como Paulo Caruso que, com suas charges, comenta o programa e também não interage com o entrevistado. Verdade. Só que podemos ver suas aquarelas durante o programa de TV e não lemos as mensagens de twitter na tela, só pela web. A maioria precisaria abraçar o computador/celular e a televisão ao mesmo tempo se quisesse ter a experiência completa. Acho que o Twitter tem de entrar na veia do Roda Viva, sim. Inagaki sugeriu legendas no pé da tela. Qualquer outra solução vale, acho que conectar essas vozes só rejuvenescerá o programa, o mais reputado da emissora. Inovar ali é uma aposta no mundo digital do presidente da Fundação Anchieta, Paulo Markun.

Gambiarra: conexão do restaurante

Jornalista e tuiteiro sem lugar na platéia, Renato Targa foi ao restaurante da TV Cultura e conseguiu uma conexão muito mambembe com a internet, acrescentando outra camada ao programa. Fotografou os bastidores e publicou, também ao vivo, suas imagens, antes de o programa acabar. Acrescentou outra camada ao programa. Soubemos por ele que fora do estúdio a noite tinha, além de lua cheia, pernilongos a granel. Achei que sua intervenção curiosa porque mostra como a web exige poucos recursos e muita criatividade. Isolado no restaurante, ao lado de alunos de Ivaldo, Renato estava conectadíssimo.

Vídeos

Fiz dois vídeos: Bastidores do Roda Viva e Roda Viva com Ivaldo Bertazzo.

Fotos

Não resisti e também tirei fotos de nossa participação, que você encontra no meu álbum Webthings do Flickr. Com essa multiplicidade de canais, saí convencida de que a comunicação caminha a passos largos em várias direções ao mesmo tempo.

Muita gente acompanhou pela web, via streaming, o programa. É inovador contar com tantos canais e melhor ainda ter bons interlocutores. O grupo de pessoas que participava pelo twitter é de formadores de opinião, estudantes, jovens, geeks todos. Uma alquimia poderosa.

Nos blogs

A conversa nunca termina por aí. Blogueiros são gregários e hoje a rede traz mais leituras dessa experiência.

    E por aí vai. As camadas são infinitas.

    Fotojornalismo e a manipulação de imagens

    An award winner An award winner

    Conversei na abertura da mostra das fotos vencedoras do World Press Photo Award com duas interlocutoras de peso. Maaike Smulders, gerente de projetos da World Press Photo Foundation, veio de Amsterdã para montar a exposição no Sesc Pompéia. Mônica Maia, que editou as fotos do Estadão por muitos anos e está abrindo uma nova agência de fotos, a Revelar Brasil, foi jurada deste mesmo concurso em 2000.

    Smulders ouvia com atenção os comentários de Maia sobre a seleção deste ano, que premia uma foto de Tim Hetherington, um fotógrafo do Reino Unido, feita no Afeganistão para a Vanity Fair. Em entrevista, Tim explica que a foto traduz como ele se sentia ali com os soldados. “Ele e eu estamos conectados por essa foto”, diz. Vale a pena, para quem entende inglês, ouvir o depoimento do fotógrafo enquanto analisa a imagem. Fica tudo muito interessante.

    Mônica comentava que ela acha que a história sobre a foto de Tim é muito longa, que a foto não é para tanto. “Muita história, pouca foto.” Ela não fala bem inglês e eu entrei na conversa com Maaike como intérprete. Tentei traduzir esse comentário: “A história tem mais força que a foto, algo assim”. Maaike pareceu preocupada. “É mesmo?” Mônica conciliou: “O primeiro prêmio é sempre polêmico”.

    Conversamos sobre a manipulação da imagem no computador. Muitas das fotos premiadas estão mais bonitas porque foram “lavadas” no photoshop, o que lhes dá um efeito mais dramático. Fotojornalismo tem suas questões sobre a manipulação da imagem, afinal.

    O que eu achei da mostra: muita guerra demais, muito engajada em todos os conflitos da face da Terra. Isso pesa. Segurei minha opinião e não contei às duas, Mônica e Maaike, que achei o conjunto pouco entusiasmante. Não sou autoridade, fiquei na minha, recém-empossada na função de intérprete. Eu não conversava com a Mônica há muitos anos, fiquei contente e curiosa com o projeto da nova agência. Para Maaike, senti que não era relevante e nem era mesmo.

    Encontrei poesia em muitas imagens, são fotos muito boas, obviamente. Mas o conjunto é um pouco frio, tantas histórias pesadas causam um efeito de afastamento e não de emoção. Fui com outros fotógrafos à exposição e sentimos ausência de jurados que tenham nascido ao sul do Equador. Pesa nessa seleção o olhar do habitante de Primeiro Mundo do Hemisfério Norte, desnorteado, como o soldado de Hetherington, com tantos conflitos.

    A mostra fica no Sesc Pompéia até a 11 de junho. De terça a sábado, das 9h30 às 20h30.

    Brasileiras abrem portas na Croácia

    Cubatão Cubatão

    Meninas do Brasil instalam portas nas ruas da Croácia. No meio da cidade de Zagreb, instalam portas em lugares inusitados. Pelo olho mágico, vêem-se fotos. Algumas das fotos, como essa ao lado, são minhas. Um recorte do Brasil. Renato Targa também contribui com imagens.

    Explico melhor: OPOVOEMPÉ, um grupo de intervenção urbana dirigido pela querida Cristiane Zuan Esteves, participa do Urban Festival. De Zagreb, ela escreve:

    “Nós, do OPOVOEMPÉ, estamos aqui realizando o nosso projeto “Out of key(s)”, de instalações e ações cênicas, no UrbanFestival. Um festival voltado para a arte em espaços públicos, com artistas que trabalham em áreas fronteiriças. O tema deste ano é ‘How we regret’.

    Iniciamos a pesquisa para o projeto em dezembro de 2007 e estamos em processo na Croácia há 10 dias. Para conhecer o projeto, os outros artistas deste festival e um pouco de Zagreb e da Croácia, acesse nosso blog edição especial:

    www.opovoempeemzagreb.blogspot.com

    O blog é atualizado todos os dias, acompanhando o processo de criação e execução do trabalho, as experiências e encontros desta viagem.”

    Pelo blog, vejo crianças que brincam ao lado de um bunker. Visite você também. Adoro essas viagens internas e geográficas de OPOVOEMPÉ.

    Mostras de fotografia legais em São Paulo

    A gente se acostuma a olhar fotos on-line, o que é prático, é muito bom, mas ir até a exposição é outra experiência. Esta semana, começa em Pinheiros a mostra Let’ s Lomo e no mesmo bairro, pertinho dali, continua em cartaz a exposição Outra Cidade, uma mostra coletiva que tem como tema São Paulo e traz fotos minhas e de outros nove fotógrafos. Inauguramos o Espaço Fine Photo em Pinheiros (que já divulgou uma agenda de cursos para maio para todos os níveis de conhecimento).

    Sobre a Let’s Lomo, entrevistei o Thiago Pedrosa, vulgo Tato, um amigo que fiz pelo Flickr e pelos blogs, que virá de Recife para São Paulo especialmente para a abertura, na quinta, dia 8.

    Por que lomo?

    Tato - Em 1991, alguns estudantes austríacos que passavam férias em Praga, na República Tcheca, perceberam que haviam esquecido suas câmeras fotográficas em casa. Para não perderem a oportunidade de registrarem o que viam ali, compraram umas câmeras baratas que encontraram por lá mesmo. Para sua surpresa, ao chegarem de volta a Viena, e ao revelarem os filmes de sua viagem, se depararam com fotos “defeituosas”, cheias de vazamento de luz, vinhetas (aquele sombreado nos cantos da imagem), cores estouradas, deformações nas perspectivas. Se encantaram com o que aquelas pequenas câmeras conseguiam fazer, voltaram a Praga, e compraram todas as que puderam encontrar, para revender a seus amigos em Viena. Logo começou uma febre em torno das câmeras, e todos queiseram tê-las. A câmera era a LC-A, fabricada pela empresa LOMO, soviética, entre 1982 e 1989. Em pouco tempo os estudantes austríacos fizeram contato com a LOMO e encomendaram que se voltassem a fabricar as câmeras. Era o surgimento da Lomographic Society International, e de todo um culto em torno da fotografia experimental. Hoje a LSI fabrica diversos modelos diferentes de câmeras, filmes e acessórios. Há muita informação disponível na web sobre o assunto, no site da LSI, no site da Sociedade Lomográfica Brasileira, e em diversos outros sites e blogs. No Brasil temos uma comunidade muito forte e que vem crescendo muito graças, principalmente, à internet.

    Qual o espírito do Coletivo? Como as pessoas se conheceram? De onde veio essa idéia?

    Tato – Todos se conheceram através da internet. Um conheceu o outro, que conheceu o outro, que passou a idéia pro outro, e pro outro. Tudo em tôrno do experimentalismo, do retorno à fotografia pura, sem megapixels e câmeras incrivelmente avançadas que, em poucos meses, se tornam obsoletas. O que agregou o grupo, no início, e o que mantém todos em contato até hoje, é uma lista de discussões mantidas pelo YahooGrupos, que, em pouco tempo, evoluiu para o site da Sociedade Lomográfica Brasileira (ou Lomo-BR, para os íntimos).

    O que é preciso para participar da saída fotográfica?

    O Let’sLOMO é o primeiro evento do tipo realizado no Brasil, e, além da exposição coletiva, terá uma workshop e um passeio fotográfico incluídos na programação. Para os que quiserem participar, basta que se inscreva no congresso, pelo site, ou na vernissage, que será realizada no dia 8 de maio, às 20h, na Coletivo Galeria, em Pinheiros.

    Passe lá nas mostras de Pinheiros:

    Outra Cidade- Fine Photo, rua Artur de Azevedo, 201, 2º andar. Das 14h às 20h, de segunda a sábado. Até junho.

    Let’s Lomo: Coletivo Galeria, rua dos Pinheiros, 493. De 8 a 24 de maio.

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