Bernardo Schepop enviou da Holanda, muito chique, a indicação de um blog sobre “pensamento colaborativo”: Colaborative Thinking – Perception on collaboration and social software by Mike Gotta.
Já gostei do tema que o cara elegeu. De lá, já fui parar no site da ferramenta para criação de comunidades virtuais Groupsites. É uma ferramenta for free com interface bem bonitinha.
Falando em redes, mais um pouco sobre a palestra de Pierre Lévy. Ele tirou das ferramentas para comunidades virtuais e o peso da responsabilidade pelo sucesso de um projeto. Lévy mencionou como exemplo um projeto bem-sucedido que usa uma ferramenta extremamente simples.
“Você não “constrói” comunidades, como engenheiros constróem casas”, disse ele. “Comunidades crescem. Elas têm de se organizar em torno de uma memória coletiva. Comunidade depende de identidade e de uma memória comum e a estruturaçaõ desse conhecimento deve ser algo vivo”, acredita.
A Riqueza das Redes
Yochai Benkler, da Escola de Direito da Universidade Yale, fala sobre comunidades no livro “The Wealth of Networks — How Social Production Transforms Markets and Freedom”. A Riqueza das Redes — Como a Produção Social Transforma Mercados e a Liberdade, disponível para download em vários formatos.
O Instituto de Estudos Avançados da USP promove um ciclo de debates sobre a obra e nesta quinta-feira, dia 23, realiza um debate sobre produção social, que pode ser acompanhado pela web.
No wiki que o autor criou, o resumo da ópera é o seguinte:
“Production is shifting from physical products like blue jeans, to decentralized information goods, like articles on the Internet. This gives users more power (they can publish instead of just reading), creates more opportunities for democratic participation, lowers costs for developing countries, and democratizes the creation of our culture.
This book will analyze these changes by looking at what new technologies make easy, applying an individualist economic model, and examining the effects on human beings. As the state’s role has largely been to support big companies, this book will largely ignore it, even though it could be used as a force for good.”