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	<title>anacarmen.com &#187; redes sociais</title>
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		<title>Occupy Wall Street</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Oct 2011 14:49:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anacarmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Liberty Street
Tenso o clima lá em Liberty Plaza, viu? Disse que ia espiar e contava, pois bem: um desses guindastes de consertar poste de luz abriga uma estação policial que tudo acompanha. Nada fica barato, vai tudo para os arquivos. Aliás, vi mais câmeras ali que em entrevista coletiva. Uma grande ágora (como andam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="photo_caption"><a title="Liberty Street" href="http://www.flickr.com/photos/anacarmen/6252242183/"><img src="http://farm7.static.flickr.com/6100/6252242183_4aa265a6c4_m.jpg" alt="Liberty Street" /></a> <span class="caption"><a href="http://www.flickr.com/photos/anacarmen/6252242183/">Liberty Street</a></span></p>
<p style="clear: left;">Tenso o clima lá em Liberty Plaza, viu? Disse que ia espiar e contava, pois bem: um desses guindastes de consertar poste de luz abriga uma estação policial que tudo acompanha. Nada fica barato, vai tudo para os arquivos. Aliás, vi mais câmeras ali que em entrevista coletiva. Uma grande ágora (como andam dizendo) midiática.</p>
<p>Em Wall Street propriamente dita, mais tensão ainda. Tudo bloqueado, guardas na frente dos bancos, uma turista advertida porque parou para fotografar (não fui eu, estava ciente do climão). Circulando, circulando, ralhou o policial.</p>
<p>Tenso. Ainda mais com o Marco Zero ali ao lado, com as lembranças pesadas.</p>
<p>Acabo de ver no site <a title="Occupy Wall St" href="http://occupywallst.org/">.org</a> que hoje que hoje foram retirados geradores de energia. Polida, mas decididamente.</p>
<p>No aeroporto vi um homem de terno puxando sua malinha de mão preta-executivo-padrão que exibia adesivos em todas as faces: 99%. Eles usam terno também.</p>
<p>Não deixo aqui nenhuma conclusão, só registro essa impressão de força na surdina, de tensão não expressa, contida.</p>
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		<title>Sem o campo assunto</title>
		<link>http://www.anacarmen.com/blog/2010/12/22/sem-o-campo-assunto/</link>
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		<pubDate>Wed, 22 Dec 2010 21:10:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anacarmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[cibercultura]]></category>
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		<description><![CDATA[ Prato Feito
Email = idade avançada
Se você usa o Facebook e SMS para conversar, você faz o mesmo que os jovens, que trocaram o email por algo mais imediato. Email demora, a nova geração quer interagir em tempo real. Deu no New York Times.
De olho na tendência, Facebook nem tem mais o campo &#8220;assunto&#8221; em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="photo_caption"><a title="Prato Feito" href="http://www.flickr.com/photos/anacarmen/5181370215/"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4149/5181370215_c201239515_m.jpg" alt="Prato Feito" /></a> <span class="caption"><a href="http://www.flickr.com/photos/anacarmen/5181370215/">Prato Feito</a></span></p>
<p style="clear:left;">Email = idade avançada</p>
<p>Se você usa o Facebook e SMS para conversar, você faz o mesmo que os jovens, que trocaram o email por algo mais imediato. Email demora, a nova geração quer interagir em tempo real. Deu no <a title="NYT" href="http://www.nytimes.com/2010/12/21/technology/21email.html?_r=1">New York Times.</a></p>
<p>De olho na tendência, Facebook nem tem mais o campo &#8220;assunto&#8221; em mensagens. Sem assunto.</p>
<p>Eu? Eu gosto mesmo é dos botões &#8220;gostei&#8221; e &#8220;compartilhar&#8221;. Papai Noel, quero esses botões aqui.</p>
<p>Sem assunto, me despeço de 2010. Salve 2011!</p>
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		<title>Webjornalismo</title>
		<link>http://www.anacarmen.com/blog/2010/12/08/webjornalismo/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Dec 2010 18:18:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anacarmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Magaly Prado lança o livro Webjornalismo sobre &#8220;a troca de informações em rede&#8221;, como explica na dedicatória, com a ressalva de que &#8220;jornalismo é jornalismo em qualquer plataforma&#8221;. Certo.
Sempre muito antenada, ela resolveu um enigma que eu mesma já tive de encarar: como falar sobre internet, como escrever sobre internet, sem que o livro fique [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-1873" title="webjornalismo" src="http://www.anacarmen.com/wp-content/uploads/2010/12/webjornalismo-300x300.png" alt="webjornalismo" width="300" height="300" /></p>
<p><a title="Magaly Prado" href="http://magalyprado.com/">Magaly Prado</a> lança o livro <a title="Magaly Prado" href="http://www.magalyprado.com/?tag=webjornalismo">Webjornalismo</a> sobre &#8220;a troca de informações em rede&#8221;, como explica na dedicatória, com a ressalva de que &#8220;jornalismo é jornalismo em qualquer plataforma&#8221;. Certo.</p>
<p>Sempre muito antenada, ela resolveu um enigma que eu mesma já tive de encarar: como falar sobre internet, como escrever sobre internet, sem que o livro fique velho e datado? Sim, porque texto sobre internet é mais perecível que alface e peixe no verão.</p>
<p>Pois essa imagem acima, um código de resposta rápida (quick response code), promete resolver a questão: por meio de um leitor que você baixa no celular, é possível chegar aos links citados em todos os capítulos, fazendo com que o livro dê um salto para o mundo digital, onde é possível renovar tudo incessantemente.</p>
<p>Puxa, Magaly, sensacional. &#8220;Não é? E se eu falo de uma foto, que não está no livro, você pode ver a foto pelo link.&#8221; E muita gente já usou esse recurso? &#8220;Não.&#8221;</p>
<p>QR Code, &#8220;um selo integrador de mídias&#8221;, muito modernex. Você baixa o trequito do <a title="reader kaywa português" href="http://reader.kaywa.com/pt?PHPSESSID=cdcfcb247be6bf851da061062702f656">Reader Kaywa</a> no celular, aponta para a imagem e &#8230;bingo! Ainda não fiz o experimento. Ih&#8230; Nem li o livro, que terá de esperar uma brecha na minha corredeira de fim do ano, só xeretei transversalmente, coisa mais digital de se fazer.</p>
<p>Quis logo registrar aqui o projeto, que fala da prática de jornalismo em épocas bicudas, de &#8220;hibridização de tecnologias e linguagens&#8221;, &#8220;buzz&#8221; e &#8220;leitura rizomática&#8221;. Parece difícil e é mesmo.</p>
<p>Magaly mapeia o tamanho da confusão: fim do diploma de jornalista, &#8220;streaming&#8221;, &#8220;jornalistas multitarefeiros&#8221;, &#8220;lógica do touch&#8221;&#8230; Uma pedreira esse caminho, para quem ainda tem de se situar. E é bom saber tudo isso antes de se jogar na produção. Não é?</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Birds on the wire: arte no YouTube</title>
		<link>http://www.anacarmen.com/blog/2010/09/29/birds-on-the-wire-arte-no-youtube/</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Sep 2010 17:51:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anacarmen</dc:creator>
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		<category><![CDATA[foto]]></category>
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		<category><![CDATA[Jarbas Agnelli]]></category>
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		<description><![CDATA[Quem chamou minha atenção para essa história, de uma música lindinha criada a partir de uma foto de jornal, foi o blog do TEDx Amazônia. Jarbas Agnelli explica como &#8220;tocou&#8221; a música que leu na imagem dos pássaros nos fios. Birds on the Wire é um fenômeno do YouTube e está na lista do YouTube [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.anacarmen.com/blog/2010/09/29/birds-on-the-wire-arte-no-youtube/"><em>Click here to view the embedded video.</em></a></p>
<p>Quem chamou minha atenção para essa história, de uma música lindinha criada a partir de uma foto de jornal, foi o <a title="Parabéns, Jarbas" href="http://tedxamazonia.com.br/posts/view/parabens-jarbas">blog do TEDx Amazônia</a>. Jarbas Agnelli explica como &#8220;tocou&#8221; a música que leu na imagem dos pássaros nos fios. Birds on the Wire é um fenômeno do YouTube e está na lista do <a title="YouTube Play" href="http://www.youtube.com/watch?v=uXAOSg2RN_8&amp;feature=player_embedded">YouTube Play</a>, uma seleção dos melhores vídeos de arte ali postados. Dia 21 de outubro, quando sai o resultado da seleção, espero vê-lo entre os 20 que irão para o Guggenheim. Do YouTube para o museu, do jornal para a orquestra, da vida para a poesia e assim por diante.</p>
<p><strong>Uma foto, um olhar novo</strong>:</p>
<p><a href="http://vimeo.com/7817452">TEDxSP 2009 &#8211; Jarbas Agnelli: &#8220;Birds on the Wires&#8221;, uma música e sua história</a> from <a href="http://vimeo.com/tedxsp">TEDxSP</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
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		<title>O estado em que nos encontramos eu e a internet</title>
		<link>http://www.anacarmen.com/blog/2010/03/17/o-estado-em-que-nos-encontramos-eu-e-a-internet/</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Mar 2010 01:31:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anacarmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ A torre do lobo
Francisco fala como o Cebolinha. Começou a fazer aulas de natação e tem um pouco de medo. Ainda se interessa por caminhar com sapatos de adulto. Quer fazer tudo &#8220;tozinho&#8221;.
Eu voltei a trabalhar fora de casa e estamos os dois estranhando horrores. Eu voltei a trabalhar com internet o dia todo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="photo_caption"><a title="A torre do lobo" href="http://www.flickr.com/photos/anacarmen/4441470927/"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4008/4441470927_d1bcbf508c_m.jpg" alt="A torre do lobo" /></a> <span class="caption"><a href="http://www.flickr.com/photos/anacarmen/4441470927/">A torre do lobo</a></span></p>
<p style="clear:left;">Francisco fala como o Cebolinha. Começou a fazer aulas de natação e tem um pouco de medo. Ainda se interessa por caminhar com sapatos de adulto. Quer fazer tudo &#8220;tozinho&#8221;.</p>
<p>Eu voltei a trabalhar fora de casa e estamos os dois estranhando horrores. Eu voltei a trabalhar com internet o dia todo e, por isso mesmo, olhei com gula para o relatório <a title="The State of the Media" href="http://www.stateofthemedia.org/2010/">The State of Internet,</a> relatório anual do Pew Research Center’s  Project for Excellence in Journalism. Só vontade, ando sem tempo para degustar.</p>
<p>O estado da internet deve ser melhor que o meu estado, imagino. Ô correria. Uma amiga de blog perguntou no post anterior, feito às pressas na época de carnaval: &#8220;Cadê você?&#8221;</p>
<p>Somos duas que não sabem de mim, Vivian. Cadê eu, eu e o meu estado com a internet.</p>
<p>No caminho para a escola, Francisco conversa comigo na cadeirinha instalada no banco de trás do carro.</p>
<p>- &#8220;Mamãe, a torre do lobo. Machucou o bumbum&#8221;.</p>
<p>Tradução: ele viu uma torre igual àquela por onde o lobo desceu na casa do porquinho da casa de tijolo, onde o esperava um caldeirão cheio de água quente, que queimou seu&#8230; bumbum.</p>
<p>- Filho, o nome disso é chaminé.</p>
<p>E assim a vida se esgueira pelas dobras, interessantíssima se a gente tiver olhos para vislumbrar.</p>
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		<title>Apagão via Twitter</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 12:28:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anacarmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Luz, light, light, luz
Eu estava em casa e me preparava para assistir a um vídeo pelo computador quando veio o apagão. Não me dei conta que era algo mais extenso do que os reparos que a Eletropaulo anda fazendo em meu bairro. Mas Renato e meus pais, que estavam próximos à avenida Paulista, em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="photo_caption"><a title="Luz, light, light, luz" href="http://www.flickr.com/photos/anacarmen/359901350/"><img src="http://farm1.static.flickr.com/137/359901350_abb81c76c2_m.jpg" alt="Luz, light, light, luz" /></a> <span class="caption"><a href="http://www.flickr.com/photos/anacarmen/359901350/">Luz, light, light, luz</a></span></p>
<p style="clear:left;">Eu estava em casa e me preparava para assistir a um vídeo pelo computador quando veio o apagão. Não me dei conta que era algo mais extenso do que os reparos que a Eletropaulo anda fazendo em meu bairro. Mas Renato e meus pais, que estavam próximos à avenida Paulista, em cinco minutos falavam ao telefone sobre a falta de luz que atingia vários bairros.</p>
<p>Celular na mão, procuramos notícia no UOL sobre o apagão. Ainda não havia nada, ah, até para redigir uma notinha levamos alguns minutos. No twitter pipocavam mensagens de vários estados sob a hashtag #apagao e nós ficamos sabendo o que acontecia. Não liguei o rádio, coisa que meu pai, que assiste ao futebol pela TV e ouve a narração pelo rádio, que é mais emocionante, deve ter feito. Coisa de geração.</p>
<p>Assisti ao vídeo, grata por estar em casa e não na rua, como me aconteceu no apagão de 1999. A bateria do computador aguentou até o fim do episódio de FastForward e a mistura de luz de velas, entretenimento pop, celular 3G, noticiário mais eficiente na rede social do que no portal de notícias foi curiosa.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>#zemayerfacts</title>
		<link>http://www.anacarmen.com/blog/2009/09/17/zemayerfacts/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 Sep 2009 12:32:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anacarmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[fun]]></category>
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		<description><![CDATA[ Sex
Sempre achei que internet e besteira (jogo, fun, farra) foram feitos um  para o outro.
Prova disso é o sucesso da tag #zemayerfacts, que está &#8220;galgando o pódium&#8221; dos assuntos mais comentados no Twitter, para usar uma expressão tão cafona quanto o conceito par-romântico-principal-da novela-das-8-da-Globo.
Ninguém acreditou que o José Mayer é novamente o gostosão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="photo_caption"><a title="Sex" href="http://www.flickr.com/photos/anacarmen/301433937/"><img src="http://farm1.static.flickr.com/109/301433937_f3efbd8495_m.jpg" alt="Sex" /></a> <span class="caption"><a href="http://www.flickr.com/photos/anacarmen/301433937/">Sex</a></span></p>
<p style="clear:left;">Sempre achei que internet e besteira (jogo, fun, farra) foram feitos um  para o outro.</p>
<p>Prova disso é o sucesso da tag <a title="#zemayerfacts" href="http://search.twitter.com/search?q=Zemayerfacts">#zemayerfacts</a>, que está &#8220;galgando o pódium&#8221; dos assuntos mais comentados no Twitter, para usar uma expressão tão cafona quanto o conceito par-romântico-principal-da novela-das-8-da-Globo.</p>
<p>Ninguém acreditou que o José Mayer é novamente o gostosão da novela. A resposta coletiva foi cheia de humor, adoro isso. Para quem desceu da nave ainda agorinha, copio algumas das pérolas que o povo está colecionando:</p>
<p>José Mayer não conta carneirinhos, conta Helenas.</p>
<p>@diallmeida: 2 coisas contribuíram para a explosão demográfica humana: a revolução industrial e o nascimento do zé mayer.</p>
<p>@patiporto: Maria era virgem porque José não era Mayer</p>
<p>@7ropz: O movimento feminista surgiu porque Ze Mayer estava dando um intervalinho</p>
<p>O Zé Mayer está explorando o pré-sal.</p>
<p>@liviacarolinne: estudos comprovam q as mulheres tendem a se relacionar c/ homens parecidos com seus pais. meu pai parece com o zé mayer</p>
<p>@renatotarga Madonna só ficou com o Jesus Luz porque o Zé Mayer achou que ela era muito velha pra ele. Pegava mal.</p>
<p>@leandrocabido: Don Juan se deitou com 1000 mulheres. Zé Mayer que passou o telefone delas</p>
<p>@rjmeneghello: &#8230;se você perguntar que horas são para o Zé Mayer, ele responde &#8220;Faltam 3, 2, 1&#8230;&#8221; e depois te come</p>
<p>@garotona Darth Vader: &#8220;Zé Mayer, I&#8217;m your son&#8221;</p>
<p>@jakis_: Na Roma antiga, Baco dava festas com vinho e orgia em homenagem a Zé Mayer!</p>
<p>@Pitterdias: Se zé mayer comprasse a microsoft, ela mudaria o nome para bighard</p>
<p>@japeta_: Quando jovem, José Mayer gostava de escrever em seu diário, mais tarde ele ficou conhecido como &#8220;Kama Sutra&#8221;</p>
<p><span id="msgtxt4053036529"> <a onclick="pageTracker._trackPageview('/exit/to/maribubbles')" href="http://twitter.com/maribubbles" target="_blank"></a>@maribubbles: Na casa do zé mayer nem o azeite é virgem. <a href="http://search.twitter.com/search?q=%23zemayerfacts">#<strong>zemayerfacts</strong></a></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>O futuro e a cultura digital</title>
		<link>http://www.anacarmen.com/blog/2009/08/19/o-futuro-e-a-cultura-digital/</link>
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		<pubDate>Wed, 19 Aug 2009 13:40:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anacarmen</dc:creator>
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		<category><![CDATA[ministro da cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[ da cor de seu cabelo
Parar para pensar no futuro é essencial. Sem sonho não se inventa a vida.
Outro dia, ouvi o ministro da Cultura, Juca Ferreira, falar sobre a necessidade de pensar o futuro. Gostei do ângulo do pensamento dele. Estávamos em uma coletiva para blogueiros durante o File e ele anunciava a ida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="photo_caption"><a title="da cor de seu cabelo" href="http://www.flickr.com/photos/anacarmen/3000249305/"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3158/3000249305_80f020a492_m.jpg" alt="da cor de seu cabelo" /></a> <span class="caption"><a href="http://www.flickr.com/photos/anacarmen/3000249305/">da cor de seu cabelo</a></span></p>
<p style="clear:left;">Parar para pensar no futuro é essencial. Sem sonho não se inventa a vida.</p>
<p>Outro dia, ouvi o ministro da Cultura, Juca Ferreira, falar sobre a necessidade de pensar o futuro. Gostei do ângulo do pensamento dele. Estávamos em uma coletiva para blogueiros durante o<a title="File" href="http://www.file.org.br/"> File</a> e ele anunciava a ida do Festival Internacional de Linguagem Eletrônica para as comemorações do aniversário de Brasília no ano que vem. &#8220;Na renovação do sonho de Brasília, as artes digitais podem cumprir uma parte importante&#8221;, disse o ministro.</p>
<p>A coletiva contava também com o<a title="Ecologia digital" href="http://ecodigital.blogspot.com/"> José Murilo</a> para lançamento do Fórum de Cultura Digital, uma rede social que propõe debater alguns &#8220;<a title="Eixos do fórum da cultura digital" href="http://www.culturadigital.br/blog/2009/08/08/eixos-tematicos-do-forum-comecam-a-debater-propostas/">eixos</a>&#8220;:</p>
<p>- Memória digital</p>
<p>- Economia da cultura digital: Falou-se no &#8220;arranjo negocial&#8221;</p>
<p>- Infraestrutura: sem servidor, não se vai a lugar nenhum na internet. Falou-se em torrent.</p>
<p>- Arte Digital</p>
<p>- Comunicação Digital. Murilo falou em &#8220;convergência das mídias&#8221;.</p>
<p>Fiquei de postar aqui um registro sobre esse encontro e fui engolida pela falta de tempo. Por isso, só agora falo desse debate que ainda não consegui acompanhar pelo Fórum. Recebo diariamente convites para &#8220;ficar amiga&#8221; dos integrantes dessa comunidade, mas não consegui ir além, por enquanto &#8211; minha economia do tempo precisa urgente de &#8220;planejamento negocial&#8221;, será? Acho que é nos <a title="Cultura Digital grupos" href="http://www.culturadigital.br/groups/ ">grupos </a>que a conversa rola.</p>
<p><strong>Domínio Público</strong></p>
<p>Recebi hoje um email daqueles tipo corrente sobre o acervo do <a title="Domínio Público" href="http://www.dominiopublico.gov.br">Domínio Público</a>, que estaria para sair do ar por falta de acesso. Só pode ser piada ou desinformação.</p>
<p>O povo do governo federal discutindo o futuro da Cultura Digital e esse endereço, xodozinho do conteúdo sem copyright, ameaçado?</p>
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		<title>Lançamento do fórum da Cultura Digital no File</title>
		<link>http://www.anacarmen.com/blog/2009/07/29/lancamento-do-forum-da-cultura-digital-no-file/</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Jul 2009 06:34:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anacarmen</dc:creator>
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		<category><![CDATA[blog]]></category>
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		<category><![CDATA[debate]]></category>
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		<category><![CDATA[rede social]]></category>

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		<description><![CDATA[ Shades take pictures, too
O Fórum da Cultura Digital será oficialmente lançado nesta sexta, dia 31, no Festival Internacional de Linguagem Eletrônica (FILE), com a presença de blogueiros e do ministro da Cultura,  Juca Ferreira e do gerente de Cultura Digital, José Murilo.
É uma rede social que sai da fase beta, em que era [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="photo_caption"><a title="Shades take pictures, too" href="http://www.flickr.com/photos/anacarmen/216080044/"><img src="http://farm1.static.flickr.com/66/216080044_ac9c9fae19_m.jpg" alt="Shades take pictures, too" /></a> <span class="caption"><a href="http://www.flickr.com/photos/anacarmen/216080044/">Shades take pictures, too</a></span></p>
<p style="clear:left;">O <a title="Cultura Digital" href="http://www.culturadigital.br/">Fórum da Cultura Digital</a> será oficialmente lançado nesta sexta, dia 31, no <a title="File" href="http://www.file.org.br/">Festival Internacional de Linguagem Eletrônica (FILE)</a>, com a presença de blogueiros e do ministro da Cultura,  Juca Ferreira e do gerente de Cultura Digital, <a title="Ecologia Digital" href="http://ecodigital.blogspot.com/">José Murilo.</a></p>
<p>É uma rede social que sai da fase beta, em que era fechada para convidados, e passa a ser &#8220;espaço público e aberto voltado para a formulação e a construção democrática de uma política pública de cultura digital, integrando cidadãos e instituições governamentais, estatais, da sociedade civil e do mercado&#8221;.</p>
<p>Devo comparecer ao debate no File. Se você quiser, pode acompanhar por aqui:</p>
<p><a title="ao vivo" href="http://www.culturadigital.br/aovivo">www.culturadigital.br/aovivo</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Esse papo de Web 2.0 já era</title>
		<link>http://www.anacarmen.com/blog/2009/04/15/esse-papo-de-web-20-ja-era/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Apr 2009 13:49:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anacarmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Passado glorioso
Assisti uma parte do debate entre Geert Lovink e Ronaldo Lemos no auditório do Tuca (PUC/SP), que me atraiu porque prometia uma discussão sobre web 2.0 temperada com idéias sobre produção artística e discussão de autoria. Embora tenha saído do Tuca empastelada de sono, infelizmente vencida pelo cansaço do dia, guardei ecos de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="photo_caption"><a title="Passado glorioso" href="http://www.flickr.com/photos/anacarmen/3441634177/"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3546/3441634177_50dd1d6246_m.jpg" alt="Passado glorioso" /></a> <span class="caption"><a href="http://www.flickr.com/photos/anacarmen/3441634177/">Passado glorioso</a></span></p>
<p style="clear:left;">Assisti uma parte do<a title="debate" href="http://net-trends.ning.com/"> debate</a> entre <a title="Debate netart" href="http://www.anacarmen.com/blog/2009/04/06/estamos-preparados-para-o-publico-20/">Geert Lovink e Ronaldo Lemos</a> no auditório do Tuca (PUC/SP), que me atraiu porque prometia uma discussão sobre web 2.0 temperada com idéias sobre produção artística e discussão de autoria. Embora tenha saído do Tuca empastelada de sono, infelizmente vencida pelo cansaço do dia, guardei ecos de frases interessantes. A conversa pode ser retomada pelo Twitter do <a title="netart_studies twitter" href="http://twitter.com/netart_studies">netart.studies</a></p>
<p>Lovink quer estudar os buscadores e a Wikipedia. Esse negócio de blogs, diz ele, é só um pedacinho da conversa. Concordo totalmente (outro dia até <a title="jornalismo e blogs" href="http://www.anacarmen.com/blog/2009/04/13/jornalismo-e-blogs/">escrevi sobre blogs</a> porque um estudante pediu, mas acho isso miúdo). Peixe grande hoje são os buscadores e as redes sociais</p>
<p>Os buscadores, comenta Lovink, para muitos são hoje a única coisa que interessa na internet. &#8220;Achei bonitinho quando ouvi de uma pessoa que ela não usava mais internet, só o Google&#8221;, citou.</p>
<p>A Wikipedia, acredita ele, precisa ser estudada com seriedade, não adianta ficarmos em uma conversa de &#8220;olha, a Wikipedia é legal&#8221; enquanto os detratores dizem sempre a mesma coisa: olha como a Wikipedia é falha. Essa crítica e essa defesa precisam ser aperfeiçoadas, conclui o pesquisador holandês.</p>
<p>As redes sociais estão nas mãos de empresas (Facebook, Orkut, MySpace, citou). &#8220;Nas redes sociais, o momento é semelhante à  transição do Blogger para o WordPress&#8221;, comparou ele. E falou das ferramentas open source para criação de redes.</p>
<p><strong>Arte na pista</strong></p>
<p>Ronaldo Lemos me surpreendeu ao discutir arte e tecnologia, por ser professor de direito e lembrar de gatos verde-limão criados por engenharia genética como um ato artístico e por debater alter-modernismo. Vou simplificar aqui a discussão, o que não ajuda muito, mas é o que um blog de gente apressada consegue. Ele aposta em 4 caminhos para o encontro da arte com tecnologia:</p>
<p>1- Levar até as últimas conseqüências os rompimentos que a tecnologia permitiu</p>
<p>2- Trabalhar com suportes obsoletos (citou a gravação de vídeos digitais em vinil)</p>
<p>3- Encarar a pesquisa científica (o exemplo do gato verde-limão)</p>
<p>4- A apropriação da tecnologia por parte das periferias globais (citou um roteiro mundial de fenômenos como o <a title="tecnobrega de belém" href="http://overmundo.com.br/overblog/belem-do-rock-da-aparelhagem-e-de-tudo-mais">tecnobrega de Belém</a>)</p>
<p><strong>Mais:</strong> na <a title="Netart" href="http://netart.incubadora.fapesp.br/portal">Netart </a></p>
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