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Download do livro Cultura digital

Câmera digital Câmera digital

Cheguei, achei a caixa postal com uma centena de mensagens. É vida digital. No meio delas, achei esse link para download do livro Cultura Digital. Claro que ainda não deu tempo de ler, mas pesquei uns trechinhos.

“O livro Cultura Digital Br é uma obra de intervenção. Foi pensado para provocar reflexão e ação em seus leitores”, adverte Rodrigo Savazoni logo nas primeiras linhas.

“Enfim, existe uma real carência de representação conceitual para os fenômenos surgidos no âmbito da cultura digital. Yochai Benkler, que refletiu criativamente sobre a possibilidade de uma teoria política da rede, enxerga na emergência das redes sociais e da produção dos pares uma alternativa a ambos os sistemas proprietários fudamentados nas lógicas do estado ou do mercado. Este novo “sistema operacional” da cultura seria capaz de fomentar  ao mesmo tempo criatividade, produtividade e liberdade, satisfazendo igualmente às demandas tanto de indivíduos quanto de coletividades”, escreve José Murilo Carvalho Junior.

10 + 10

O mesmo povo envolvido com o Fórum de Cultura Digital leva a conversa até Santos nessa quinta e sexta, dias 1 e 2.

Gilberto Gil, Pierre Levy, André Lemos, Laymert García, Alfredo Manevy, Cláudio Prado e Sérgio Amadeu discutem cibercultura: um balanço e reflexão sobre os últimos dez anos e os próximos dez da cultura digital no Brasil e no mundo.

Dá para acompanhar ao vivo.

“O primeiro dia, quinta-feira agora (dia 1º), será uma discussão sobre os últimos dez anos e sobre os próximos dez. Daí o nome do evento: Cibercultura 10+10. A sexta-feira (dia 2) será outra coisa: uma oficina de remix”, explica o release.

#zemayerfacts

Sex Sex

Sempre achei que internet e besteira (jogo, fun, farra) foram feitos um para o outro.

Prova disso é o sucesso da tag #zemayerfacts, que está “galgando o pódium” dos assuntos mais comentados no Twitter, para usar uma expressão tão cafona quanto o conceito par-romântico-principal-da novela-das-8-da-Globo.

Ninguém acreditou que o José Mayer é novamente o gostosão da novela. A resposta coletiva foi cheia de humor, adoro isso. Para quem desceu da nave ainda agorinha, copio algumas das pérolas que o povo está colecionando:

José Mayer não conta carneirinhos, conta Helenas.

@diallmeida: 2 coisas contribuíram para a explosão demográfica humana: a revolução industrial e o nascimento do zé mayer.

@patiporto: Maria era virgem porque José não era Mayer

@7ropz: O movimento feminista surgiu porque Ze Mayer estava dando um intervalinho

O Zé Mayer está explorando o pré-sal.

@liviacarolinne: estudos comprovam q as mulheres tendem a se relacionar c/ homens parecidos com seus pais. meu pai parece com o zé mayer

@renatotarga Madonna só ficou com o Jesus Luz porque o Zé Mayer achou que ela era muito velha pra ele. Pegava mal.

@leandrocabido: Don Juan se deitou com 1000 mulheres. Zé Mayer que passou o telefone delas

@rjmeneghello: …se você perguntar que horas são para o Zé Mayer, ele responde “Faltam 3, 2, 1…” e depois te come

@garotona Darth Vader: “Zé Mayer, I’m your son”

@jakis_: Na Roma antiga, Baco dava festas com vinho e orgia em homenagem a Zé Mayer!

@Pitterdias: Se zé mayer comprasse a microsoft, ela mudaria o nome para bighard

@japeta_: Quando jovem, José Mayer gostava de escrever em seu diário, mais tarde ele ficou conhecido como “Kama Sutra”

@maribubbles: Na casa do zé mayer nem o azeite é virgem. #zemayerfacts

O futuro e a cultura digital

da cor de seu cabelo da cor de seu cabelo

Parar para pensar no futuro é essencial. Sem sonho não se inventa a vida.

Outro dia, ouvi o ministro da Cultura, Juca Ferreira, falar sobre a necessidade de pensar o futuro. Gostei do ângulo do pensamento dele. Estávamos em uma coletiva para blogueiros durante o File e ele anunciava a ida do Festival Internacional de Linguagem Eletrônica para as comemorações do aniversário de Brasília no ano que vem. “Na renovação do sonho de Brasília, as artes digitais podem cumprir uma parte importante”, disse o ministro.

A coletiva contava também com o José Murilo para lançamento do Fórum de Cultura Digital, uma rede social que propõe debater alguns “eixos“:

- Memória digital

- Economia da cultura digital: Falou-se no “arranjo negocial”

- Infraestrutura: sem servidor, não se vai a lugar nenhum na internet. Falou-se em torrent.

- Arte Digital

- Comunicação Digital. Murilo falou em “convergência das mídias”.

Fiquei de postar aqui um registro sobre esse encontro e fui engolida pela falta de tempo. Por isso, só agora falo desse debate que ainda não consegui acompanhar pelo Fórum. Recebo diariamente convites para “ficar amiga” dos integrantes dessa comunidade, mas não consegui ir além, por enquanto – minha economia do tempo precisa urgente de “planejamento negocial”, será? Acho que é nos grupos que a conversa rola.

Domínio Público

Recebi hoje um email daqueles tipo corrente sobre o acervo do Domínio Público, que estaria para sair do ar por falta de acesso. Só pode ser piada ou desinformação.

O povo do governo federal discutindo o futuro da Cultura Digital e esse endereço, xodozinho do conteúdo sem copyright, ameaçado?

Kit de ferramentas da internet para educação

jazzy & stoned jazzy & stoned

Um link precioso da Barbara Dieu que pesquei esta semana: wiki com uma lista de ferramentas que professores e alunos podem usar para estudar e ensinar.

“A aprendizagem ocorre a todo momento, em um movimento contínuo e não linear”, lembra ela. A gente às vezes bobeia e esquece.

De quebra, Bee dá uma aula sobre ambientes de aprendizagem nessa apresentação.

Brasil tem 62,3 milhões de pessoas com acesso à internet

Press release do Ibope Nielsen Online, empresa que faz a medição da internet brasileira residencial, faz a projeção de que existem 62,3 milhões de pessoas conectadas à internet hoje no Brasil (em suas residências, no trabalho, nas escolas, em lan-houses, bibliotecas ou telecentros). Não somos uma China, mas já fazemos barulho, não é não?Copio o texto que acabo de receber:

Internet residencial cresceu 13,6% em um ano

Número de usuários ativos manteve-se estável em relação ao mês anterior; o Brasil permaneceu na liderança do tempo de navegação por pessoa.

Considerando os brasileiros de 16 anos ou mais de idade com posse de telefone fixo ou móvel, o IBOPE projeta a existência de 62,3 milhões de pessoas com acesso à internet em qualquer ambiente (residências, trabalho, escolas, lan-houses, bibliotecas e telecentros).

O Brasil manteve-se na liderança do tempo de navegação, entre os países medidos com a mesma metodologia, com o tempo de 24 horas e 7 minutos por pessoa. Houve diminuição de 8% do tempo navegado na comparação com março de 2009 e crescimento de 6% sobre abril do ano passado. O internauta do Reino Unido, com 23 horas e 3 minutos, foi o que mais se aproximou do tempo de navegação domiciliar do brasileiro. Foi seguido pelo internauta do Japão, com 22 horas e 53 minutos, e pelo da França, com 22 horas e 15 minutos.

Em abril os principais crescimentos da audiência única foram registrados principalmente nas subcategorias ‘Fotografia’, com evolução de 11,7%, e de ‘Jogos e Loterias’, com aumento de 10,7%. Também houve maior navegação em sites de moda.

Na comparação com abril de 2008, a categoria ‘Viagens e Turismo’ acumula crescimento de 28%, seguida por ‘Entretenimento’, com evolução de 16%, e de ‘Comércio Eletrônico’, com 15%.

O número de pessoas que navegaram na internet residencial foi de 25,5 milhões em abril, segundo o IBOPE Nielsen Online, o que representa estabilidade em relação ao mês anterior e crescimento de 13,6% sobre o abril de 2008.

Tempos de mídia colaborativa: Wikipedia, The Guardian e a Rússia

Linux & Jesus Linux & Jesus

1- Sem loção

Um jornalista sem loção copiou da Wikipedia uma declaração que teria sido feita pelo compositor francês Maurice Jarre para usá-la no obituário que escreveu para a edição de 31 de março do jornal inglês The Guardian. Acontece que a declaração foi inserida no dia anterior na Wikipedia por um malandrinho de 22 anos. Deliberadamente ele colocou a isca para ver qual jornalista apressado mordia.

Shane Fitzgerald comenta a “barriga”, como se diz no jargão jornalístico e lista vários equívocos que o jornalista cometeu, a começar por não procurar uma “fonte primária” confiável.

Está na Wikipedia, beleza, mas não dá para tomar a Wikipedia como fonte primária. Concordo.

O Andre Deak deu a dica sobre essa “barriga” pelo Twitter e chamou-a de lição para os jornalistas, dois pontos, o link a seguir. Fiquei pensando se em vez de lição, esse não é só um incidente do tipo que será cada vez mais comum em tempos de mídias colaborativas.

Lição os jornalistas tomam na cabeça todo dia, em tempos de informação em tempo real. É só lição na cabeça, ui ui ui.

2- Com loção

Obama é o cara, quando se trata de trabalhar com a mídia social. Além de usar Twitter, Facebook, suas fotos no Flickr não tem cheiro de divulgação oficial. Quem posta o material tem loção.

3- Linux e Jesus

Recebi um pedido para autorizar em um blog a publicação dessa foto aqui, feita durante o Corpus Christi em frente a uma lan house de Dourado (SP).

Acho que esse blog é russo, palpitou a Kelly. Não faço idéia do que está lá escrito, mas se fala de open source, vamos lá, tá autorizado, com créditos.

Depois do café, só para começar meu dia, essas três coisas me chamaram a atenção. Reuni tudo porque pensei: ah, são sinais dos tempos de mídia colaborativa. É daí em diante.

CNN faz concurso universitário de jornalismo

TV set TV set

Recebi um press release de Frederico Conti, jornalista da que trabalha na divulgação da CNN, para que o 5º Concurso Universitário de Jornalismo CNN fosse divulgado neste blog. Está certo, divulgar um concurso de vídeos sobre “O uso da tecnologia no desenvolvimento social” em blogs tem muito a ver.

Reproduzo a mensagem do Frederico:

“As inscrições começaram no dia 24 de março e podem ser feitas até dia 29 de junho de 2009.O tema deste ano é “O uso da tecnologia no desenvolvimentosocial”.

A novidade de 2009 é que o estudante vai poder enviar o vídeo de até 2 minutos pelo YouTube, sendo que ele poderá produzir quantas matérias quiser.O concurso é válido somente para estudantes de jornalismo.O ganhador conhecerá os estúdios da
CNN International, além de ter sua matéria exibida pelo canal.
As inscrições podem ser feitas no site:
www.concursocnn.com.br

Acompanhe ainda as novidades no Blog:
www.concursocnn.com.br/2009/blog/

ISO para o jornalismo

camera camera

Recebi um release curioso hoje, da International Organization for Standartization, sobre padrões ISO para o jornalismo e os meios de comunicação.

A conexão peer-to-peer, ou seja, de indivíduo para indivíduo, fica mais fácil, na base do plug and play, diz um dos capítulos da revista da organização: Peer-to-peer connectivity made easy

Você pode ler todos os capítulos desta edição sobre mídia aqui: ISO Focus – April 2009

Fala-se em padrões para a arquitetura das redes, metadados, compressão digital de imagens e vídeo, pdf, enfim, coisas que tornam a vida do usuário possível em uma época em que novas tecnologias crescem como grama no jardim. Além disso, como explica o CEO Reiner Mittelbach, “padrões são importantes para a nossa indústria reduzir custos e esforços”.

Esse papo de Web 2.0 já era

Passado glorioso Passado glorioso

Assisti uma parte do debate entre Geert Lovink e Ronaldo Lemos no auditório do Tuca (PUC/SP), que me atraiu porque prometia uma discussão sobre web 2.0 temperada com idéias sobre produção artística e discussão de autoria. Embora tenha saído do Tuca empastelada de sono, infelizmente vencida pelo cansaço do dia, guardei ecos de frases interessantes. A conversa pode ser retomada pelo Twitter do netart.studies

Lovink quer estudar os buscadores e a Wikipedia. Esse negócio de blogs, diz ele, é só um pedacinho da conversa. Concordo totalmente (outro dia até escrevi sobre blogs porque um estudante pediu, mas acho isso miúdo). Peixe grande hoje são os buscadores e as redes sociais

Os buscadores, comenta Lovink, para muitos são hoje a única coisa que interessa na internet. “Achei bonitinho quando ouvi de uma pessoa que ela não usava mais internet, só o Google”, citou.

A Wikipedia, acredita ele, precisa ser estudada com seriedade, não adianta ficarmos em uma conversa de “olha, a Wikipedia é legal” enquanto os detratores dizem sempre a mesma coisa: olha como a Wikipedia é falha. Essa crítica e essa defesa precisam ser aperfeiçoadas, conclui o pesquisador holandês.

As redes sociais estão nas mãos de empresas (Facebook, Orkut, MySpace, citou). “Nas redes sociais, o momento é semelhante à transição do Blogger para o WordPress”, comparou ele. E falou das ferramentas open source para criação de redes.

Arte na pista

Ronaldo Lemos me surpreendeu ao discutir arte e tecnologia, por ser professor de direito e lembrar de gatos verde-limão criados por engenharia genética como um ato artístico e por debater alter-modernismo. Vou simplificar aqui a discussão, o que não ajuda muito, mas é o que um blog de gente apressada consegue. Ele aposta em 4 caminhos para o encontro da arte com tecnologia:

1- Levar até as últimas conseqüências os rompimentos que a tecnologia permitiu

2- Trabalhar com suportes obsoletos (citou a gravação de vídeos digitais em vinil)

3- Encarar a pesquisa científica (o exemplo do gato verde-limão)

4- A apropriação da tecnologia por parte das periferias globais (citou um roteiro mundial de fenômenos como o tecnobrega de Belém)

Mais: na Netart

Jornalismo e blogs

Tell a story Tell a story

Conquiste a Rede, coleção de livrinhos sobre a publicação de conteúdo na web, começou a ser escrita por mim e pelo Roberto Taddei em 2005, depois de um café e um papo gostoso. De lá para cá, o mundo mudou deveras. E de marias.

Passei a conversar com estudantes sobre jornalismo cidadão para suas monografias de graduação e mestrado. Fico surpresa e muito contente com o fato de que “Conquiste a Rede”, escrita para pessoas que estariam sendo iniciadas nos mistérios da internet, ou seja, noviços, supostamente de baixa escolaridade, faça carreira como bibliografia da universidade. Isso demonstra que, anos depois, os livros ainda servem a seus propósitos iniciais: a coleção nasceu da falta de material em português sobre o assunto e concretizou uma reflexão inicial sobre o tema. É bom que siga seu caminho como referência útil, isso representa um excelente retorno para mim, como autora. Ser lida e ser útil, maravilha.

Fiz esse preâmbulo para dizer a todos os que perguntam minha opinião que acho difícil palpitar sobre os caminhos da humanidade. Sou jornalista e me afastei do dia a dia da redação com um certo desencanto, antes que me perdesse em frases como “nos bons tempos era assim e assado”. Às vezes, resmungo coisas como “um eletricista ganha melhor que um jornalista”.

Trabalho com comunicação, mas entendo ser esse trabalho algo bem amplo, que vai da edição de informação à concepção de projetos web, coordenação de equipes multimídia, crossing de linguagens e referências, pesquisa sobre novas mídias e ferramentas. Aquele jornalismo tradicional para mim é um pedaço desse mundo da comunicação.

Não tenho respostas sobre a crise do jornalismo tradicional, não sei como conciliar a profissão com o direito de todos à informação, pesquiso sobre direitos autorais versus conteúdo livre, uma discussão alentada, a meu ver.

Recebi perguntas do Eduardo Trindade, estudante da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) e vou respondê-las pelo blog para que outros interessados possam participar e para ganhar tempo, pois nem sempre consigo parar para concatenar meus “pitacos”.

Pergunta 1- Como você vê, como jornalista, o futuro dos jornalistas profissionais com as possibilidades oferecidas aos cidadãos comuns, pelos blogs e plataformas web 2.0 de publicação online?

Um bom jornalista já se adaptou ou procura se encaixar no novo cenário. Sabe trabalhar com várias mídias (imagem, som, texto) e é fluente nessas diversas linguagens. Transita por redes sociais e sabe como usá-las com elegância e ética. Usa ferramentas como blogs, microblogs (Twitter), agregadores, bookmarks e mensagens instantâneas para obter, filtrar, avaliar e difundir notícias e informações.

O texto, a linguagem escrita, a meu ver, permanece como um grande desafio para a nova geração. Afinal, ela é formada por nativos digitais, mais acostumados à fala coloquial.

Esse profissional trabalha o tempo todo com fontes de diversas origens. Avaliar a qualidade da fonte é outro de seus desafios. Nesse cipoal de informações disponíveis, produzir, disseminar e editar informação fidedigna e confiável é tarefa bem complexa.

Ética, direitos autorais e viabilidade econômica dos projetos jornalísticos são questões fundamentais do jornalismo no século 21.

Pergunta 2- O que pode (se é que pode) diferenciar um profissional graduado dos blogueiros amadores em um blog?

Em tese, o amador não tem compromisso com sua audiência (público). O profissional, por seu lado, deve ter conhecimento técnico e ser ético. Na prática, blogueiro e jornalista não se distinguem na qualidade do que é produzido.

Já foi superada a divisão clara e nítida, preto no branco, entre o jornalista e o blogueiro. Há jornalistas blogueiros e blogueiros que são ótimos profissionais das notícias, mesmo sem ter o diploma do curso de jornalismo (se é isso o que define um jornalista). A prática do jornalismo obedece várias regras, tem técnicas, exige conhecimento. Um bom blogueiro não é um desavisado e estuda o universo da comunicação, o que nem todo jornalista faz.

Pergunta 3 – Quantos jornalistas profissionais vc conhece que trabalham apenas com blogs (não vinculados a grande grupos) e qual a faixa de renda destes?

Em outros países, principalmente nos EUA, são muitos os que tem como fonte de renda blogs e que são direta ou indiretamente (por meio de palestras, consultorias etc) remunerados pelo que postam na rede, sejam textos, fotos ou vídeos. No Brasil, percebo blogueiros como estes como casos isolados. São celebridades da blogosfera, um ou outro blogueiro, fotógrafo ou videomaker que consegue pagar as contas com o blogs e a reputação que eles conferem ao autor.

Em tempo: o Tiago Dória escreveu sobre os Super-Heróis dos Blogs, post que vale a visita.

“Para mim, um dos principais efeitos dos blogs é que eles aumentaram o número de pessoas participantes do mercado de opinião”, diz Dória. “Para o jornalismo, área a qual estou mais ligado atualmente, além de trazer novos profissionais, um dos principais efeitos foi ajudar a quebrar o tal do tabu da concorrência“.

“…O assunto pode ser cansativo. Falar de blogs é tão 2007″, comenta.

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