E foi assim, depois de um dia de parquinho e piscina, sem mais, que meu filho começou a andar. Faz a voltinha e não cai. Carrega um livrinho, balança, mas não cai.
Aquela energia toda para explorar o mundo. Sonho com viagem de jipe no deserto de Atacama. Quem sabe um vulcão no Chile, os violeiros do Nordeste, manteiga de garrafa, Mercado Ver o Peso, os cânions do Rio Grande do Sul. E as ondas. As ondas de Santa Catarina. Quanta coisa eu preciso mostrar a ele.
Carneiros, ele nunca viu. Galos, galinhas, patos, cavalos, sim. Porquinho não. Enfim, o mundo é grande, quanta coisa para mostrar.

