“Esta demonstração — do laboratório da Pattie Maes no MIT, coordenado por Pranav Mistry — foi um destaque no TED…. É um dispositivo que se veste, com um projetor que abre caminho para uma profunda interação com o meio a sua volta.”
Arquivo do mês: March, 2010
No TED: vestiu uma camisa listrada e saiu por aí
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MuReRe: mutualismo residencial regenerativo
O nome é muito simpático: Mutualismo Residencial Regenerativo – MuReRe .
Trata-se de uma forma de intervir na cidade de Buenos Aires inventada pelo escritório Adamo Faiden que acrescenta estruturas de vidro sobre construções já existentes para lhes dar respiro, renovação, regeneração. Ao MuReRe não interessa solo virgem, espaço vazio, mas o tecido urbano ocupado, gasto e esgotado.
Achei bacana. Gosto desse ímpeto renovador que recicla sem destruir o que veio antes.
Vi no Neorama.
O estado em que nos encontramos eu e a internet
Francisco fala como o Cebolinha. Começou a fazer aulas de natação e tem um pouco de medo. Ainda se interessa por caminhar com sapatos de adulto. Quer fazer tudo “tozinho”.
Eu voltei a trabalhar fora de casa e estamos os dois estranhando horrores. Eu voltei a trabalhar com internet o dia todo e, por isso mesmo, olhei com gula para o relatório The State of Internet, relatório anual do Pew Research Center’s Project for Excellence in Journalism. Só vontade, ando sem tempo para degustar.
O estado da internet deve ser melhor que o meu estado, imagino. Ô correria. Uma amiga de blog perguntou no post anterior, feito às pressas na época de carnaval: “Cadê você?”
Somos duas que não sabem de mim, Vivian. Cadê eu, eu e o meu estado com a internet.
No caminho para a escola, Francisco conversa comigo na cadeirinha instalada no banco de trás do carro.
- “Mamãe, a torre do lobo. Machucou o bumbum”.
Tradução: ele viu uma torre igual àquela por onde o lobo desceu na casa do porquinho da casa de tijolo, onde o esperava um caldeirão cheio de água quente, que queimou seu… bumbum.
- Filho, o nome disso é chaminé.
E assim a vida se esgueira pelas dobras, interessantíssima se a gente tiver olhos para vislumbrar.


