O Carnaval passou em branco. Em azul também, mais para passarada que para folia. Mais para passarinho que camarote.
O mais próximo do Carnaval que eu cheguei foi encontrar essa Colombina azul escondida em um caminhão de cana.
Em seguida, tropecei no bloco “Turma da Esquina” em… uma esquina. A marchinha embebida em cerveja seguiu para um lado, eu para o outro.
De dentro de uns fusquinhas invocados saía funk da pior qualidade. Té-te-re-ré-té. Não sintonizei no barato? Faltou estar no meio do maracatu rural lá de Pernambuco? Sei lá.
“Por causa de uma colombina acabou chorando, acabou chorando…”


Marcio Gaspar
February 7th, 2008 at 1:50 pm
colombinas e pierrôs desavisados pu(lu)lavam pelos dias do carnaval paulistano, ana. sem batuque, confete ou serpentina, se divertiram por salas e cinema e pelos bares animados, mas sempre com algumas mesas vazias e por uma cidade agradável, sem trânsito e sem stress. foi bom esse carnaval em sampa, minha amiga…
anacarmen
February 8th, 2008 at 1:56 pm
ô Márcio, essa São Paulo mais vazia é tão civilizada, você anda pelas ruas e dá até para flanar, esse verbo fora de moda.