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	<title>anacarmen.com &#187; tv</title>
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		<title>Boni chamaria os jovens para reinventar a TV</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Dec 2011 03:26:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Boni disse que se tivesse de criar um novo modelo para a TV hoje chamaria os jovens, que entendem de internet. No programa Roda Viva, da TV Cultura, decretou o fim. A internet, as redes sociais, os aplicativos móveis, tudo isso transformou a televisão, disse ele. Se eu tivesse que criar um novo modelo, chamaria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Boni disse que se tivesse de criar um novo modelo para a TV hoje chamaria os jovens, que entendem de internet. No programa Roda Viva, da TV Cultura, decretou o fim. A internet, as redes sociais, os aplicativos móveis, tudo isso transformou a televisão, disse ele. Se eu tivesse que criar um novo modelo, chamaria os jovens para pensar, a nova geração que entende disso.</p>
<p>Como twitteira convidada, escrevi isso e postei em várias redes sociais. Com hashtags, anunciei o futuro lá mesmo, na internet. E Paulo Caruso, atento, fez essa linda caricatura. Sou a última da direita. Estou por cima (rs).</p>
<p><a href="http://www.anacarmen.com/wp-content/uploads/2011/12/IMG_2992.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2134" title="IMG_2992" src="http://www.anacarmen.com/wp-content/uploads/2011/12/IMG_2992-300x224.jpg" alt="" width="300" height="224" /></a></p>
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		<title>Webjornalismo</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Dec 2010 18:18:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[
Magaly Prado lança o livro Webjornalismo sobre &#8220;a troca de informações em rede&#8221;, como explica na dedicatória, com a ressalva de que &#8220;jornalismo é jornalismo em qualquer plataforma&#8221;. Certo.
Sempre muito antenada, ela resolveu um enigma que eu mesma já tive de encarar: como falar sobre internet, como escrever sobre internet, sem que o livro fique [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-1873" title="webjornalismo" src="http://www.anacarmen.com/wp-content/uploads/2010/12/webjornalismo-300x300.png" alt="webjornalismo" width="300" height="300" /></p>
<p><a title="Magaly Prado" href="http://magalyprado.com/">Magaly Prado</a> lança o livro <a title="Magaly Prado" href="http://www.magalyprado.com/?tag=webjornalismo">Webjornalismo</a> sobre &#8220;a troca de informações em rede&#8221;, como explica na dedicatória, com a ressalva de que &#8220;jornalismo é jornalismo em qualquer plataforma&#8221;. Certo.</p>
<p>Sempre muito antenada, ela resolveu um enigma que eu mesma já tive de encarar: como falar sobre internet, como escrever sobre internet, sem que o livro fique velho e datado? Sim, porque texto sobre internet é mais perecível que alface e peixe no verão.</p>
<p>Pois essa imagem acima, um código de resposta rápida (quick response code), promete resolver a questão: por meio de um leitor que você baixa no celular, é possível chegar aos links citados em todos os capítulos, fazendo com que o livro dê um salto para o mundo digital, onde é possível renovar tudo incessantemente.</p>
<p>Puxa, Magaly, sensacional. &#8220;Não é? E se eu falo de uma foto, que não está no livro, você pode ver a foto pelo link.&#8221; E muita gente já usou esse recurso? &#8220;Não.&#8221;</p>
<p>QR Code, &#8220;um selo integrador de mídias&#8221;, muito modernex. Você baixa o trequito do <a title="reader kaywa português" href="http://reader.kaywa.com/pt?PHPSESSID=cdcfcb247be6bf851da061062702f656">Reader Kaywa</a> no celular, aponta para a imagem e &#8230;bingo! Ainda não fiz o experimento. Ih&#8230; Nem li o livro, que terá de esperar uma brecha na minha corredeira de fim do ano, só xeretei transversalmente, coisa mais digital de se fazer.</p>
<p>Quis logo registrar aqui o projeto, que fala da prática de jornalismo em épocas bicudas, de &#8220;hibridização de tecnologias e linguagens&#8221;, &#8220;buzz&#8221; e &#8220;leitura rizomática&#8221;. Parece difícil e é mesmo.</p>
<p>Magaly mapeia o tamanho da confusão: fim do diploma de jornalista, &#8220;streaming&#8221;, &#8220;jornalistas multitarefeiros&#8221;, &#8220;lógica do touch&#8221;&#8230; Uma pedreira esse caminho, para quem ainda tem de se situar. E é bom saber tudo isso antes de se jogar na produção. Não é?</p>
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		<title>Quem vê a Copa na TV digital grita gol depois</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Jun 2010 14:19:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anacarmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ tecnologia e gambiarras
Assisti ao primeiro jogo do Brasil no escritório, que tem a TV mais antiga. Ali, as crianças faziam miséria na cadeira de balanço e pulavam na frente da tela, em ambiente de dispersão total. (No problema, foi um joguinho sem vergonha mesmo).
Nesta salinha do público café-com-leite gritamos gol antes dos que assistiam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="photo_caption"><a title="tv_digital" href="http://www.flickr.com/photos/anacarmen/1809764119/"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2090/1809764119_83be3f93d6_m.jpg" alt="tv_digital" /></a> <span class="caption"><a href="http://www.flickr.com/photos/anacarmen/1809764119/">tecnologia e gambiarras</a></span></p>
<p style="clear:left;">Assisti ao primeiro jogo do Brasil no escritório, que tem a TV mais antiga. Ali, as crianças faziam miséria na cadeira de balanço e pulavam na frente da tela, em ambiente de dispersão total. (No problema, foi um joguinho sem vergonha mesmo).</p>
<p>Nesta salinha do público café-com-leite gritamos gol antes dos que assistiam ao jogo na sala diante de uma tela plana com transmissão digital. Foi ridículo: com tanta tecnologia, eles souberam pelas crianças (e pela TV analógica a cabo) que o Brasil escapou do vexame inexplicável diante da Coréia do Norte. Gol!</p>
<p>Achei (via <a title="GJOL" href="http://gjol.blogspot.com/2010/06/por-que-seu-vizinho-grita-gol-antes-do.html#links">GJol</a>) uma explicação para o curioso delay, dada por <a title="Luís Sicupira Neto" href="http://www.forumpcs.com.br/coluna.php?b=268096">Luís Sucupira Neto</a>: o sinal digital vai até o satélite (faz baldeação, portanto), volta, é decodificado e comprimido (precisa ser lavado, escovado e embalado) para somente então chegar ao consumidor final. O analógico não precisa de tanto tratamento. E o radinho de pilha, quem diria, ganha em velocidade dos dois.</p>
<p>Para os malucos por futebol &#8211; 99,8% dos brasileiros &#8211; recomenda-se um radinho de pilha na orelha para acompanhar a imagem lindona da tela plana. Só rindo.</p>
<p>Ou como diz o <a title="Renato Targa" href="http://twitter.com/renatotarga">@renatotarga</a>, meu querido: &#8220;Malucos por futebol com radinho de pilha? É smarthphone de última geração com  headphone bluetooth (exceto iPhone, que não tem sinal FM)&#8221;.</p>
<p><strong>Mapão do desempenho do Brasil </strong></p>
<p>Nesse<a title="Brasil nas Copas" href="http://www.estadao.com.br/especiais/2010/06/copa_brasil_campanhas.shtm"> infográfico lindo </a>do Estadão dá para monitorar a performance da seleção brasileira em cada partida em mundiais, desde a estreia em 1930. Outra dica do GJOL.</p>
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		<title>Novo prédio da Rádio e TV na USP</title>
		<link>http://www.anacarmen.com/blog/2009/10/16/novo-predio-da-radio-e-tv-na-usp/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 14:05:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anacarmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ TV digital
O professor Luis Fernando Angerami, da Escola de Comunicações e Artes da USP, avisa que dia 21 de outubro será inaugurado um prédio novinho para o curso de Rádio e TV.
Se der, apareço, viu?
Fiquei com vontade de voltar para a ECA. Quando eu estudei ali, nos anos 80, usava equipamentos paleozóicos.
Câmeras em preto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="photo_caption"><a title="TV digital" href="http://www.flickr.com/photos/anacarmen/102216616/"><img src="http://farm1.static.flickr.com/39/102216616_087d759512_m.jpg" alt="TV digital" /></a> <span class="caption"><a href="http://www.flickr.com/photos/anacarmen/102216616/">TV digital</a></span></p>
<p style="clear:left;">O professor Luis Fernando Angerami, da Escola de Comunicações e Artes da USP, avisa que dia 21 de outubro será inaugurado um prédio novinho para o curso de <a title="Audiovisual" href="http://www.eca.usp.br/audiovisual/">Rádio e TV</a>.</p>
<p>Se der, apareço, viu?</p>
<p>Fiquei com vontade de voltar para a ECA. Quando eu estudei ali, nos anos 80, usava equipamentos paleozóicos.</p>
<p>Câmeras em preto e branco, bitola larguíssima, umas fitas que se desmanchavam sozinhas e que você editava na gilete. Isso, fita magnética, imagine, na gilete. Uma grande porcaria.</p>
<p>Eram herança da TV Tupi. Não serviam para nadica, mas a gente inventava e se virava. Não saía lá uma maravilha, mas a gente treinou tudo o que devia: enquadramento, luz, roteiro, direção. Treinou também fazer alguma coisa a partir do nada, na base do improviso e da criatividade.</p>
<p>Todo mundo se salvou. Quem saiu do curso e seguiu carreira nas artes visuais, fez sucesso e tudo. Quem não ficou tão famoso, como eu, ainda assim, lustrou as idéias.</p>
<p>Minha tese é que o curso ensinava a pensar e, inclusive por absoluta falta de condições, não era nada técnico. Aposto minhas fichas no sucesso de um curso assim.</p>
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		<title>Os vampiros de Sookie Stackhouse</title>
		<link>http://www.anacarmen.com/blog/2009/10/07/os-vampiros-de-sookie-stackhouse/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 16:29:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anacarmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ lua
Cada um segue a novela que pode e eu viciei-me, confesso, nas histórias de vampiros de Sookie Stackhouse. O formato dos livrinhos é idêntico aos de Sabrina. Traduzi uma vez um livrinho da Sabrina e pude verificar a extensão da baboseira ali.
Estou no quinto livrinho da série escrita por Charlaine Harris (um bestseller do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="photo_caption"><a title="lua" href="http://www.flickr.com/photos/anacarmen/3987053657/"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2461/3987053657_b4e248b938_m.jpg" alt="lua" /></a> <span class="caption"><a href="http://www.flickr.com/photos/anacarmen/3987053657/">lua</a></span></p>
<p style="clear:left;">Cada um segue a novela que pode e eu viciei-me, confesso, nas histórias de vampiros de Sookie Stackhouse. O formato dos livrinhos é idêntico aos de Sabrina. Traduzi uma vez um livrinho da Sabrina e pude verificar a extensão da baboseira ali.</p>
<p>Estou no quinto livrinho da série escrita por Charlaine Harris (um bestseller do New York Times, como anuncia o selo na capa) e já vi todas as temporadas de &#8220;True Blood&#8221;, a adaptação para a TV feita pela HBO. Acredito estar habilitada a atestar a extensão da baboseira contida ali.</p>
<p>É interessante observar como o roteirista da série da TV arredondou e suavizou as besteiras de dona Charlaine. A foto da autora na orelha é inverossímil: uma mulher bem rechonchudona com colar de pérolas, toda sorridente. Não parece alguém interessada em vampiros. Mas parece uma leitora de Sabrina, aha!</p>
<p>É ela quem escreve a saga da garçonete Sookie Stackhouse, que acha finíssimo combinar a cor do batom com os brincos e que namora vampiros, sai com lobisomens e enfrenta bruxas. Uma salada mal escrita. Uma Sabrina pop.</p>
<p>Outra confirmação de que a historinha vicia: senti-me mais segura ao deixar a livraria ontem com outros três livrinhos sobre a brega da Sookie. Estoque suficiente para o feriado. Alívio.</p>
<p>Agora tem um &#8220;shapeshifter&#8221; que vira tigre, um &#8220;tigresomem&#8221;. É uma salada sem vergonha essa. Tão cheia de buracos que eu me sinto um gênio ao pinçar frases repetidas de livrinho em livrinho. &#8220;Provavelmente, a última coisa que os japoneses esperavam quando inventaram um sangue artificial é que sua disponibilidade traria os vampiros do reino das lendas para as luzes dos fatos.&#8221;</p>
<p>Essa frase deve ter 11 versões (uma para cada livro). É sempre um rearranjo para encher linguiça. Não gosto de terror, mas desde Lestat, o vampiro roqueiro, eu sentia falta de uma besteira desse porte.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>#zemayerfacts</title>
		<link>http://www.anacarmen.com/blog/2009/09/17/zemayerfacts/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 Sep 2009 12:32:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anacarmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Sex
Sempre achei que internet e besteira (jogo, fun, farra) foram feitos um  para o outro.
Prova disso é o sucesso da tag #zemayerfacts, que está &#8220;galgando o pódium&#8221; dos assuntos mais comentados no Twitter, para usar uma expressão tão cafona quanto o conceito par-romântico-principal-da novela-das-8-da-Globo.
Ninguém acreditou que o José Mayer é novamente o gostosão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="photo_caption"><a title="Sex" href="http://www.flickr.com/photos/anacarmen/301433937/"><img src="http://farm1.static.flickr.com/109/301433937_f3efbd8495_m.jpg" alt="Sex" /></a> <span class="caption"><a href="http://www.flickr.com/photos/anacarmen/301433937/">Sex</a></span></p>
<p style="clear:left;">Sempre achei que internet e besteira (jogo, fun, farra) foram feitos um  para o outro.</p>
<p>Prova disso é o sucesso da tag <a title="#zemayerfacts" href="http://search.twitter.com/search?q=Zemayerfacts">#zemayerfacts</a>, que está &#8220;galgando o pódium&#8221; dos assuntos mais comentados no Twitter, para usar uma expressão tão cafona quanto o conceito par-romântico-principal-da novela-das-8-da-Globo.</p>
<p>Ninguém acreditou que o José Mayer é novamente o gostosão da novela. A resposta coletiva foi cheia de humor, adoro isso. Para quem desceu da nave ainda agorinha, copio algumas das pérolas que o povo está colecionando:</p>
<p>José Mayer não conta carneirinhos, conta Helenas.</p>
<p>@diallmeida: 2 coisas contribuíram para a explosão demográfica humana: a revolução industrial e o nascimento do zé mayer.</p>
<p>@patiporto: Maria era virgem porque José não era Mayer</p>
<p>@7ropz: O movimento feminista surgiu porque Ze Mayer estava dando um intervalinho</p>
<p>O Zé Mayer está explorando o pré-sal.</p>
<p>@liviacarolinne: estudos comprovam q as mulheres tendem a se relacionar c/ homens parecidos com seus pais. meu pai parece com o zé mayer</p>
<p>@renatotarga Madonna só ficou com o Jesus Luz porque o Zé Mayer achou que ela era muito velha pra ele. Pegava mal.</p>
<p>@leandrocabido: Don Juan se deitou com 1000 mulheres. Zé Mayer que passou o telefone delas</p>
<p>@rjmeneghello: &#8230;se você perguntar que horas são para o Zé Mayer, ele responde &#8220;Faltam 3, 2, 1&#8230;&#8221; e depois te come</p>
<p>@garotona Darth Vader: &#8220;Zé Mayer, I&#8217;m your son&#8221;</p>
<p>@jakis_: Na Roma antiga, Baco dava festas com vinho e orgia em homenagem a Zé Mayer!</p>
<p>@Pitterdias: Se zé mayer comprasse a microsoft, ela mudaria o nome para bighard</p>
<p>@japeta_: Quando jovem, José Mayer gostava de escrever em seu diário, mais tarde ele ficou conhecido como &#8220;Kama Sutra&#8221;</p>
<p><span id="msgtxt4053036529"> <a onclick="pageTracker._trackPageview('/exit/to/maribubbles')" href="http://twitter.com/maribubbles" target="_blank"></a>@maribubbles: Na casa do zé mayer nem o azeite é virgem. <a href="http://search.twitter.com/search?q=%23zemayerfacts">#<strong>zemayerfacts</strong></a></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Bode rei, cabra rainha</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Apr 2009 23:25:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anacarmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[agenda]]></category>
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		<description><![CDATA[
Bode rei, cabra rainha, filme de Helena Tassara que foi escolhido como o melhor média metragem da última Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, estará na TV Cultura. Ele abre a programação de Janela Brasil na quinta, dia 9, às 22h10.
Eu já vi e gostei. Tem humor, poesia, pastoreio, cenas de buchada explícita. Helena [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.anacarmen.com/wp-content/uploads/2009/04/boderei.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-854" title="boderei" src="http://www.anacarmen.com/wp-content/uploads/2009/04/boderei.jpg" alt="" width="280" height="277" /></a></p>
<p><a title="Bode rei, cabra rainha" href="http://www.mostra.org/32/exib_filme.php?filme=272">Bode rei, cabra rainha</a>, filme de Helena Tassara que foi escolhido como o melhor média metragem da última Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, estará na TV Cultura. Ele abre a programação de <a title="Janela Brasil" href="http://www.tvcultura.com.br/janelabrasil/">Janela Brasil </a>na quinta, dia 9, às 22h10.</p>
<p>Eu já vi e gostei. Tem humor, poesia, pastoreio, cenas de buchada explícita. Helena contou que a carne preparada como churrasco é saborosa. Eu, por meu lado, compreendo bem uma senhora que diz no filme não conseguir comer o bicho que cria. Eu costumava alimentar coelhos no sítio de meus tios e eles viravam tapetinhos. Foi um ótimo treinamento para virar veggie.</p>
<p>Leia mais sobre<a title="Zeca Baleiro" href="http://www.anacarmen.com/blog/2009/03/24/trova-de-zeca-baleiro-o-brasil-pela-janela/"> Zeca Baleiro</a> nesse filme.</p>
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		<title>Em boca fechada não entra mosquito</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Nov 2008 16:03:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anacarmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ frog
Eu ia falar mal dos repórteres de TV que &#8220;fazem poesia&#8221; durante as passagens. Passagens são aqueles segundos de glória para o jornalista, quando ele aparece no vídeo ensanduichado entre as imagens da reportagem.
É na passagem que a poesia-meleca se concentra e alça vôos atlânticos, é na passagem que as metáforas pululam como sapos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="photo_caption"><a title="frog" href="http://www.flickr.com/photos/anacarmen/3029096181/"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3156/3029096181_e7bc375b71_m.jpg" alt="frog" /></a> <span class="caption"><a href="http://www.flickr.com/photos/anacarmen/3029096181/">frog</a></span></p>
<p style="clear:left;">Eu ia falar mal dos repórteres de TV que &#8220;fazem poesia&#8221; durante as passagens. Passagens são aqueles segundos de glória para o jornalista, quando ele aparece no vídeo ensanduichado entre as imagens da reportagem.</p>
<p>É na passagem que a poesia-meleca se concentra e alça vôos atlânticos, é na passagem que as metáforas pululam como sapos do brejo.</p>
<p>Detesto essas passagens standard, elas têm um tom de voz e um estilo narrativo que me dão nos nervos. São um extrato de chavões, lugares comuns e filosofia de rabeira de caminhão.</p>
<p>Mas só digo uma coisa: o sapo não lava o pé, não lava porque não quer.</p>
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		<title>Estarei pelo twitter no Roda Viva com Ivaldo</title>
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		<pubDate>Sat, 17 May 2008 20:52:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anacarmen</dc:creator>
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Nesta segunda-feira participo do programa Roda Viva, da TV Cultura. A entrevista é com o bailarino, coreógrafo e mestre Ivado Bertazzo, de quem fui aluna por dois anos e de quem sou fã, tiete e admiradora. A minha participação será via Twitter. Acompanhe, comente, converse comigo. Vamos experimentar essa nova ferramenta na cobertura jornalística. Estou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.anacarmen.com/wp-content/uploads/2008/05/ivaldobertazzo.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-613" title="ivaldobertazzo" src="http://www.anacarmen.com/wp-content/uploads/2008/05/ivaldobertazzo.jpg" alt="" width="58" height="108" /></a></p>
<p>Nesta segunda-feira participo do programa Roda Viva, da TV Cultura. A entrevista é com o bailarino, coreógrafo e mestre <a title="Ivaldo Bertazzo" href="http://www.ivaldobertazzo.com.br/">Ivado Bertazzo</a>, de quem fui aluna por dois anos e de quem sou fã, tiete e admiradora. A minha participação será <a title="Twitter anacarmen" href="http://twitter.com/anacarmen">via Twitter</a>. Acompanhe, comente, converse comigo. Vamos experimentar essa nova ferramenta na cobertura jornalística. Estou curiosa para ver se dá samba. Você pode também <a title="Envie pergunta para o Roda Viva" href="http://www.tvcultura.com.br/rodaviva/comenteeparticipe.asp">enviar sua pergunta via internet para o programa.</a></p>
<p>Estou feliz por ser Ivaldo  o entrevistado, sou fã de carteirinha desde que o entrevistei pela primeira vez, ainda nos anos 80, quando ele já falava em transformar pessoas comuns em bailarinos em seus espetáculos, quando ele já falava em cidadãos dançantes. Depois tornei-me aluna de sua escola, quase participei de um de seus espetáculos (o horário do jornal, na época, não combinava com os ensaios, não deu certo).</p>
<p>O método de preparação corporal de Ivaldo, baseado nas cadeias musculares de Godelieve Denys-Struyf, é seríssimo, assim como seu trabalho de misturar danças orientais e de roda com música brasileira. Então, ficamos combinados: segunda, dia 19, às 22h40, ao vivo, na TV Cultura. Espero você.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O veredicto para o jornalismo cidadão sugere limitações</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Mar 2008 15:44:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anacarmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Está no relatório The State of the News Media 2008: &#8220;O veredicto para o jornalismo cidadão no momento sugere limitações&#8221;. Bonito esse rococó para dizer: &#8220;não é tudo aquilo que se dizia ser&#8221;. Está na quinta edição do relatório Anual do Projeto para Excelência em Jornalismo (Project for Excellence in Journalism &#8211; journalism.org), que aponta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Está no relatório <a href="http://www.stateofthenewsmedia.org/2008/index.php" title="The State of the News Media 2008">The State of the News Media 2008</a>: &#8220;O veredicto para o jornalismo cidadão no momento sugere limitações&#8221;. Bonito esse rococó para dizer: &#8220;não é tudo aquilo que se dizia ser&#8221;. Está na quinta edição do relatório Anual do Projeto para Excelência em Jornalismo (<a href="http://journalism.org/" title="PEJ">Project for Excellence in Journalism &#8211; </a><a href="http://journalism.org/" title="PEJ">journalism.org</a>), que aponta as tendências da mídia nos Estados Unidos.</p>
<p>Isso é apenas o começo do relatório. É bombástico. Vamos por episódios, como se fosse uma novela.</p>
<h3>A realidade é cada vez mais complexa</h3>
<p>&#8220;Os críticos tendem a ver a tecnologia como promotora da democratização da mídia e o jornalismo tradicional em declínio. O público, dizem, fragmentou-se com as novas fontes de informação. Algumas pessoas até disseminam a noção de &#8220;Cauda Longa&#8221; (Long Tail).</p>
<p>A realidade surge cada vez mais complexa. Mesmo com tantas novas fontes, mais pessoas consomem hoje o que as redações tradicionais (antigas)  produzem do que antes, principalmente da imprensa escrita.  Os sites do top 10, ligados a velhas marcas, pertencem a uma oligarquia que comanda uma parte maior da audiência do que comanda nos veículos tradicionais. O veredicto para o jornalismo cidadão sugere limitações. As pesquisas mostram que blogs e sites ligados a assuntos públicos atraem uma audiência menor do que se esperava e são produzidos por pessoas com formação ainda mais de elite do que os jornalistas<sup>.&#8221;</sup></p>
<h3>Pensar como um internauta</h3>
<p>Acompanho o debate sobre a produção de conteúdo pelo público &#8211; jornalismo grassroots, open source, código aberto, colaborativo, enfim, jornalismo cidadão &#8211; com atenção. Poucas gerações têm a oportunidade de testemunhar uma transformação tão drástica, em tão pouco tempo, na comunicação. Por isso acredito ser importante prestar atenção àquilo que um relatório desses diz. É um dado novo no tabuleiro.</p>
<p>Como procurei registrar nos posts anteriores, com trechos do debate promovido pela BBC sobre o tema, a produção de conteúdo feita pelo internauta é assunto do momento, cheio de arestas e partes mal iluminadas. Os grandes portais brasileiros deram depoimentos preciosos. Estou a mastigar o que eles disseram antes de opinar, mas saltou as olhos que a BBC, como empresa jornalística tradicional, mostra-se ágil para incluir o internauta como produtor de informação.</p>
<p>A meu ver, uma das maiores falhas que se pode cometer na reestruturação das redações é uma abordagem de empresa aqui, usuário lá. É um erro ater-se à identificação de oportunidades para tirar proveito daquilo o &#8220;usuário&#8221;, o &#8220;cliente&#8221; ou o &#8220;leitor&#8221; produz, quando o melhor seria pensar de forma inversa, pensar como um internauta faria. Acho que a BBC percebeu um pouco essa diferença e começou a &#8220;pensar&#8221; como um internauta. Esse é um ótimo rumo.</p>
<h3>No próximo episódio, as grandes tendências</h3>
<p><a href="http://www.stateofthenewsmedia.org/2008/narrative_overview_eight.php?cat=1&amp;media=1" title="Major Trends">As grandes tendências:</a></p>
<ul>
<li> A notícia deixa de ser um produto para se tornar um serviço.</li>
<li> As perspectivas  para o conteúdo feito pelo usuário, antes imaginadas como centrais para a próxima era do jornalismo, agora aparecem mais limitadas.</li>
<li> E mais&#8230;</li>
</ul>
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