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	<title>anacarmen.com &#187; internet</title>
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		<title>Boni chamaria os jovens para reinventar a TV</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Dec 2011 03:26:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anacarmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Boni disse que se tivesse de criar um novo modelo para a TV hoje chamaria os jovens, que entendem de internet. No programa Roda Viva, da TV Cultura, decretou o fim. A internet, as redes sociais, os aplicativos móveis, tudo isso transformou a televisão, disse ele. Se eu tivesse que criar um novo modelo, chamaria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Boni disse que se tivesse de criar um novo modelo para a TV hoje chamaria os jovens, que entendem de internet. No programa Roda Viva, da TV Cultura, decretou o fim. A internet, as redes sociais, os aplicativos móveis, tudo isso transformou a televisão, disse ele. Se eu tivesse que criar um novo modelo, chamaria os jovens para pensar, a nova geração que entende disso.</p>
<p>Como twitteira convidada, escrevi isso e postei em várias redes sociais. Com hashtags, anunciei o futuro lá mesmo, na internet. E Paulo Caruso, atento, fez essa linda caricatura. Sou a última da direita. Estou por cima (rs).</p>
<p><a href="http://www.anacarmen.com/wp-content/uploads/2011/12/IMG_2992.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2134" title="IMG_2992" src="http://www.anacarmen.com/wp-content/uploads/2011/12/IMG_2992-300x224.jpg" alt="" width="300" height="224" /></a></p>
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		<title>Naveen Naqvi, que não pode andar nas ruas</title>
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		<pubDate>Mon, 23 May 2011 16:58:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anacarmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão digital]]></category>
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		<description><![CDATA[ Naveen Naqvi
&#8220;As pessoas devem abordá-la  quando você anda na rua&#8221;, comentei com a jornalista paquistanesa Naveen Naqvi assim que começamos a conversar. Pensava no sucesso que apresentadores de TV fazem no Brasil e de como caminhar na rua pode ser complicado para uma celebridade da mídia.
Imaginei Naveen, tão simpática e bonita, âncora de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="photo_caption"><a title="Naveen Naqvi" href="http://www.flickr.com/photos/anacarmen/5731730433/"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2005/5731730433_82c29d4500_m.jpg" alt="Naveen Naqvi" /></a> <span class="caption"><a href="http://www.flickr.com/photos/anacarmen/5731730433/">Naveen Naqvi</a></span></p>
<p style="clear: left;">&#8220;As pessoas devem abordá-la  quando você anda na rua&#8221;, comentei com a jornalista paquistanesa <a title="Naveen Naqvi" href="http://naveenaqvi.com/">Naveen Naqvi</a> assim que começamos a conversar. Pensava no sucesso que apresentadores de TV fazem no Brasil e de como caminhar na rua pode ser complicado para uma celebridade da mídia.</p>
<p>Imaginei Naveen, tão simpática e bonita, âncora de TV e blogueira, distribuindo autógrafos e sorrisos na rua. Engano meu.</p>
<p>&#8220;Mas eu não ando na rua. No Paquistão, mulheres não andam nas ruas. Ficamos em ambientes fechados. Não uso véu, ando da forma como estou vestida agora, mas só homens andam nas ruas.&#8221;</p>
<p>Ih, comecei a ter ideia da distância de realidades. Os costumes islâmicos, porém, não a intimidaram. Naveen amplificou sua voz com o <a title="Gawaahi" href="http://gawaahi.com/">Gawaahi</a>, um projeto pessoal pelos direitos humanos e democracia, voltado para o jornalismo cidadão (colaborativo). Esse levante digital que se observa nos países islâmicos também passa por suas mãos.</p>
<p>Na semana passada, depois de uma troca de emails, intermediada pela embaixada do Brasil no Paquistão, eu e ela combinamos um encontro. Pelo Google, ela conheceu a coleção de livros que escrevi com o Roberto Taddei, &#8220;Conquiste a Rede&#8221;, e quis que eu contasse para os paquistaneses como é que se faz isso, conquistar.</p>
<p>Achei que seria interessante que ela conhecesse outros pontos de vista além do meu jeito de contribuir para a inclusão digital, muito discreto, trabalho de formiguinha ano após ano. Os livros seguem seu caminho, continuam a ser lidos, parece que ainda se aprende neles, passados cinco anos, alguma coisa sobre como publicar conteúdo na internet. Sugeri uma conversa com amigos na <a title="Casa da Cultura Digital" href="http://www.casadaculturadigital.com.br/">Casa da Cultura Digital</a>, em São Paulo, uma bonita vila inglesa construída nos anos 20 na Barra Funda. Além dos amigos e de outros pontos de vista, um bonito cenário para as gravações.</p>
<p>Em uma tarde dessas que parece um parênteses na vida, em que se faz uma amiga em poucas horas e depois já vêm as despedidas, conversamos sobre blogs, ideias, mudanças, educação, política, religião, pão de queijo. Foi um prazer. Conquistar a rede é assim, uma prática que mistura cultura, amigos, comida, ideias.</p>
<p>&#8220;Gosto de mish mash&#8221;, disse Naveen. &#8220;Gawaahi não é só sobre política, é um mish mash, e é criticado por isso&#8221;.</p>
<p>&#8220;Prefiro também o mish mash&#8221;, respondi. Rimos, no meio de um parênteses.</p>
<p><strong>Gawaahi</strong>: <a title="Gawaahi" href="http://gawaahi.com/">gawaahi.com</a></p>
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		<title>Filtros no jornalismo: um algoritmo decide o que vou saber</title>
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		<pubDate>Wed, 11 May 2011 16:09:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anacarmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[cibercultura]]></category>
		<category><![CDATA[cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Google e Facebook apresentam resultados de acordo um algoritmo baseado em meus dados &#8211; onde estou, que computador uso, que browser utilizo, que links eu clico, quem me adiciona nas redes sociais etc. Esses resultados exibem informações sob medida, a minha medida, e aí mora o perigo para a democracia, defende Eli Pariser em palestra no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Google e Facebook apresentam resultados de acordo um algoritmo baseado em meus dados &#8211; onde estou, que computador uso, que browser utilizo, que links eu clico, quem me adiciona nas redes sociais etc. Esses resultados exibem informações sob medida, a minha medida, e aí mora o perigo para a democracia, defende Eli Pariser em palestra no TED.</p>
<p>Para não perecer em uma bolha, preciso muito mais do que a minha medida. Pariser exemplifica: durante os conflitos no Egito, dois amigos seus fizeram buscas no Google sobre &#8220;Egito&#8221;. Um deles só recebeu links sobre viagens, aspectos geográficos e históricos e outras amenidades a respeito de pirâmides e desertos no dia em que conflitos incendiavam as ruas do país e trabalhavam para derrubar um governo. O algoritmo escondeu da primeira página resultados sobre conflitos e o amigo de Pariser não tinha como saber o que o Google não mostrou. Aliás, nem eu, nem você temos como saber o que não lemos, o que não ficamos sabendo no Google e nas redes sociais.</p>
<p>A morte de um esquilo na sua calçada pode ser mais relevante para você do que a morte de uma pessoa na África, diz Zuckerberg, criador do Facebook. Essa é a lógica do senhor Algoritmo, atual editor de algumas de nossas principais fontes de informação.</p>
<p>Pariser aponta um caminho: senhor Algoritmo, o senhor deve calibrar seus resultados não apenas por relevância, mas por:</p>
<ul>
<li>relevância</li>
<li>importância</li>
<li>desconforto</li>
<li>desafio</li>
<li>diferentes pontos de vista</li>
</ul>
<p>De fenômeno que facilita a circulação das informações, a internet passa a ter guardiães-robôs. Se você quiser acompanhar o papo do Pariser:</p>
<p><!--copy and paste--><object width="446" height="326"><param name="movie" value="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="wmode" value="transparent" /><param name="bgColor" value="#ffffff" /><param name="flashvars" value="vu=http://video.ted.com/talk/stream/2011/Blank/EliPariser_2011-320k.mp4&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/EliPariser-2011.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=432&amp;vh=240&amp;ap=0&amp;ti=1091&amp;lang=eng&amp;introDuration=15330&amp;adDuration=4000&amp;postAdDuration=830&amp;adKeys=talk=eli_pariser_beware_online_filter_bubbles;year=2011;theme=new_on_ted_com;theme=a_taste_of_ted2011;theme=bold_predictions_stern_warnings;theme=what_s_next_in_tech;event=What%27s+Next+in+Tech;tag=Culture;tag=Global+Issues;tag=Technology;tag=journalism;tag=politics;&amp;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="446" height="326" src="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" flashvars="vu=http://video.ted.com/talk/stream/2011/Blank/EliPariser_2011-320k.mp4&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/EliPariser-2011.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=432&amp;vh=240&amp;ap=0&amp;ti=1091&amp;lang=eng&amp;introDuration=15330&amp;adDuration=4000&amp;postAdDuration=830&amp;adKeys=talk=eli_pariser_beware_online_filter_bubbles;year=2011;theme=new_on_ted_com;theme=a_taste_of_ted2011;theme=bold_predictions_stern_warnings;theme=what_s_next_in_tech;event=What%27s+Next+in+Tech;tag=Culture;tag=Global+Issues;tag=Technology;tag=journalism;tag=politics;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" bgcolor="#ffffff" wmode="transparent" pluginspace="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer"></embed></object></p>
<p>&#8220;Boa ideia para um post, hein?&#8221; Foi assim, com um empurrão bem-vindo do <a title="renato targa" href="http://www.renatotarga.com/">Renato</a>, que esse blog saiu do torpor para falar sobre como os filtros automáticos aplicados à seleção de informações podem me colocar em uma bolha autista.</p>
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		<title>Pine Point, a cidade que sumiu</title>
		<link>http://www.anacarmen.com/blog/2011/03/25/pine-point-a-cidade-que-sumiu/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Mar 2011 18:13:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anacarmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[animação]]></category>
		<category><![CDATA[celular]]></category>
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		<description><![CDATA[
Contar uma história e contar de um jeito novo, sem recursos rococós. Comover com timing de videoclipe e interagir quase nada, só pedir para virar páginas &#8211; de um site.
Gostei muito de Pine Point, a história de uma cidade projetada que desapareceu. Os autores trabalham com revista impressa, olha só. Gostei dos &#8220;Googles&#8221;, como eles [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://interactive.nfb.ca/#/pinepoint"><img class="alignleft size-medium wp-image-1923" title="Welcome-to-Pine-Point_Blog" src="http://www.anacarmen.com/wp-content/uploads/2011/03/Welcome-to-Pine-Point_Blog-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
<p>Contar uma história e contar de um jeito novo, sem recursos rococós. Comover com timing de videoclipe e interagir quase nada, só pedir para virar páginas &#8211; de um site.</p>
<p>Gostei muito de <a title="Pine Point" href="http://interactive.nfb.ca/#/pinepoint">Pine Point</a>, a história de uma cidade projetada que desapareceu. Os autores trabalham com revista impressa, olha só. Gostei dos &#8220;Googles&#8221;, como eles se intitulam.</p>
<p><strong>Clicáveis adoráveis</strong></p>
<p>Na aba <a title="Interativa" href="http://www.nfb.ca/interactive/">Interativa</a> do NFC (National Film Board do Canadá), encontrei outros clicáveis adoráveis, como <a title="My tribe is my life" href="http://interactive.nfb.ca/#/mytribe/">My Tribe is my life</a> (Minha Tribo é minha Vida).</p>
<p>Uma garota de preto, entre o punk, o gótico, o Emo e o Bieber, tem ao fundo um cavalo que corre em círculos. Estão na fazenda e como ela tem internet e as redes sociais, o mundo é largo e a vida é uma festa.</p>
<p>Adorei a forma nessa pesquisa sobre &#8220;Como a internet transforma nossa identidade e relações interpessoais&#8221;, subtítulo do projeto.</p>
<p><strong>iPad e Android</strong></p>
<p>Para quem já tem um, o NFB oferece download de seu <a title="App para iPad e Android" href="http://blog.nfb.ca/2011/03/15/version-2-0-of-the-nfb-films-for-ipad-app-is-now-available-for-download/?ec=en20110323">aplicativo para iPad e Android</a>.</p>
<p>Um pacote todo bacana e certinho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Birds on the wire: arte no YouTube</title>
		<link>http://www.anacarmen.com/blog/2010/09/29/birds-on-the-wire-arte-no-youtube/</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Sep 2010 17:51:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anacarmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[foto]]></category>
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		<category><![CDATA[Jarbas Agnelli]]></category>
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		<description><![CDATA[Quem chamou minha atenção para essa história, de uma música lindinha criada a partir de uma foto de jornal, foi o blog do TEDx Amazônia. Jarbas Agnelli explica como &#8220;tocou&#8221; a música que leu na imagem dos pássaros nos fios. Birds on the Wire é um fenômeno do YouTube e está na lista do YouTube [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.anacarmen.com/blog/2010/09/29/birds-on-the-wire-arte-no-youtube/"><em>Click here to view the embedded video.</em></a></p>
<p>Quem chamou minha atenção para essa história, de uma música lindinha criada a partir de uma foto de jornal, foi o <a title="Parabéns, Jarbas" href="http://tedxamazonia.com.br/posts/view/parabens-jarbas">blog do TEDx Amazônia</a>. Jarbas Agnelli explica como &#8220;tocou&#8221; a música que leu na imagem dos pássaros nos fios. Birds on the Wire é um fenômeno do YouTube e está na lista do <a title="YouTube Play" href="http://www.youtube.com/watch?v=uXAOSg2RN_8&amp;feature=player_embedded">YouTube Play</a>, uma seleção dos melhores vídeos de arte ali postados. Dia 21 de outubro, quando sai o resultado da seleção, espero vê-lo entre os 20 que irão para o Guggenheim. Do YouTube para o museu, do jornal para a orquestra, da vida para a poesia e assim por diante.</p>
<p><strong>Uma foto, um olhar novo</strong>:</p>
<p><a href="http://vimeo.com/7817452">TEDxSP 2009 &#8211; Jarbas Agnelli: &#8220;Birds on the Wires&#8221;, uma música e sua história</a> from <a href="http://vimeo.com/tedxsp">TEDxSP</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Suíços do Brasil: história da imigração está no ar</title>
		<link>http://www.anacarmen.com/blog/2010/06/23/suicos-do-brasil-historia-da-imigracao-esta-no-ar/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Jun 2010 18:17:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anacarmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
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Nessa foto de 1927, meninas em um intervalo da escola São Nicolau de Flüe, da Colônia Helvetia, (Acervo Dra. Lotte Köhler &#8211;  Carlota Schmidt Memorial  Center)
&#8220;Cada imigrante suíço que desembarcou no Brasil trouxe na  bagagem um  pouco de seu país. A motivação da  viagem varia conforme a época e a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="Suílos do Brasil - colônias" href="http://www.suicosdobrasil.com.br/colonias/"><img class="alignleft size-medium wp-image-1667" title="escola Nicolau Flue Helvetia" src="http://www.anacarmen.com/wp-content/uploads/2010/06/escola-Nicolau-Flue-Helvetia-300x158.jpg" alt="escola Nicolau Flue Helvetia" width="300" height="158" /></a></p>
<p>Nessa <a title="Colônias" href="http://www.suicosdobrasil.com.br/colonias/">foto de 1927</a>, meninas em um intervalo da escola São Nicolau de Flüe, da <a title="Colônia Helvetia" href="http://www.helvetia.org.br/">Colônia Helvetia,</a> (Acervo Dra. Lotte Köhler &#8211;  Carlota Schmidt Memorial  Center)</p>
<p>&#8220;Cada imigrante suíço que desembarcou no Brasil trouxe na  bagagem um  pouco de seu país. A motivação da  viagem varia conforme a época e a  história individual:  fuga da pobreza, motivos religiosos e ideológicos,  busca de  liberdade, gosto pela aventura, projetos pessoais ou  profissionais,  curiosidade científica, globalização da  economia.&#8221;</p>
<p>Ajudei a compor essa história que o projeto <a title="Suíços do Brasil" href="http://www.suicosdobrasil.com.br/">Suíços do Brasil </a>conta sobre a imigração suíça no Brasil. É com prazer que vejo os textos, imagens, entrevistas e pesquisa que compõem o projeto disponíveis também pela web. Trabalhar nesse projeto foi apaixonante e complexo. A síntese de tantas histórias e vivências precisava resultar em uma experiência que transmitisse sabores, cores e experiências de uma saga, de um povo que veio fazer o Brasil.</p>
<p>Por isso é muito agradável encontrar o material na web, pronto para consulta a um clique. Ficou bonito o resultado.</p>
<p><strong><a title="Suíços do Brasil" href="http://www.suicosdobrasil.com.br/">Suíços do Brasil</a></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>O estado em que nos encontramos eu e a internet</title>
		<link>http://www.anacarmen.com/blog/2010/03/17/o-estado-em-que-nos-encontramos-eu-e-a-internet/</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Mar 2010 01:31:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anacarmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[audiência]]></category>
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		<category><![CDATA[crônica]]></category>
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		<description><![CDATA[ A torre do lobo
Francisco fala como o Cebolinha. Começou a fazer aulas de natação e tem um pouco de medo. Ainda se interessa por caminhar com sapatos de adulto. Quer fazer tudo &#8220;tozinho&#8221;.
Eu voltei a trabalhar fora de casa e estamos os dois estranhando horrores. Eu voltei a trabalhar com internet o dia todo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="photo_caption"><a title="A torre do lobo" href="http://www.flickr.com/photos/anacarmen/4441470927/"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4008/4441470927_d1bcbf508c_m.jpg" alt="A torre do lobo" /></a> <span class="caption"><a href="http://www.flickr.com/photos/anacarmen/4441470927/">A torre do lobo</a></span></p>
<p style="clear:left;">Francisco fala como o Cebolinha. Começou a fazer aulas de natação e tem um pouco de medo. Ainda se interessa por caminhar com sapatos de adulto. Quer fazer tudo &#8220;tozinho&#8221;.</p>
<p>Eu voltei a trabalhar fora de casa e estamos os dois estranhando horrores. Eu voltei a trabalhar com internet o dia todo e, por isso mesmo, olhei com gula para o relatório <a title="The State of the Media" href="http://www.stateofthemedia.org/2010/">The State of Internet,</a> relatório anual do Pew Research Center’s  Project for Excellence in Journalism. Só vontade, ando sem tempo para degustar.</p>
<p>O estado da internet deve ser melhor que o meu estado, imagino. Ô correria. Uma amiga de blog perguntou no post anterior, feito às pressas na época de carnaval: &#8220;Cadê você?&#8221;</p>
<p>Somos duas que não sabem de mim, Vivian. Cadê eu, eu e o meu estado com a internet.</p>
<p>No caminho para a escola, Francisco conversa comigo na cadeirinha instalada no banco de trás do carro.</p>
<p>- &#8220;Mamãe, a torre do lobo. Machucou o bumbum&#8221;.</p>
<p>Tradução: ele viu uma torre igual àquela por onde o lobo desceu na casa do porquinho da casa de tijolo, onde o esperava um caldeirão cheio de água quente, que queimou seu&#8230; bumbum.</p>
<p>- Filho, o nome disso é chaminé.</p>
<p>E assim a vida se esgueira pelas dobras, interessantíssima se a gente tiver olhos para vislumbrar.</p>
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		<title>Apagão via Twitter</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 12:28:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anacarmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo cidadão]]></category>
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		<description><![CDATA[ Luz, light, light, luz
Eu estava em casa e me preparava para assistir a um vídeo pelo computador quando veio o apagão. Não me dei conta que era algo mais extenso do que os reparos que a Eletropaulo anda fazendo em meu bairro. Mas Renato e meus pais, que estavam próximos à avenida Paulista, em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="photo_caption"><a title="Luz, light, light, luz" href="http://www.flickr.com/photos/anacarmen/359901350/"><img src="http://farm1.static.flickr.com/137/359901350_abb81c76c2_m.jpg" alt="Luz, light, light, luz" /></a> <span class="caption"><a href="http://www.flickr.com/photos/anacarmen/359901350/">Luz, light, light, luz</a></span></p>
<p style="clear:left;">Eu estava em casa e me preparava para assistir a um vídeo pelo computador quando veio o apagão. Não me dei conta que era algo mais extenso do que os reparos que a Eletropaulo anda fazendo em meu bairro. Mas Renato e meus pais, que estavam próximos à avenida Paulista, em cinco minutos falavam ao telefone sobre a falta de luz que atingia vários bairros.</p>
<p>Celular na mão, procuramos notícia no UOL sobre o apagão. Ainda não havia nada, ah, até para redigir uma notinha levamos alguns minutos. No twitter pipocavam mensagens de vários estados sob a hashtag #apagao e nós ficamos sabendo o que acontecia. Não liguei o rádio, coisa que meu pai, que assiste ao futebol pela TV e ouve a narração pelo rádio, que é mais emocionante, deve ter feito. Coisa de geração.</p>
<p>Assisti ao vídeo, grata por estar em casa e não na rua, como me aconteceu no apagão de 1999. A bateria do computador aguentou até o fim do episódio de FastForward e a mistura de luz de velas, entretenimento pop, celular 3G, noticiário mais eficiente na rede social do que no portal de notícias foi curiosa.</p>
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		<title>Mobilidade em um mundo conectado</title>
		<link>http://www.anacarmen.com/blog/2009/11/05/mobilidade-em-um-mundo-conectado-2/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 12:01:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anacarmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[audiência]]></category>
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		<description><![CDATA[ Sinapse urbana
The Global Information Technology Report 2008–2009, Mobility in a Networked World
Encontrei esse estudo gordão sobre tecnologia, datado 2008-2009, cheio de dados compilados pelo Fórum Econômico Mundial. É bom para quem cansou de ler Mônica e Cebolinha. Por exemplo.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="photo_caption"><a title="Sinapse urbana" href="http://www.flickr.com/photos/anacarmen/50284255/"><img src="http://farm1.static.flickr.com/30/50284255_b48537074a_m.jpg" alt="Sinapse urbana" /></a> <span class="caption"><a href="http://www.flickr.com/photos/anacarmen/50284255/">Sinapse urbana</a></span></p>
<p style="clear:left;"><a title="The Global Information Report " href="http://www.mcit.gov.eg/General/Global%20IT%20Report%202008-092009331155142.pdf">The Global Information Technology Report 2008–2009, Mobility in a Networked World</a></p>
<p>Encontrei esse estudo gordão sobre tecnologia, datado 2008-2009, cheio de dados compilados pelo Fórum Econômico Mundial. É bom para quem cansou de ler Mônica e Cebolinha. Por exemplo.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>A perspectiva de Ran</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 12:01:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anacarmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[comida]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
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		<category><![CDATA[salvador messina]]></category>

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		<description><![CDATA[
Ran é o personagem sapo do Salvador Messina.
Dá para folhear as tirinhas do  Universo Ran no fotoblog do UOL. Embora a ferramenta seja meio tosquinha para navegar, insista. Vale passear pelo acervo.
Ran  é filosófico, divertido, faceiro e bem brasileirinho. Oi Salvador, Ran está cada vez mais legal!
Copio, com sua licença, mais uma tirinha, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-1357" title="ran_salvador_messina" src="http://www.anacarmen.com/wp-content/uploads/2009/10/ran_salvador_messina-300x181.jpg" alt="ran_salvador_messina" width="300" height="181" /></p>
<p>Ran é o personagem sapo do Salvador Messina.</p>
<p>Dá para folhear as tirinhas do  <a title="Universo Ran" href="http://ran.nafoto.net/index.html">Universo Ran</a> no fotoblog do UOL. Embora a ferramenta seja meio tosquinha para navegar, insista. Vale passear pelo acervo.</p>
<p>Ran  é filosófico, divertido, faceiro e bem brasileirinho. Oi Salvador, Ran está cada vez mais legal!</p>
<p>Copio, com sua licença, mais uma tirinha, para as amigas e amigos que gostam de falar de comida e comer:</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-1360" title="ola senhor tomate  ran" src="http://www.anacarmen.com/wp-content/uploads/2009/10/ola-senhor-tomate-ran-300x95.jpg" alt="ola senhor tomate  ran" width="300" height="95" /></p>
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