Eu não sabia, mas o movimento do slow food tem se articulado também no Brasil. Criado na Itália por Carlo Petrini, ele tem mais a ver com o cuidado com a procedência e produção dos alimentos e o respeito a tradições locais do que com o tempo que se leva para devorar um prato, como o nome pode sugerir. “Slow Food segue o conceito da ecogastronomia, conjugando o prazer e a alimentação com consciência e responsabilidade, reconhecendo as fortes conexões entre o prato e o planeta”, define o movimento brasileiro. Se você quiser, pode baixar o Manual do Slow Food.

Depois de um evento em Brasília, o 1º Terra Madre, o Slow Food Brasil leva agora dois representantes, Margarida Nogueira, do Rio de Janeiro, e Paulo Chanel, de Piracicaba, ao encontro internacional que se realiza entre 8 e 11 de novembro em Puebla, no México. São esperadas 600 pessoas de mais de 130 países. Tudo isso aprendo graças ao link enviado pela Luciana Terceiro, ops, Lu Freitas, que sabe que sou um bom garfo e interessada em culinária.

Fico curiosa depois de passear pelo saboroso texto de Marcelo Terça-Nada no Overmundo. Que gosto terá o baru? E cagaita? Como é que é o nome, hein?

baru

Foto: Baru no blog do Slow Food Brasil