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	<title>anacarmen.com &#187; web 2.0</title>
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		<title>Filtros no jornalismo: um algoritmo decide o que vou saber</title>
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		<pubDate>Wed, 11 May 2011 16:09:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anacarmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Google e Facebook apresentam resultados de acordo um algoritmo baseado em meus dados &#8211; onde estou, que computador uso, que browser utilizo, que links eu clico, quem me adiciona nas redes sociais etc. Esses resultados exibem informações sob medida, a minha medida, e aí mora o perigo para a democracia, defende Eli Pariser em palestra no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Google e Facebook apresentam resultados de acordo um algoritmo baseado em meus dados &#8211; onde estou, que computador uso, que browser utilizo, que links eu clico, quem me adiciona nas redes sociais etc. Esses resultados exibem informações sob medida, a minha medida, e aí mora o perigo para a democracia, defende Eli Pariser em palestra no TED.</p>
<p>Para não perecer em uma bolha, preciso muito mais do que a minha medida. Pariser exemplifica: durante os conflitos no Egito, dois amigos seus fizeram buscas no Google sobre &#8220;Egito&#8221;. Um deles só recebeu links sobre viagens, aspectos geográficos e históricos e outras amenidades a respeito de pirâmides e desertos no dia em que conflitos incendiavam as ruas do país e trabalhavam para derrubar um governo. O algoritmo escondeu da primeira página resultados sobre conflitos e o amigo de Pariser não tinha como saber o que o Google não mostrou. Aliás, nem eu, nem você temos como saber o que não lemos, o que não ficamos sabendo no Google e nas redes sociais.</p>
<p>A morte de um esquilo na sua calçada pode ser mais relevante para você do que a morte de uma pessoa na África, diz Zuckerberg, criador do Facebook. Essa é a lógica do senhor Algoritmo, atual editor de algumas de nossas principais fontes de informação.</p>
<p>Pariser aponta um caminho: senhor Algoritmo, o senhor deve calibrar seus resultados não apenas por relevância, mas por:</p>
<ul>
<li>relevância</li>
<li>importância</li>
<li>desconforto</li>
<li>desafio</li>
<li>diferentes pontos de vista</li>
</ul>
<p>De fenômeno que facilita a circulação das informações, a internet passa a ter guardiães-robôs. Se você quiser acompanhar o papo do Pariser:</p>
<p><!--copy and paste--><object width="446" height="326"><param name="movie" value="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="wmode" value="transparent" /><param name="bgColor" value="#ffffff" /><param name="flashvars" value="vu=http://video.ted.com/talk/stream/2011/Blank/EliPariser_2011-320k.mp4&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/EliPariser-2011.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=432&amp;vh=240&amp;ap=0&amp;ti=1091&amp;lang=eng&amp;introDuration=15330&amp;adDuration=4000&amp;postAdDuration=830&amp;adKeys=talk=eli_pariser_beware_online_filter_bubbles;year=2011;theme=new_on_ted_com;theme=a_taste_of_ted2011;theme=bold_predictions_stern_warnings;theme=what_s_next_in_tech;event=What%27s+Next+in+Tech;tag=Culture;tag=Global+Issues;tag=Technology;tag=journalism;tag=politics;&amp;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="446" height="326" src="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" flashvars="vu=http://video.ted.com/talk/stream/2011/Blank/EliPariser_2011-320k.mp4&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/EliPariser-2011.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=432&amp;vh=240&amp;ap=0&amp;ti=1091&amp;lang=eng&amp;introDuration=15330&amp;adDuration=4000&amp;postAdDuration=830&amp;adKeys=talk=eli_pariser_beware_online_filter_bubbles;year=2011;theme=new_on_ted_com;theme=a_taste_of_ted2011;theme=bold_predictions_stern_warnings;theme=what_s_next_in_tech;event=What%27s+Next+in+Tech;tag=Culture;tag=Global+Issues;tag=Technology;tag=journalism;tag=politics;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" bgcolor="#ffffff" wmode="transparent" pluginspace="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer"></embed></object></p>
<p>&#8220;Boa ideia para um post, hein?&#8221; Foi assim, com um empurrão bem-vindo do <a title="renato targa" href="http://www.renatotarga.com/">Renato</a>, que esse blog saiu do torpor para falar sobre como os filtros automáticos aplicados à seleção de informações podem me colocar em uma bolha autista.</p>
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		<title>Pine Point, a cidade que sumiu</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Mar 2011 18:13:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anacarmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[animação]]></category>
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		<description><![CDATA[
Contar uma história e contar de um jeito novo, sem recursos rococós. Comover com timing de videoclipe e interagir quase nada, só pedir para virar páginas &#8211; de um site.
Gostei muito de Pine Point, a história de uma cidade projetada que desapareceu. Os autores trabalham com revista impressa, olha só. Gostei dos &#8220;Googles&#8221;, como eles [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://interactive.nfb.ca/#/pinepoint"><img class="alignleft size-medium wp-image-1923" title="Welcome-to-Pine-Point_Blog" src="http://www.anacarmen.com/wp-content/uploads/2011/03/Welcome-to-Pine-Point_Blog-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
<p>Contar uma história e contar de um jeito novo, sem recursos rococós. Comover com timing de videoclipe e interagir quase nada, só pedir para virar páginas &#8211; de um site.</p>
<p>Gostei muito de <a title="Pine Point" href="http://interactive.nfb.ca/#/pinepoint">Pine Point</a>, a história de uma cidade projetada que desapareceu. Os autores trabalham com revista impressa, olha só. Gostei dos &#8220;Googles&#8221;, como eles se intitulam.</p>
<p><strong>Clicáveis adoráveis</strong></p>
<p>Na aba <a title="Interativa" href="http://www.nfb.ca/interactive/">Interativa</a> do NFC (National Film Board do Canadá), encontrei outros clicáveis adoráveis, como <a title="My tribe is my life" href="http://interactive.nfb.ca/#/mytribe/">My Tribe is my life</a> (Minha Tribo é minha Vida).</p>
<p>Uma garota de preto, entre o punk, o gótico, o Emo e o Bieber, tem ao fundo um cavalo que corre em círculos. Estão na fazenda e como ela tem internet e as redes sociais, o mundo é largo e a vida é uma festa.</p>
<p>Adorei a forma nessa pesquisa sobre &#8220;Como a internet transforma nossa identidade e relações interpessoais&#8221;, subtítulo do projeto.</p>
<p><strong>iPad e Android</strong></p>
<p>Para quem já tem um, o NFB oferece download de seu <a title="App para iPad e Android" href="http://blog.nfb.ca/2011/03/15/version-2-0-of-the-nfb-films-for-ipad-app-is-now-available-for-download/?ec=en20110323">aplicativo para iPad e Android</a>.</p>
<p>Um pacote todo bacana e certinho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Sem o campo assunto</title>
		<link>http://www.anacarmen.com/blog/2010/12/22/sem-o-campo-assunto/</link>
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		<pubDate>Wed, 22 Dec 2010 21:10:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anacarmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[cibercultura]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
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		<description><![CDATA[ Prato Feito
Email = idade avançada
Se você usa o Facebook e SMS para conversar, você faz o mesmo que os jovens, que trocaram o email por algo mais imediato. Email demora, a nova geração quer interagir em tempo real. Deu no New York Times.
De olho na tendência, Facebook nem tem mais o campo &#8220;assunto&#8221; em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="photo_caption"><a title="Prato Feito" href="http://www.flickr.com/photos/anacarmen/5181370215/"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4149/5181370215_c201239515_m.jpg" alt="Prato Feito" /></a> <span class="caption"><a href="http://www.flickr.com/photos/anacarmen/5181370215/">Prato Feito</a></span></p>
<p style="clear:left;">Email = idade avançada</p>
<p>Se você usa o Facebook e SMS para conversar, você faz o mesmo que os jovens, que trocaram o email por algo mais imediato. Email demora, a nova geração quer interagir em tempo real. Deu no <a title="NYT" href="http://www.nytimes.com/2010/12/21/technology/21email.html?_r=1">New York Times.</a></p>
<p>De olho na tendência, Facebook nem tem mais o campo &#8220;assunto&#8221; em mensagens. Sem assunto.</p>
<p>Eu? Eu gosto mesmo é dos botões &#8220;gostei&#8221; e &#8220;compartilhar&#8221;. Papai Noel, quero esses botões aqui.</p>
<p>Sem assunto, me despeço de 2010. Salve 2011!</p>
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		<title>Webjornalismo</title>
		<link>http://www.anacarmen.com/blog/2010/12/08/webjornalismo/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Dec 2010 18:18:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anacarmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Magaly Prado lança o livro Webjornalismo sobre &#8220;a troca de informações em rede&#8221;, como explica na dedicatória, com a ressalva de que &#8220;jornalismo é jornalismo em qualquer plataforma&#8221;. Certo.
Sempre muito antenada, ela resolveu um enigma que eu mesma já tive de encarar: como falar sobre internet, como escrever sobre internet, sem que o livro fique [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-1873" title="webjornalismo" src="http://www.anacarmen.com/wp-content/uploads/2010/12/webjornalismo-300x300.png" alt="webjornalismo" width="300" height="300" /></p>
<p><a title="Magaly Prado" href="http://magalyprado.com/">Magaly Prado</a> lança o livro <a title="Magaly Prado" href="http://www.magalyprado.com/?tag=webjornalismo">Webjornalismo</a> sobre &#8220;a troca de informações em rede&#8221;, como explica na dedicatória, com a ressalva de que &#8220;jornalismo é jornalismo em qualquer plataforma&#8221;. Certo.</p>
<p>Sempre muito antenada, ela resolveu um enigma que eu mesma já tive de encarar: como falar sobre internet, como escrever sobre internet, sem que o livro fique velho e datado? Sim, porque texto sobre internet é mais perecível que alface e peixe no verão.</p>
<p>Pois essa imagem acima, um código de resposta rápida (quick response code), promete resolver a questão: por meio de um leitor que você baixa no celular, é possível chegar aos links citados em todos os capítulos, fazendo com que o livro dê um salto para o mundo digital, onde é possível renovar tudo incessantemente.</p>
<p>Puxa, Magaly, sensacional. &#8220;Não é? E se eu falo de uma foto, que não está no livro, você pode ver a foto pelo link.&#8221; E muita gente já usou esse recurso? &#8220;Não.&#8221;</p>
<p>QR Code, &#8220;um selo integrador de mídias&#8221;, muito modernex. Você baixa o trequito do <a title="reader kaywa português" href="http://reader.kaywa.com/pt?PHPSESSID=cdcfcb247be6bf851da061062702f656">Reader Kaywa</a> no celular, aponta para a imagem e &#8230;bingo! Ainda não fiz o experimento. Ih&#8230; Nem li o livro, que terá de esperar uma brecha na minha corredeira de fim do ano, só xeretei transversalmente, coisa mais digital de se fazer.</p>
<p>Quis logo registrar aqui o projeto, que fala da prática de jornalismo em épocas bicudas, de &#8220;hibridização de tecnologias e linguagens&#8221;, &#8220;buzz&#8221; e &#8220;leitura rizomática&#8221;. Parece difícil e é mesmo.</p>
<p>Magaly mapeia o tamanho da confusão: fim do diploma de jornalista, &#8220;streaming&#8221;, &#8220;jornalistas multitarefeiros&#8221;, &#8220;lógica do touch&#8221;&#8230; Uma pedreira esse caminho, para quem ainda tem de se situar. E é bom saber tudo isso antes de se jogar na produção. Não é?</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Birds on the wire: arte no YouTube</title>
		<link>http://www.anacarmen.com/blog/2010/09/29/birds-on-the-wire-arte-no-youtube/</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Sep 2010 17:51:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anacarmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quem chamou minha atenção para essa história, de uma música lindinha criada a partir de uma foto de jornal, foi o blog do TEDx Amazônia. Jarbas Agnelli explica como &#8220;tocou&#8221; a música que leu na imagem dos pássaros nos fios. Birds on the Wire é um fenômeno do YouTube e está na lista do YouTube [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.anacarmen.com/blog/2010/09/29/birds-on-the-wire-arte-no-youtube/"><em>Click here to view the embedded video.</em></a></p>
<p>Quem chamou minha atenção para essa história, de uma música lindinha criada a partir de uma foto de jornal, foi o <a title="Parabéns, Jarbas" href="http://tedxamazonia.com.br/posts/view/parabens-jarbas">blog do TEDx Amazônia</a>. Jarbas Agnelli explica como &#8220;tocou&#8221; a música que leu na imagem dos pássaros nos fios. Birds on the Wire é um fenômeno do YouTube e está na lista do <a title="YouTube Play" href="http://www.youtube.com/watch?v=uXAOSg2RN_8&amp;feature=player_embedded">YouTube Play</a>, uma seleção dos melhores vídeos de arte ali postados. Dia 21 de outubro, quando sai o resultado da seleção, espero vê-lo entre os 20 que irão para o Guggenheim. Do YouTube para o museu, do jornal para a orquestra, da vida para a poesia e assim por diante.</p>
<p><strong>Uma foto, um olhar novo</strong>:</p>
<p><a href="http://vimeo.com/7817452">TEDxSP 2009 &#8211; Jarbas Agnelli: &#8220;Birds on the Wires&#8221;, uma música e sua história</a> from <a href="http://vimeo.com/tedxsp">TEDxSP</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O estado em que nos encontramos eu e a internet</title>
		<link>http://www.anacarmen.com/blog/2010/03/17/o-estado-em-que-nos-encontramos-eu-e-a-internet/</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Mar 2010 01:31:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anacarmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ A torre do lobo
Francisco fala como o Cebolinha. Começou a fazer aulas de natação e tem um pouco de medo. Ainda se interessa por caminhar com sapatos de adulto. Quer fazer tudo &#8220;tozinho&#8221;.
Eu voltei a trabalhar fora de casa e estamos os dois estranhando horrores. Eu voltei a trabalhar com internet o dia todo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="photo_caption"><a title="A torre do lobo" href="http://www.flickr.com/photos/anacarmen/4441470927/"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4008/4441470927_d1bcbf508c_m.jpg" alt="A torre do lobo" /></a> <span class="caption"><a href="http://www.flickr.com/photos/anacarmen/4441470927/">A torre do lobo</a></span></p>
<p style="clear:left;">Francisco fala como o Cebolinha. Começou a fazer aulas de natação e tem um pouco de medo. Ainda se interessa por caminhar com sapatos de adulto. Quer fazer tudo &#8220;tozinho&#8221;.</p>
<p>Eu voltei a trabalhar fora de casa e estamos os dois estranhando horrores. Eu voltei a trabalhar com internet o dia todo e, por isso mesmo, olhei com gula para o relatório <a title="The State of the Media" href="http://www.stateofthemedia.org/2010/">The State of Internet,</a> relatório anual do Pew Research Center’s  Project for Excellence in Journalism. Só vontade, ando sem tempo para degustar.</p>
<p>O estado da internet deve ser melhor que o meu estado, imagino. Ô correria. Uma amiga de blog perguntou no post anterior, feito às pressas na época de carnaval: &#8220;Cadê você?&#8221;</p>
<p>Somos duas que não sabem de mim, Vivian. Cadê eu, eu e o meu estado com a internet.</p>
<p>No caminho para a escola, Francisco conversa comigo na cadeirinha instalada no banco de trás do carro.</p>
<p>- &#8220;Mamãe, a torre do lobo. Machucou o bumbum&#8221;.</p>
<p>Tradução: ele viu uma torre igual àquela por onde o lobo desceu na casa do porquinho da casa de tijolo, onde o esperava um caldeirão cheio de água quente, que queimou seu&#8230; bumbum.</p>
<p>- Filho, o nome disso é chaminé.</p>
<p>E assim a vida se esgueira pelas dobras, interessantíssima se a gente tiver olhos para vislumbrar.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Apagão via Twitter</title>
		<link>http://www.anacarmen.com/blog/2009/11/11/apagao-via-twitter/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 12:28:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anacarmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Luz, light, light, luz
Eu estava em casa e me preparava para assistir a um vídeo pelo computador quando veio o apagão. Não me dei conta que era algo mais extenso do que os reparos que a Eletropaulo anda fazendo em meu bairro. Mas Renato e meus pais, que estavam próximos à avenida Paulista, em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="photo_caption"><a title="Luz, light, light, luz" href="http://www.flickr.com/photos/anacarmen/359901350/"><img src="http://farm1.static.flickr.com/137/359901350_abb81c76c2_m.jpg" alt="Luz, light, light, luz" /></a> <span class="caption"><a href="http://www.flickr.com/photos/anacarmen/359901350/">Luz, light, light, luz</a></span></p>
<p style="clear:left;">Eu estava em casa e me preparava para assistir a um vídeo pelo computador quando veio o apagão. Não me dei conta que era algo mais extenso do que os reparos que a Eletropaulo anda fazendo em meu bairro. Mas Renato e meus pais, que estavam próximos à avenida Paulista, em cinco minutos falavam ao telefone sobre a falta de luz que atingia vários bairros.</p>
<p>Celular na mão, procuramos notícia no UOL sobre o apagão. Ainda não havia nada, ah, até para redigir uma notinha levamos alguns minutos. No twitter pipocavam mensagens de vários estados sob a hashtag #apagao e nós ficamos sabendo o que acontecia. Não liguei o rádio, coisa que meu pai, que assiste ao futebol pela TV e ouve a narração pelo rádio, que é mais emocionante, deve ter feito. Coisa de geração.</p>
<p>Assisti ao vídeo, grata por estar em casa e não na rua, como me aconteceu no apagão de 1999. A bateria do computador aguentou até o fim do episódio de FastForward e a mistura de luz de velas, entretenimento pop, celular 3G, noticiário mais eficiente na rede social do que no portal de notícias foi curiosa.</p>
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		<title>Post pago, mostra a sua cara</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 13:22:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anacarmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Post pago/mostra sua cara/quero ver quem paga/para a gente ficar assim/Blogueiro, qual é o seu negócio?/O nome do seu sócio?&#8221;
Claro que Cazuza nem sonhava/tinha pesadelos com posts pagos e blogueiros preocupados com a monetização  de seus textos quando escreveu a letra de &#8220;Brasil&#8221;. Cantarolei essa  versão ao saber que a Comissão Federal de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Post pago/mostra sua cara/quero ver quem paga/para a gente ficar assim/Blogueiro, qual é o seu negócio?/O nome do seu sócio?&#8221;</p>
<p>Claro que Cazuza nem sonhava/tinha pesadelos com posts pagos e blogueiros preocupados com a monetização  de seus textos quando escreveu a letra de &#8220;Brasil&#8221;. Cantarolei essa  versão ao saber que a Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos definiu diretrizes para a responsabilidade civil sobre o post pago: blogueiro que receber para divulgar um produto terá de explicitar que o fez.</p>
<p>O jabá tornou-se ilícito, veja só. Presentinho, jantar, viagem, pagamento, qualquer retribuição em troca de divulgação ou promoção deve ser anunciada para o leitor.</p>
<p>&#8220;A partir de dezembro, blogueiros, tuiteiros e marqueteiros on-line dos Estados Unidos terão que contar aos consumidores quando forem pagos ou receberem presentes e outros brindes para escrever resenhas positivas ou posts promocionais&#8221;, explica  a <a title="Folha Online" href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u633709.shtml">Folha Online</a>.</p>
<p>Quem descumprir a determinação, pagará <a title="Multa para jabá" href="http://blogs.journalism.co.uk/editors/2009/10/06/new-ftc-rules-us-bloggers-must-disclose-payments-for-reviews/">multa de US$ 11 mil</a>: “Violating the rules, which take effect December 1, could bring fines up to $11,000 per violation. Bloggers or advertisers also could face injunctions and be ordered to reimburse consumers for financial losses stemming from inappropriate product reviews.”</p>
<p>Achei muito saudável. São boas novas. Vamos nessa, Brasil?</p>
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		<title>Download do livro Cultura digital</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 18:07:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anacarmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Câmera digital
Cheguei, achei a caixa postal com uma centena de mensagens. É vida digital. No meio delas, achei esse link para download do livro Cultura Digital. Claro que ainda não deu tempo de ler, mas pesquei uns trechinhos.
&#8220;O livro Cultura Digital Br é uma obra de intervenção. Foi pensado para provocar reflexão e ação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="photo_caption"><a title="Câmera digital" href="http://www.flickr.com/photos/anacarmen/3968892503/"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2536/3968892503_b4a70b81f2_m.jpg" alt="Câmera digital" /></a> <span class="caption"><a href="http://www.flickr.com/photos/anacarmen/3968892503/">Câmera digital</a></span></p>
<p style="clear:left;">Cheguei, achei a caixa postal com uma centena de mensagens. É vida digital. No meio delas, achei esse link para<a title="Cultura Digital" href="http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2009/09/cultura-digital-br.pdf"> download do livro Cultura Digital</a>. Claro que ainda não deu tempo de ler, mas pesquei uns trechinhos.</p>
<p>&#8220;O livro Cultura Digital Br é uma obra de intervenção. Foi pensado para provocar reflexão e ação em seus leitores&#8221;, adverte Rodrigo Savazoni logo nas primeiras linhas.</p>
<p>&#8220;Enfim, existe uma real carência de representação conceitual para os fenômenos surgidos no âmbito da cultura digital. Yochai Benkler, que refletiu criativamente sobre a possibilidade de uma teoria política da rede, enxerga na emergência das redes sociais e da produção dos pares uma alternativa a ambos os sistemas proprietários fudamentados nas lógicas do estado ou do mercado. Este novo “sistema operacional” da cultura seria capaz de fomentar  ao mesmo tempo criatividade, produtividade e liberdade, satisfazendo igualmente às demandas tanto de indivíduos quanto de coletividades&#8221;, escreve José Murilo Carvalho Junior.</p>
<p><strong>10 + 10</strong></p>
<p>O mesmo povo envolvido com o Fórum de Cultura Digital leva a conversa até Santos nessa quinta e sexta, dias 1 e 2.</p>
<p>Gilberto Gil, Pierre Levy, André Lemos, Laymert García, Alfredo Manevy, Cláudio Prado e Sérgio Amadeu  discutem cibercultura:  um balanço e reflexão sobre os últimos dez anos e os próximos dez da cultura digital no Brasil e no mundo.</p>
<p>Dá para <a title="Ao vivo" href="http://www.cpflcultura.com.br/">acompanhar ao vivo</a>.</p>
<p>&#8220;O primeiro dia, quinta-feira agora (dia 1º), será uma discussão sobre os últimos dez anos e sobre os próximos dez. Daí o nome do evento: Cibercultura 10+10. A sexta-feira (dia 2) será outra coisa: uma oficina de remix&#8221;, explica o release.</p>
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		<title>#zemayerfacts</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Sep 2009 12:32:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anacarmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[fun]]></category>
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		<description><![CDATA[ Sex
Sempre achei que internet e besteira (jogo, fun, farra) foram feitos um  para o outro.
Prova disso é o sucesso da tag #zemayerfacts, que está &#8220;galgando o pódium&#8221; dos assuntos mais comentados no Twitter, para usar uma expressão tão cafona quanto o conceito par-romântico-principal-da novela-das-8-da-Globo.
Ninguém acreditou que o José Mayer é novamente o gostosão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="photo_caption"><a title="Sex" href="http://www.flickr.com/photos/anacarmen/301433937/"><img src="http://farm1.static.flickr.com/109/301433937_f3efbd8495_m.jpg" alt="Sex" /></a> <span class="caption"><a href="http://www.flickr.com/photos/anacarmen/301433937/">Sex</a></span></p>
<p style="clear:left;">Sempre achei que internet e besteira (jogo, fun, farra) foram feitos um  para o outro.</p>
<p>Prova disso é o sucesso da tag <a title="#zemayerfacts" href="http://search.twitter.com/search?q=Zemayerfacts">#zemayerfacts</a>, que está &#8220;galgando o pódium&#8221; dos assuntos mais comentados no Twitter, para usar uma expressão tão cafona quanto o conceito par-romântico-principal-da novela-das-8-da-Globo.</p>
<p>Ninguém acreditou que o José Mayer é novamente o gostosão da novela. A resposta coletiva foi cheia de humor, adoro isso. Para quem desceu da nave ainda agorinha, copio algumas das pérolas que o povo está colecionando:</p>
<p>José Mayer não conta carneirinhos, conta Helenas.</p>
<p>@diallmeida: 2 coisas contribuíram para a explosão demográfica humana: a revolução industrial e o nascimento do zé mayer.</p>
<p>@patiporto: Maria era virgem porque José não era Mayer</p>
<p>@7ropz: O movimento feminista surgiu porque Ze Mayer estava dando um intervalinho</p>
<p>O Zé Mayer está explorando o pré-sal.</p>
<p>@liviacarolinne: estudos comprovam q as mulheres tendem a se relacionar c/ homens parecidos com seus pais. meu pai parece com o zé mayer</p>
<p>@renatotarga Madonna só ficou com o Jesus Luz porque o Zé Mayer achou que ela era muito velha pra ele. Pegava mal.</p>
<p>@leandrocabido: Don Juan se deitou com 1000 mulheres. Zé Mayer que passou o telefone delas</p>
<p>@rjmeneghello: &#8230;se você perguntar que horas são para o Zé Mayer, ele responde &#8220;Faltam 3, 2, 1&#8230;&#8221; e depois te come</p>
<p>@garotona Darth Vader: &#8220;Zé Mayer, I&#8217;m your son&#8221;</p>
<p>@jakis_: Na Roma antiga, Baco dava festas com vinho e orgia em homenagem a Zé Mayer!</p>
<p>@Pitterdias: Se zé mayer comprasse a microsoft, ela mudaria o nome para bighard</p>
<p>@japeta_: Quando jovem, José Mayer gostava de escrever em seu diário, mais tarde ele ficou conhecido como &#8220;Kama Sutra&#8221;</p>
<p><span id="msgtxt4053036529"> <a onclick="pageTracker._trackPageview('/exit/to/maribubbles')" href="http://twitter.com/maribubbles" target="_blank"></a>@maribubbles: Na casa do zé mayer nem o azeite é virgem. <a href="http://search.twitter.com/search?q=%23zemayerfacts">#<strong>zemayerfacts</strong></a></span></p>
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