Toda vez que é necessário trocar cartuchos de minha impressora multifuncional meu bolso dói e meus dedos ganham borrões de tinta. Gosto dela, porém, quando evita que eu saia só para tirar um xerox e também quando posso escanear um documento e mandar a imagem, substituindo o envio de um fax. Nunca tive um fax e acho horrível como as letras desaparecem com os anos do papel que ele utiliza. Guardamos pergaminhos, mas não temos registros de alguns anos em fax. Sinal da decadência da civilização?

Bobagens à parte, essa digressão surgiu quando li pela manhã que as antigas impressoras com jatos de tinta têm uma aplicação científica inovadora. Na University of Massachusetts Dartmouth pesquisa-se a impressão da estrutura de células-tronco em três dimensões. Segundo declaração de um dos pesquisadores, Paul Calvert, divulgada pelo Engadget, a imagem obtida é uma conquista. “Foi como trocar uma TV preto e branco por uma TV colorida”, compara ele.