Esse é The Page, um leitor para a versão eletrônica de jornais. (dica da Patrícia, via Google Reader)
Sou entusiasta das versões eletrônicas, de ebooks. Infinitamente mais baratos, mais fáceis de publicar e distribuir do que livros de papel.
Gosto do Kindle, embora nunca tenha lido um livro por completo nele. Gosto menos do iPad, em tese, porque nunca cheguei a testar um. Mas nesses tempos em que só fala do recém-lançado gadget da Apple, destoam os comentários saudosistas ou feitos em nome dos saudosistas: “saudade do cheiro do papel”, “carisma” do livro impresso, “uma perda as capas dos livros desaparecerem”. “Baixei três livros e não consegui passar da primeira página”, me disse ontem uma amiga, que tentou ler e-books na tela de seu computador.
Acho que vamos pelejar até descobrir um formato mais agradável e eficiente para os livros digitais. Eles não consomem florestas, nem tempo, abrem janelas para os autores. Acho que vai ter de ser digital, sem morrer a versão impressa.
A Penguin Books fez um estudo interessante para conteúdo infantil no iPad:
The Page pode não ser a solução final, mas repare como nossos antigos hábitos, dobrar o jornal grandalhão, por exemplo, moldam as novas tecnologias:




