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	<title>anacarmen.com &#187; blog</title>
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		<title>Limpeza no blog</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Sep 2011 17:34:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anacarmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Uma pérola gorda
Perenidade e blogs não combinam. Eles são como flores da serra, surgem depois da chuva, na estação certa e depois somem. (seriam cogumelos, então?)
Limpei meu blogroll hoje. Vergonha-mor. Blogs que morreram há três, quatro anos, ali pendurados. Agora descansam em paz no cemitério da internet, acessíveis para todo o sempre, mas não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="photo_caption"><a title="Uma pérola gorda" href="http://www.flickr.com/photos/anacarmen/3361544174/"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3574/3361544174_bb43558a4f_m.jpg" alt="Uma pérola gorda" /></a> <span class="caption"><a href="http://www.flickr.com/photos/anacarmen/3361544174/">Uma pérola gorda</a></span></p>
<p style="clear: left;">Perenidade e blogs não combinam. Eles são como flores da serra, surgem depois da chuva, na estação certa e depois somem. (seriam cogumelos, então?)</p>
<p>Limpei meu blogroll hoje. Vergonha-mor. Blogs que morreram há três, quatro anos, ali pendurados. Agora descansam em paz no cemitério da internet, acessíveis para todo o sempre, mas não pela minha lista de &#8220;passe lá&#8221;, como chamei.</p>
<p>Encontrei muitos bilhetes de &#8220;Fui. Mudei. Agora estou no portal tal e tal, agora cresci, tenho patrocinador. Sou outra coisa. Tchau&#8221;.</p>
<p>Deixei os links que funcionam, mas não renovei a listinha ainda, amigos blogueiros, precisaria um momento para reuni-los de novo, mas cadê essa organização toda? Muitos já estão na grande farra do Facebook. Ontem ouvi de blogueira que o blog vai morrer e migrar para o FB. Não sei, não.</p>
<p>Meu blog mudou também. Perdeu um pouco do sentido com os tantos endereços em que você me encontra ao vivo, online.</p>
<p>Ainda não pendurei meu bilhetinho de adeus. Mas a gente conversa mesmo é em outro endereço, não é não?</p>
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		<title>Melim pós Cidade Limpa: o olho agradece</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Jun 2011 22:59:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anacarmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[São Paulo baniu os outdoors do Minhocão, os letreiros que cobriam a fachada das lojas e minimizou os logotipos com a lei da Cidade Limpa. Um artista, Tony de Marco, o pixotosco, até ficou famoso com uma serie de fotos chamada No Logo, que rodou museus da Europa sob o impacto do vazio instaurado há [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.anacarmen.com/blog/2011/06/29/melim-pos-cidade-limpa-o-olho-agradece/"><em>Click here to view the embedded video.</em></a></p>
<p>São Paulo baniu os outdoors do Minhocão, os letreiros que cobriam a fachada das lojas e minimizou os logotipos com a lei da Cidade Limpa. Um artista, Tony de Marco, o pixotosco, até ficou famoso com uma serie de fotos chamada <a title="No Logo" href="http://www.flickr.com/photos/tonydemarco/sets/72157600075508212/">No Logo</a>, que rodou museus da Europa sob o impacto do vazio instaurado há quatro anos pela lei, especie de lei seca para a publicidade em espaços públicos. Pois o jogo mudou: uma galeria de arte, <a title="Choque Cultural" href="http://choquecultural.com.br/blogs/danielmelim/">Choque Cultural</a>, com o patrocínio de uma companhia aerea, ocupa esse vazio deixado pelo logos com um painel bonitão, de 25 m x 33 m, em prédio da Avenida Prestes Maia. É marketing, mas é mkt de outro jeito. A publicidade encontra um caminho e ele é criativo, veja só.</p>
<p>Daniel Melim cita <a href="http://www.lichtensteinfoundation.org/">Roy Lichtenstein</a>. Acrescenta-se mais uma camada a essa reflexão visual, que envolve arte, mercado, urbanismo e até &#8220;serendipity&#8221;, palavra difícil de traduzir, coincidência ou engano fortuito em uma troca de emails que leva a este post.</p>
<p><strong>Quatro meses</strong></p>
<p>O painel de Melim fica por quatro meses em frente à adorável Pinacoteca do Estado, em diálogo com sua vetusta arquitetura, os jardins do parque mais antigo da cidade, os trens e tudo o mais.</p>
<p>Leio no press release: &#8220;Em sua obra constam a participação no Cans Festival, evento de arte organizado por Banksy em um túnel de Londres em 2008, Bienal de Valência em 2007, a exposição coletiva De dentro para fora/ De fora para dentro, no MASP entre 2009 e 2010, além do Projeto Jardim Limpão&#8221;  - um trabalho em um bairro inteiro em São Bernardo do Campo, de ocupação de um morro com a participação dos moradores.</p>
<p>O olho da gente agradece. Adoro os <a title="Graffiti" href="http://www.flickr.com/photos/anacarmen/sets/72157594327211257/with/5006322221/">grafites de SP</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Webjornalismo</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Dec 2010 18:18:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anacarmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Magaly Prado lança o livro Webjornalismo sobre &#8220;a troca de informações em rede&#8221;, como explica na dedicatória, com a ressalva de que &#8220;jornalismo é jornalismo em qualquer plataforma&#8221;. Certo.
Sempre muito antenada, ela resolveu um enigma que eu mesma já tive de encarar: como falar sobre internet, como escrever sobre internet, sem que o livro fique [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-1873" title="webjornalismo" src="http://www.anacarmen.com/wp-content/uploads/2010/12/webjornalismo-300x300.png" alt="webjornalismo" width="300" height="300" /></p>
<p><a title="Magaly Prado" href="http://magalyprado.com/">Magaly Prado</a> lança o livro <a title="Magaly Prado" href="http://www.magalyprado.com/?tag=webjornalismo">Webjornalismo</a> sobre &#8220;a troca de informações em rede&#8221;, como explica na dedicatória, com a ressalva de que &#8220;jornalismo é jornalismo em qualquer plataforma&#8221;. Certo.</p>
<p>Sempre muito antenada, ela resolveu um enigma que eu mesma já tive de encarar: como falar sobre internet, como escrever sobre internet, sem que o livro fique velho e datado? Sim, porque texto sobre internet é mais perecível que alface e peixe no verão.</p>
<p>Pois essa imagem acima, um código de resposta rápida (quick response code), promete resolver a questão: por meio de um leitor que você baixa no celular, é possível chegar aos links citados em todos os capítulos, fazendo com que o livro dê um salto para o mundo digital, onde é possível renovar tudo incessantemente.</p>
<p>Puxa, Magaly, sensacional. &#8220;Não é? E se eu falo de uma foto, que não está no livro, você pode ver a foto pelo link.&#8221; E muita gente já usou esse recurso? &#8220;Não.&#8221;</p>
<p>QR Code, &#8220;um selo integrador de mídias&#8221;, muito modernex. Você baixa o trequito do <a title="reader kaywa português" href="http://reader.kaywa.com/pt?PHPSESSID=cdcfcb247be6bf851da061062702f656">Reader Kaywa</a> no celular, aponta para a imagem e &#8230;bingo! Ainda não fiz o experimento. Ih&#8230; Nem li o livro, que terá de esperar uma brecha na minha corredeira de fim do ano, só xeretei transversalmente, coisa mais digital de se fazer.</p>
<p>Quis logo registrar aqui o projeto, que fala da prática de jornalismo em épocas bicudas, de &#8220;hibridização de tecnologias e linguagens&#8221;, &#8220;buzz&#8221; e &#8220;leitura rizomática&#8221;. Parece difícil e é mesmo.</p>
<p>Magaly mapeia o tamanho da confusão: fim do diploma de jornalista, &#8220;streaming&#8221;, &#8220;jornalistas multitarefeiros&#8221;, &#8220;lógica do touch&#8221;&#8230; Uma pedreira esse caminho, para quem ainda tem de se situar. E é bom saber tudo isso antes de se jogar na produção. Não é?</p>
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		<title>Água limpa no Blog Action Day</title>
		<link>http://www.anacarmen.com/blog/2010/10/15/agua-limpa-no-blog-action-day/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 Oct 2010 17:31:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anacarmen</dc:creator>
				<category><![CDATA[ambiente]]></category>
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		<description><![CDATA[ Cachoeira do Sossego
Hoje é dia de lembrar que todo mundo quer água limpa, fresca e potável.



Blog Action Day 2010
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="photo_caption"><a title="Cachoeira do Sossego" href="http://www.flickr.com/photos/anacarmen/87080600/"><img src="http://farm1.static.flickr.com/42/87080600_bca22acfbd_m.jpg" alt="Cachoeira do Sossego" /></a> <span class="caption"><a href="http://www.flickr.com/photos/anacarmen/87080600/">Cachoeira do Sossego</a></span></p>
<p style="clear:left;">Hoje é dia de lembrar que todo mundo quer água limpa, fresca e potável.</p>
<p style="clear:left;">
<p style="clear:left;">
<p style="clear:left;">
<p style="clear:left;"><a title="Blog Action Day 2010" href="http://blogactionday.change.org/">Blog Action Day 2010</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Uma kombi chamada Alice</title>
		<link>http://www.anacarmen.com/blog/2009/12/11/uma-kombi-chamada-alice/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Dec 2009 15:57:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anacarmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Alice Kombihome
Histórias de Alice é o nome do projeto de dois fotógrafos que conheço.
Como eu, eles têm vontade de rodar pelo Brasil, conhecer o país, fotografar, relatar a viagem. Eles, muito mais espertos que euzinha, já colocaram em prática o desejo.
Embarcam em 2010 para uma viagem de três anos (são os planos) nessa Kombi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="photo_caption"><a title="Lateral - Alice Kombihome" href="http://www.flickr.com/photos/kombihome/4167891318/"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2678/4167891318_934982e9ee_m.jpg" alt="Lateral - Alice Kombihome" /></a> <span class="caption"><a href="http://www.flickr.com/photos/kombihome/4167891318/">Alice Kombihome</a></span></p>
<p style="clear:left;"><a title="Histórias de Alice" href="http://kombihome.com.br/blog/">Histórias de Alice</a> é o nome do projeto de dois fotógrafos que conheço.</p>
<p>Como eu, eles têm vontade de rodar pelo Brasil, conhecer o país, fotografar, relatar a viagem. Eles, muito mais espertos que euzinha, já colocaram em prática o desejo.</p>
<p>Embarcam em 2010 para uma viagem de três anos (são os planos) nessa Kombi simpática, que até<a title="Chuveiro quente da Kombi Alice" href="http://www.flickr.com/photos/kombihome/4167892070/"> chuveiro quente</a> possui. O nome da fofa, equipada com pia, varanda, conexão para eletricidade e outras comodidades, é Alice.</p>
<p>Franco e Inês <a title="Proposta" href="http://kombihome.com.br/blog/o-projeto">explicam</a> que o projeto tem proposta de inclusão por meio de contos (literatura), fotografia e cinema.</p>
<p>&#8220;Histórias de Alice nasce da decisão do casal de fotógrafos Inês Calixto e Franco Hoff de sair em viagem pelo Brasil a bordo de uma Kombihome (a Alice), fotografando histórias narradas por pessoas simples, investigando seu modo de ser e de viver.</p>
<p>Tem a pretensão de trabalhar a inserção cultural de comunidades do interior do Brasil, em três linguagens: a literatura, o cinema e a fotografia. Ao mesmo tempo compor uma coletânea de causos narrados pelos protagonistas (pessoas do lugar onde visitarmos) registrando seu modo de ser e fazer cultura.&#8221;</p>
<p><strong>As saudações</strong></p>
<p>Boa viagem meninos! Cuidem bem do seu Chico!</p>
<p>(Chico é o nome da marionete que acompanha os dois. Boa idéia para estar em boa companhia)</p>
<p><strong>Mais</strong></p>
<ul>
<li><strong><a title="Preparativos" href="http://kombihome.com.br/blog/a-preparacao-para-a-viagem">Preparativos.</a></strong></li>
<li><strong><a title="Kombi Home" href="http://www.flickr.com/photos/kombihome/">Álbum de fotos</a></strong></li>
<li><strong><a title="Toy" href="http://kombihome.com.br/blog/paper-toy">O PaperToy da Alice</a></strong></li>
<li><strong><a title="Alice no twitter" href="http://www.anacarmen.com/blog/2010/04/01/buenos-aires/">O twitter de Alice</a><br />
</strong></li>
</ul>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Post pago, mostra a sua cara</title>
		<link>http://www.anacarmen.com/blog/2009/10/06/post-pago-mostra-a-sua-cara/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 13:22:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anacarmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Post pago/mostra sua cara/quero ver quem paga/para a gente ficar assim/Blogueiro, qual é o seu negócio?/O nome do seu sócio?&#8221;
Claro que Cazuza nem sonhava/tinha pesadelos com posts pagos e blogueiros preocupados com a monetização  de seus textos quando escreveu a letra de &#8220;Brasil&#8221;. Cantarolei essa  versão ao saber que a Comissão Federal de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Post pago/mostra sua cara/quero ver quem paga/para a gente ficar assim/Blogueiro, qual é o seu negócio?/O nome do seu sócio?&#8221;</p>
<p>Claro que Cazuza nem sonhava/tinha pesadelos com posts pagos e blogueiros preocupados com a monetização  de seus textos quando escreveu a letra de &#8220;Brasil&#8221;. Cantarolei essa  versão ao saber que a Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos definiu diretrizes para a responsabilidade civil sobre o post pago: blogueiro que receber para divulgar um produto terá de explicitar que o fez.</p>
<p>O jabá tornou-se ilícito, veja só. Presentinho, jantar, viagem, pagamento, qualquer retribuição em troca de divulgação ou promoção deve ser anunciada para o leitor.</p>
<p>&#8220;A partir de dezembro, blogueiros, tuiteiros e marqueteiros on-line dos Estados Unidos terão que contar aos consumidores quando forem pagos ou receberem presentes e outros brindes para escrever resenhas positivas ou posts promocionais&#8221;, explica  a <a title="Folha Online" href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u633709.shtml">Folha Online</a>.</p>
<p>Quem descumprir a determinação, pagará <a title="Multa para jabá" href="http://blogs.journalism.co.uk/editors/2009/10/06/new-ftc-rules-us-bloggers-must-disclose-payments-for-reviews/">multa de US$ 11 mil</a>: “Violating the rules, which take effect December 1, could bring fines up to $11,000 per violation. Bloggers or advertisers also could face injunctions and be ordered to reimburse consumers for financial losses stemming from inappropriate product reviews.”</p>
<p>Achei muito saudável. São boas novas. Vamos nessa, Brasil?</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Lançamento do fórum da Cultura Digital no File</title>
		<link>http://www.anacarmen.com/blog/2009/07/29/lancamento-do-forum-da-cultura-digital-no-file/</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Jul 2009 06:34:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anacarmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Shades take pictures, too
O Fórum da Cultura Digital será oficialmente lançado nesta sexta, dia 31, no Festival Internacional de Linguagem Eletrônica (FILE), com a presença de blogueiros e do ministro da Cultura,  Juca Ferreira e do gerente de Cultura Digital, José Murilo.
É uma rede social que sai da fase beta, em que era [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="photo_caption"><a title="Shades take pictures, too" href="http://www.flickr.com/photos/anacarmen/216080044/"><img src="http://farm1.static.flickr.com/66/216080044_ac9c9fae19_m.jpg" alt="Shades take pictures, too" /></a> <span class="caption"><a href="http://www.flickr.com/photos/anacarmen/216080044/">Shades take pictures, too</a></span></p>
<p style="clear:left;">O <a title="Cultura Digital" href="http://www.culturadigital.br/">Fórum da Cultura Digital</a> será oficialmente lançado nesta sexta, dia 31, no <a title="File" href="http://www.file.org.br/">Festival Internacional de Linguagem Eletrônica (FILE)</a>, com a presença de blogueiros e do ministro da Cultura,  Juca Ferreira e do gerente de Cultura Digital, <a title="Ecologia Digital" href="http://ecodigital.blogspot.com/">José Murilo.</a></p>
<p>É uma rede social que sai da fase beta, em que era fechada para convidados, e passa a ser &#8220;espaço público e aberto voltado para a formulação e a construção democrática de uma política pública de cultura digital, integrando cidadãos e instituições governamentais, estatais, da sociedade civil e do mercado&#8221;.</p>
<p>Devo comparecer ao debate no File. Se você quiser, pode acompanhar por aqui:</p>
<p><a title="ao vivo" href="http://www.culturadigital.br/aovivo">www.culturadigital.br/aovivo</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Um conto escrito pelo Twitter em em dois continentes</title>
		<link>http://www.anacarmen.com/blog/2009/05/11/um-conto-escrito-pelo-twitter-em-em-dois-continentes/</link>
		<comments>http://www.anacarmen.com/blog/2009/05/11/um-conto-escrito-pelo-twitter-em-em-dois-continentes/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 11 May 2009 13:21:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anacarmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ o gato pirata e a gata-da-lua-de-todas-as-cores
Duas amigas, Miki Watanabe (@mikiw) e Patrícia Kalil (@pakalil), escreveram um conto tropicalista e ensolarado via Twitter: O Gato Pirata e a Gata da Lua de Todas as Cores.
Achei um refresco a brincadeira das duas. O Twitter pegou ares de assessoria de imprensa nos últimos tempos. São avatares e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="photo_caption"><a title="o gato pirata e a gata-da-lua-de-todas-as-cores" href="http://www.flickr.com/photos/mikiw/3492919180/"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3208/3492919180_25dccaf46f_m.jpg" alt="o gato pirata e a gata-da-lua-de-todas-as-cores" /></a> <span class="caption"><a href="http://www.flickr.com/photos/mikiw/3492919180/">o gato pirata e a gata-da-lua-de-todas-as-cores</a></span></p>
<p style="clear:left;">Duas amigas, <a title="O Mundo Miki" href="http://omundomiki.blogspot.com/">Miki Watanabe</a> (<a title="Miki W." href="http://twitter.com/mikiw">@mikiw</a>) e <a title="Reviravoltas de Alice" href="http://www.patriciakalil.com/blog/">Patrícia Kalil</a> (<a title="pakalil" href="http://twitter.com/pakalil">@pakalil</a>), escreveram um conto tropicalista e ensolarado via Twitter: O Gato Pirata e a Gata da Lua de Todas as Cores.</p>
<p>Achei um refresco a brincadeira das duas. O Twitter pegou ares de assessoria de imprensa nos últimos tempos. São avatares e mensagens sem fim com objetivo de auto-promoção ou divulgação comercial, coisinha meio chata, se você prestar atenção.</p>
<p>Meninas, viva a maré de guarda-sóis.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Esse papo de Web 2.0 já era</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Apr 2009 13:49:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anacarmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Passado glorioso
Assisti uma parte do debate entre Geert Lovink e Ronaldo Lemos no auditório do Tuca (PUC/SP), que me atraiu porque prometia uma discussão sobre web 2.0 temperada com idéias sobre produção artística e discussão de autoria. Embora tenha saído do Tuca empastelada de sono, infelizmente vencida pelo cansaço do dia, guardei ecos de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="photo_caption"><a title="Passado glorioso" href="http://www.flickr.com/photos/anacarmen/3441634177/"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3546/3441634177_50dd1d6246_m.jpg" alt="Passado glorioso" /></a> <span class="caption"><a href="http://www.flickr.com/photos/anacarmen/3441634177/">Passado glorioso</a></span></p>
<p style="clear:left;">Assisti uma parte do<a title="debate" href="http://net-trends.ning.com/"> debate</a> entre <a title="Debate netart" href="http://www.anacarmen.com/blog/2009/04/06/estamos-preparados-para-o-publico-20/">Geert Lovink e Ronaldo Lemos</a> no auditório do Tuca (PUC/SP), que me atraiu porque prometia uma discussão sobre web 2.0 temperada com idéias sobre produção artística e discussão de autoria. Embora tenha saído do Tuca empastelada de sono, infelizmente vencida pelo cansaço do dia, guardei ecos de frases interessantes. A conversa pode ser retomada pelo Twitter do <a title="netart_studies twitter" href="http://twitter.com/netart_studies">netart.studies</a></p>
<p>Lovink quer estudar os buscadores e a Wikipedia. Esse negócio de blogs, diz ele, é só um pedacinho da conversa. Concordo totalmente (outro dia até <a title="jornalismo e blogs" href="http://www.anacarmen.com/blog/2009/04/13/jornalismo-e-blogs/">escrevi sobre blogs</a> porque um estudante pediu, mas acho isso miúdo). Peixe grande hoje são os buscadores e as redes sociais</p>
<p>Os buscadores, comenta Lovink, para muitos são hoje a única coisa que interessa na internet. &#8220;Achei bonitinho quando ouvi de uma pessoa que ela não usava mais internet, só o Google&#8221;, citou.</p>
<p>A Wikipedia, acredita ele, precisa ser estudada com seriedade, não adianta ficarmos em uma conversa de &#8220;olha, a Wikipedia é legal&#8221; enquanto os detratores dizem sempre a mesma coisa: olha como a Wikipedia é falha. Essa crítica e essa defesa precisam ser aperfeiçoadas, conclui o pesquisador holandês.</p>
<p>As redes sociais estão nas mãos de empresas (Facebook, Orkut, MySpace, citou). &#8220;Nas redes sociais, o momento é semelhante à  transição do Blogger para o WordPress&#8221;, comparou ele. E falou das ferramentas open source para criação de redes.</p>
<p><strong>Arte na pista</strong></p>
<p>Ronaldo Lemos me surpreendeu ao discutir arte e tecnologia, por ser professor de direito e lembrar de gatos verde-limão criados por engenharia genética como um ato artístico e por debater alter-modernismo. Vou simplificar aqui a discussão, o que não ajuda muito, mas é o que um blog de gente apressada consegue. Ele aposta em 4 caminhos para o encontro da arte com tecnologia:</p>
<p>1- Levar até as últimas conseqüências os rompimentos que a tecnologia permitiu</p>
<p>2- Trabalhar com suportes obsoletos (citou a gravação de vídeos digitais em vinil)</p>
<p>3- Encarar a pesquisa científica (o exemplo do gato verde-limão)</p>
<p>4- A apropriação da tecnologia por parte das periferias globais (citou um roteiro mundial de fenômenos como o <a title="tecnobrega de belém" href="http://overmundo.com.br/overblog/belem-do-rock-da-aparelhagem-e-de-tudo-mais">tecnobrega de Belém</a>)</p>
<p><strong>Mais:</strong> na <a title="Netart" href="http://netart.incubadora.fapesp.br/portal">Netart </a></p>
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		<title>Jornalismo e blogs</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Apr 2009 18:18:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anacarmen</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Tell a story
Conquiste a Rede,  coleção de livrinhos sobre a publicação de conteúdo na web, começou a ser escrita por mim e pelo Roberto Taddei em 2005, depois de um café e um papo gostoso. De lá para cá, o mundo mudou deveras. E de marias.
Passei a conversar com estudantes sobre jornalismo cidadão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="photo_caption"><a title="Tell a story" href="http://www.flickr.com/photos/anacarmen/88594875/"><img src="http://farm1.static.flickr.com/11/88594875_706b099f48_m.jpg" alt="Tell a story" /></a> <span class="caption"><a href="http://www.flickr.com/photos/anacarmen/88594875/">Tell a story</a></span></p>
<p style="clear:left;"><a title="Conquiste a rede" href="http://www.anacarmen.com/conquiste-a-rede/">Conquiste a Rede</a>,  coleção de livrinhos sobre a publicação de conteúdo na web, começou a ser escrita por mim e pelo Roberto Taddei em 2005, depois de um café e um papo gostoso. De lá para cá, o mundo mudou deveras. E de marias.</p>
<p>Passei a conversar com estudantes sobre jornalismo cidadão para suas monografias de graduação e mestrado. Fico surpresa e muito contente com o fato de que &#8220;Conquiste a Rede&#8221;, escrita para pessoas que estariam sendo iniciadas nos mistérios da internet, ou seja, noviços, supostamente de baixa escolaridade, faça carreira como bibliografia da universidade. Isso demonstra que, anos depois, os livros ainda servem a seus propósitos iniciais: a coleção nasceu da falta de material em português sobre o assunto e concretizou uma reflexão inicial sobre o tema. É bom que siga seu caminho como referência útil, isso representa um excelente retorno para mim, como autora. Ser lida e ser útil, maravilha.</p>
<p>Fiz esse preâmbulo para dizer a todos os que perguntam minha opinião que acho difícil palpitar sobre os caminhos da humanidade. Sou jornalista e me afastei do dia a dia da redação com um certo desencanto, antes que me perdesse em frases como &#8220;nos bons tempos era assim e assado&#8221;. Às vezes, resmungo coisas como &#8220;um eletricista ganha melhor que um jornalista&#8221;.</p>
<p>Trabalho com comunicação, mas entendo ser esse trabalho algo bem amplo, que vai da edição de informação à concepção de projetos web, coordenação de equipes multimídia, crossing de linguagens e referências, pesquisa sobre novas mídias e ferramentas. Aquele jornalismo tradicional para mim é um pedaço desse mundo da comunicação.</p>
<p>Não tenho respostas sobre a crise do jornalismo tradicional, não sei como conciliar a profissão com o direito de todos à informação, pesquiso sobre direitos autorais versus conteúdo livre, uma discussão alentada, a meu ver.</p>
<p>Recebi perguntas do <a title="Eduardo Trindade" href="http://eduardotrindade.wordpress.com/">Eduardo Trindade</a>, estudante da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) e vou respondê-las pelo blog para que outros interessados possam participar e para ganhar tempo, pois nem sempre consigo parar para concatenar meus &#8220;pitacos&#8221;.</p>
<p><strong>Pergunta 1- Como você vê, como jornalista, o futuro dos jornalistas profissionais com as possibilidades oferecidas aos cidadãos comuns, pelos blogs e plataformas web 2.0 de publicação online?</strong></p>
<p>Um bom jornalista já se adaptou  ou procura se encaixar no novo cenário. Sabe trabalhar com várias mídias (imagem, som, texto) e é fluente nessas diversas linguagens. Transita por redes sociais e sabe como usá-las com elegância e ética. Usa ferramentas como blogs, microblogs (Twitter), agregadores, bookmarks e mensagens instantâneas para obter, filtrar, avaliar e difundir notícias e informações.</p>
<p>O texto, a linguagem escrita, a meu ver, permanece como um grande desafio para a nova geração. Afinal, ela é formada por nativos digitais, mais acostumados à fala coloquial.</p>
<p>Esse profissional trabalha o tempo todo com fontes de diversas origens. Avaliar a qualidade da fonte é outro de seus desafios. Nesse cipoal de informações disponíveis, produzir, disseminar e editar informação fidedigna e confiável é tarefa bem complexa.</p>
<p>Ética, direitos autorais e viabilidade econômica dos projetos jornalísticos são questões fundamentais do jornalismo no século 21.</p>
<p><strong>Pergunta 2- O que pode (se é que pode) diferenciar um profissional graduado dos blogueiros amadores em um blog?</strong></p>
<p>Em tese, o amador não tem compromisso com sua audiência (público). O profissional, por seu lado, deve ter conhecimento técnico e ser ético. Na prática, blogueiro e jornalista não se distinguem na qualidade do que é produzido.</p>
<p>Já foi superada a divisão clara e nítida, preto no branco, entre o jornalista e o blogueiro. Há jornalistas blogueiros e blogueiros que são ótimos profissionais das notícias, mesmo sem ter o diploma do curso de jornalismo (se é isso o que define um jornalista). A prática do jornalismo obedece várias regras, tem técnicas, exige conhecimento. Um bom blogueiro não é um desavisado e estuda o universo da comunicação, o que nem todo jornalista faz.</p>
<p><strong>Pergunta 3 &#8211; Quantos jornalistas profissionais vc conhece que trabalham apenas com blogs (não vinculados a grande grupos) e qual a faixa de renda destes?</strong></p>
<p>Em outros países, principalmente nos EUA, são muitos os que tem como fonte de renda blogs e que são direta ou indiretamente (por meio de palestras, consultorias etc) remunerados pelo que postam na rede, sejam textos, fotos ou vídeos. No Brasil, percebo blogueiros como estes como casos isolados. São celebridades da blogosfera, um ou outro blogueiro, fotógrafo ou videomaker que consegue pagar as contas com o blogs e a reputação que eles conferem ao autor.</p>
<p><strong>Em tempo</strong>: o Tiago Dória escreveu sobre os <a title="Super-heróis dos Blogs" href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/04/14/em-livro-30-super-herois-dos-blogs/">Super-Heróis dos Blogs</a>, post que vale a visita.</p>
<p>&#8220;Para mim, um dos principais efeitos dos blogs é que eles aumentaram o número de pessoas participantes do mercado de opinião&#8221;, diz Dória. &#8220;Para o jornalismo, área a qual estou mais ligado atualmente, além de trazer novos profissionais, um dos principais efeitos foi ajudar a quebrar o tal do <a href="http://www.luciaguimaraes.com/?p=360" target="_blank">tabu da concorrência</a>&#8220;.</p>
<p>&#8220;&#8230;O assunto pode ser cansativo. Falar de blogs é tão 2007&#8243;, comenta.</p>
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