Foto de Renato Targa

Mais um dia de Campus Party Brasil. Em três etapas:

1- Pela manhã, um céu azul celeste radiante total para quem caiu da cama às 6 da matina. A Oca de Niemeyer e o Jardim de Esculturas do MAM estavam especialmente iluminados.

2- Na oficina de blogs, o equipamento funcionou direitinho em menos de meia hora! E a oficina - dada apenas por mim e Luciana hoje - terminou sob aplausos.

Eu também adorei, professores. Palmas para vocês, que são interessados, simpáticos, bacanas. Missão cumprida.

3- Como nota dissonante, uma conversa muito fora de tom entre jornalistas e jornalistas sobre… Sobre o que mesmo? Bem, me convidaram para um debate. Mas não me convidaram para subir ao palco, onde estavam alguns jornalistas. Ficamos ali, os convidados, estranhando o desconvite. Como? Disseram ao meu grupo - “os blogueiros” - que devíamos perguntar aos jornalistas coisas importantes (sobre o futuro da nação, da comunicação e o sentido da vida). “Os blogueiro”, era o que faltava. Comecei a pensar como sairia daquela, mas fiquei imobilizada. Petrificada pelo nonsense, sei lá. Às vezes eu sou assim, boba.

Já no palco (o pessoal sabe chiar direitinho, subiram dez ao palco com cadeirinhas nas mãos), com o microfone na mão, dei a enorme contribuição de dizer que sou jornalista e sou blogueira e que o mundo não se divide desta forma. Fora isso, entrei muda e saí calada.

Queria informar aos amigos todos que não poso de oráculo - e que acho que isso representa algum progresso em termos de respostas a essas questões importantes sobre o sentido da vida.