3 décadas de Ceasa 3 décadas de Ceasa

De volta de viagem, janeiro começou aqui em casa com o calor dos amigos que moram fora do Brasil ou de São Paulo e com plantinhas mortas de sede. Literalmente.

Coloquei garrafas pet cheias de água, com um furinho do tamanho de uma agulha, para gotejar sobre os vasos, mas não bastou. O verão fez estragos na minha horta e nos meus vasos de flores.

Fui ao Ceasa recompor o cenário de minha fazendinha particular. Diminuta, mas querida. Comprei 15 kg de terra, 12 mudas de temperos, um arbusto com nome de gente (Érica), gérberas, pimenta doce, fiz a festa quando o dia raiou. Isso já há alguns dias.

Mas andei sem tempo até para contar que conheci esse senhor bacana. Comprinhas no carrinho, tivemos um papo gostoso. Ele tem mais de 35 anos de Ceasa.

“Todos os meus filhos se formaram. Amanhã é o aniversário de meu neto mais novo”, me contou no início de janeiro.

Felicidade é assim, escondida nas dobrinhas da história.