Sem mais, me despeço, inté, ciao para esse ano. Nos últimos dias terminei três livros que esperavam por um bom momento, recheados com um marcador. O momento chegou, já passou, me dou por satisfeita em termos de últimos preparativos para a nova década.
Não apareço aqui tão cedo, pelo jeito, aproveito para desejar um 2010 fresquinho a você. Tomei toda essa chuva que acompanha os últimos dias deste ano – chuva para lavar mesmo, dirão os mais entusiasmados. Chuva além da conta para meu gosto, para lavar, ensopar, enlamear, gotejar. Pois que 2010 traga a chuva que você pediu, na sua medida.
Que traga o essencial, o essencial invisível aos olhos. E que seja largo de horizontes. Com muito riso.








