2007 October | anacarmen.com

Arquivo do mês: October, 2007

36,9 milhões de brasileiros têm acesso à internet

Estatísticas do Ibope//NetRatings trazem números saborosos. Segundo o press release com dados relativos a setembro divulgado hoje, há 36,9 milhões de brasileiros com acesso à internet no Brasil. Outro dado relevante é o de que as comunidades on-line “têm levado os usuários, sobretudo crianças e mulheres jovens, a navegar por mais tempo e a trocarem mais mensagens por meio das páginas de redes sociais”. Isso me fez pensar em mudanças que a TV digital vai provocar nessa massa crítica, mas isso é outra história, para outro post.

TV digital

Reproduzo o press release divulgado:

Número de internautas ativos cresce 47% em um ano

“Pela primeira vez, passou dos 20 milhões o número de usuários residenciais ativos no Brasil
A quantidade de usuários que navegam mensalmente na internet residencial brasileira atingiu 20,1 milhões em setembro de 2007, o que significa um crescimento de 47% em relação a setembro de 2006.

Considerando todos os ambientes, incluindo residências, trabalho e locais públicos gratuitos e pagos, o número total de pessoas com acesso à internet no Brasil já é de 36,9 milhões. Em tempo de uso da internet residencial, os brasileiros, com 22 horas mensais por pessoa, continuam à frente dos americanos, que têm 18 horas e 54 minutos, e dos japoneses, que registraram em setembro 18 horas e 21 minutos. Em setembro de 2006, o tempo de navegação domiciliar dos brasileiros havia sido de 20 horas.

As faixas etárias que mais têm contribuído para a expansão da internet residencial são as crianças e os adolescentes de ambos os sexos, com expansão anual de 53%, e os homens com mais de 45 anos, que tiveram crescimento de 50%. Em intensidade de uso, vêm se destacando as mulheres de 18 a 24 anos, que no período de um ano aumentaram em 25% a quantidade de páginas vistas.

Entre setembro de 2006 e setembro de 2007, as três categorias de maior crescimento percentual foram “Casa e Moda”, com 73% de evolução da audiência, “Viagens e Turismo”, com 67%, e “Automotivo”, com 57%. Sites de gastronomia, venda de imóveis e sobre assuntos de beleza foram os que mais cresceram na categoria “Casa e Moda”, enquanto em “Viagens” voltou a aumentar a navegação em sites de mapas, além de sites que oferecem pacotes turísticos e passagens aéreas.

Em tempo de navegação por usuário, a categoria “Buscadores, Portais e Comunidades” passou a sustentar a primeira posição. Esse movimento está relacionado ao aumento do tempo on-line em comunidades. Devido ao maior interesse por redes sociais e por blogs, o tempo on-line mensal do usuário de “Comunidades” passou de 3h39min em setembro de 2006 para 4h40min em setembro de 2007, o que significa uma evolução de 29%. Os novos recursos audiovisuais adotados pelas comunidades têm levado os usuários, sobretudo crianças e mulheres jovens, a navegar por mais tempo e a trocarem mais mensagens por meio das páginas de redes sociais.”

Fonte: Ibope//NetRatings.

Comunidades online: o buzz do Open Social

O Open Social, contra-ataque do Google contra Facebook, é buzz. Open Social são padrões para que qualquer desenvolvedor web possa criar aplicativos para comunidades que ainda não tem esse recurso ninja, que torna tudo muito mais divertido e variado. Serve para Orkut, Linked In, Friendster, Plaxo, Ning.

Para mim, o assunto começou quando Renato Targa comentou sobre Open Social logo cedo, a caminho da aula de yoga, comentário de havaianas, das últimas sobre os maiores. Depois, li no Tiago Dória, que citou NYT, no twitter do Fabio Seixas (que linkou para o Blogpmarca.com), em portais como o Terra, via Reuters. Desde ontem já se falava em guerra de recursos nas comunidades.

Para os desenvolvedores, o Open Social representa uma pilha de oportunidades, lembrando o caso da adolescente de 17 anos que criou um aplicativo para mudar o visual da página do Facebook e ficou milionária. Com o MySpace em português no ar desde ontem e com a observação da executiva do Flickr que veio a São Paulo para o lançamento da versão brasileira, “vocês, brasileiros, gostam muito de se comunicar e se divertir”, o Brasil está na rota desses acontecimentos todos.

Do ponto de vista corporativo, as comunidades online são comentadas em texto de Marcelo Coutinho no IDG Now. Cheio de referências e links interessantes, o texto começa com as questões a respeito de conteúdos colaborativos gerados por comunidades, blogs, videoblogs, realidades virtuais.

Para o diretor do Ibope//NetRatings, a primeira questão é como lucrar com as contribuições dos internautas, “seja através do desenvolvimento de novos produtos, seja para atrair ou fidelizar consumidores etc)”. A segunda questão, segundo Coutinho, é saber se o conteúdo gerado por plataformas colaborativas representa “uma ameaça ou oportunidade para as organizações tradicionalmente envolvidas na cadeia da comunicação mercadológica (veículos de comunicação, agências de publicidade, institutos de pesquisa e departamentos de marketing de grandes anunciantes)”.

Buzz é isso.

Comunidade online dá emprego aos mais pobres da Índia

Reportagem do New York Times fala sobre o uso de comunidades online, do tipo Linked In e Facebook (Orkut é um bom exemplo para os brasileiros), para que os mais pobres indianos consigam visibilidade diante de possíveis empregadores.

O site Babajob.com é um projeto que tem como objetivo criar páginas na web para quem está nos andares mais humildes da cadeia produtiva e procura emprego. A reportagem começa com a história de um pintor, Manohar Lakshmipathi, que não tem computador e, com ajuda, coloca seu histórico profissional e foto na comunidade, para que um possível interessado possa contratá-lo.

O Babajob paga quem puder fazer esse cadastro. Seu público-alvo são pessoas que trabalham por US$ 2 ou US$ 3 ao dia e não têm acesso a um computador. O elo com essa fatia da população pode ser feita por quem quiser, de donos de lan houses a qualquer proprietário de um computador. O site remunera esses agentes para que encontrem essas pessoas. O projeto se sustenta com anúncios dos empregadores. Antes da reportagem, 2 mil já haviam se cadastrado. Depois dela, o sucesso com certeza será maior.

Quando um futuro patrão procura uma babá ou um jardineiro, quer referências. Para mimetizar as indicações pessoais e o boca-a-boca que regem esse tipo de acordo, o Babajob criou um mecanismo de prêmios em dinheiro. O site remunera o patrão e o empregado que conseguirem indicar alguém que satisfaça um outro empregador.

Ótima idéia. Deu no NYT, no Herald Tribune, The Times of India. O Babajob tem um blog. Bingo! É um projeto bem inteligente, “subproduto” do crescimento do mercado de outsourcing (terceirização de serviços) na Índia, segundo o jornal, um subproduto dos milhares de talentos mobilizados para o trabalho online que começaram a criar soluções para ajudar os mais pobres.

Como fica o texto depois do blog

Duas considerações sobre o texto depois do blog. A primeira, inspirada por um comentário de Chris Anderson, editor da Wired, e a segunda, por Lea Woodward, que mantém o blog Location Independent, sobre pessoas que decidem viajar e trabalhar a partir de qualquer lugar do mundo, longe da luz fluorescente dos escritórios.

O blog arruinou meu texto

Long tail

Na noite do domingo, entretida com a leitura dos meus feeds, achei a entrevista de Anderson para o livro “Blogging Heroes: Interviews with 30 of the World’s Top Bloggers”, que ainda será lançado. A estratégia para divulgá-lo foi permitir a cada um dos 30 blogueiros top do mundo (uhu, isso sim é vip) publicar seu capítulo no endereço pessoal.

Quem me avisou sobre os capítulos disponíveis foi um post da Luciana Terceiro, que hoje vi replicado em outros blogs e comentado no Twitter. Todo mundo quer ler Chris Anderson, autor do livro “The Long Tail” (Cauda Longa, como ele batizou a curva desenhada no gráfico pela pulverização de temas e nichos no mercado). Nessa entrevista, Anderson comenta que o blog arruinou seu texto para a revista:

“By the way, I find blogging ruins me for magazine writing. It’s difficult to write for magazines right now, which is ironic given that I’m a magazine editor. It’s difficult because magazines are a kind of one-size-fits-all product, and the audience is large, with differing interests. You have to write something that tries to satisfy all of [your readers] or many of them, whereas a blog is very self-selecting. If you’re interested in what I have to say, fine. If you’re not, that’s great—go somewhere else.”

Ele comenta que a revista precisa atingir o grande público e o blog é auto-seletivo. Se o leitor não está interessado no que ele tem a dizer, tudo bem, segue seu caminho e acabou-se a preocupação do autor. Acho que ele fala mais de liberdade do que de estilo, afinal, o leitor insatisfeito também abandona a revista, mas como funcionário de uma empresa, a reação não pode ser igualmente bem-vinda. Deve ser isso. Anderson também comenta como foi proveitosa a experiência de escrever “The Long Tail” junto com os leitores, de forma colaborativa. Acho que ele se refere ao prazer de ter interlocutores, ao resultado que é sempre melhor quando se tem um grupo que trabalha feliz e com generosidade pelo melhor resultado.

Blogo em cenários paradisíacos

Lea Woodward é para mim essa foto:

Lea Woodward

Você tira a Lea e coloca a Ana e tem idéia da visão que eu tive no início de 1999, enquanto mergulhava em um rio limpinho durante o verão, a poucos quilômetros da praia. Meses depois eu começava a trabalhar na web, para a web, em novos projetos web etc. Na época em que avistei essa miragem, não havia conexão sem fio, mas eu sabia que ela chegaria. A linha discada tornava impossível ser LIP, como diz Lea, Location Independent Professional (Profissional Independente de Local).

Guardei a visão: trabalhar na web pode ser algo portátil. Ainda não sou LIP, ainda dependo de local, mas Lea diz que tem algumas dicas. Ela escreveu um livro, lançou um vídeo, criou um blog e senta em coqueiro na área “quem sou eu” de seu blog graças às dicas. Uma visita superficial ao endereço não revela dicas tão preciosas assim. As cinco orientações básicas poderiam estar em qualquer guia de viagem.

Cá entre nós: o segredo, que ela não conta de cara, é ser pioneiro em uma determinada trilha. A trilha começa como picada, estreita, tortuosa, quase invisível. À medida em que se torna popular e o segredo se espalha, ela vira avenida e perde o valor.

Quais informações aparecem em seu perfil na web?

web 2.0

O Pew Internet and American Life Project fez um estudo sobre web 2.0 e mensurou as informações que os adolescentes com idade entre 12 e 17 anos colocam em seus perfis nas comunidades online. Você pode ler o estudo completo, divulgado em outubro. A foto acima vem da apresentação do estudo.

A pesquisa revela que meninos e meninas comportam-se de forma diferente na web. Elas colocam mais fotos dos amigos e eles, de viagens e de sua cidade, por exemplo. Os dados mostram que 55% dos adolescentes têm perfis online. Entre eles, 66% guardam algumas informações apenas para seus amigos, ou seja, de alguma forma, restringem o acesso às informações pessoais a outros internautas.

Veja alguns dos resultados:

  • 82% dos que criaram um perfil incluíram o primeiro nome nele
  • 79% colocaram foto
  • 66% colocaram foto dos amigos
  • 61% deram o nome de sua cidade
  • 49% deram o nome de sua escola
  • 40% deram o nick com que aparecem na mensagem instantânea (MSN da vida)
  • 39% dão links para seu blog
  • 29% incluem e-mail
  • 29% incluíram o sobrenome
  • 29% colocaram vídeos
  • 2% incluíram telefone celular

Leia mais: Privacidade e o Facebook.

Bobagens ditas, oferecidas e enviadas

1- Ditas

  • Tem murfin” com “iorgute”. (Em café do centro de São Paulo)
  • Empresa responsável deve compensar a emissão de carbono 14. (No Intercon, o que rendeu muitos posts no Twitter)

2- Oferecidas

  • Sobrancelha geométrica. (Em salão de cabelereiro do bairro)
  • Acesso por linha discada. (No pacote Connect de serviços que o Carrefour acaba de lançar. Só para quem não navega)

3-Enviadas

  • Brasil é o quinto maior emissor de spam no mundo. Pesquisa da consultoria Sophos mostra que o país só perde para EUA, Coréia do Sul, China e Rússia.

Facebook e privacidade

facebook

Facebook é uma comunidade divertida. Aposto que os brasileiros, como os americanos, vão gostar desse Orkut evoluído assim que o descobrirem. A onda já chegou, mas ainda não envolveu a massa. A evolução se deve principalmente a aplicativos que permitem ao usuário personalizar seu espaço. Não se trata apenas de dar um layout mais charmoso a ele, coisa que deixou uma menina de 17 anos milionária, pois ela descobriu que as pessoas topavam pagar alguns dólares por um cantinho mais charmoso na comunidade. O Facebook oferece mais de 5 mil funcionalidades úteis e inúteis. Com elas é possível, entre outras coisas, integrar o Facebook a outras redes sociais, como o próprio Orkut, Flickr, Linked In, you name it.

Esses mais de 5 mil aplicativos foram desenvolvidas pelos próprios usuários. Em maio a empresa liberou o código para que programadores pudessem inventar coisas incríveis como o jogo de Vampiros, que transforma seus amigos em zumbis, o Biscoito Chinês etc. Em outubro já existiam 5 mil aplicativos. Esta semana, a Microsoft pagou US$ 240 milhões por uma participação de apenas 1,6% na empresa, batendo proposta feita pelo Google. Os gigantes se enfrentam pelos 200 mil novos internautas que se juntam à comunidade diariamente e pela base de 47 milhões de usuários que ela já possui. Facebook é uma empresa que começou em 2004 nos dormitórios de Harvard e está avaliada agora em US$ 15 bilhões. Mark Zuckerberg, hoje com 23 anos, foi quem inventou essa mina de ouro.

Vamos ao lado negro da força: privacidade. O vídeo abaixo conecta o Facebook à CIA, Arpanet (rede militar que deu origem à internet) e às Forças Armadas dos EUA.

Via A Source of Inspiration.

Teoria da Conspiração? Pode ser. Mas se há um terreno pantanoso é o da privacidade, seja no Google, seja em qualquer comunidade online. O que eles farão com nossos dados pessoais, preferências, conexões, aspirações, idéias, perfil de consumo, dados socioeconômicos e políticos? O que, hein? Não ouso imaginar.

Um amigo, por acreditar que o Facebook é de todas as redes a que oferece um “grau de segurança” mais elevado, colocou ali seus telefones. Fiquei surpresa, ele costuma ser reservado. Explicou que estavam visíveis apenas para os amigos. Depois desse vídeo “Big Brother”, acho que ele deve mudar de idéia. (Veja bem: não é Big Brother Brasil, por favor, refiro-me a “1984″, livro de George Orwell em que o Grande Irmão tudo vê, tudo controla. É bom deixar isso claro, muita gente não leu o livro, inexplicavelmente.)

Prefiro dizer que gosto de Miles Davis e Gus Van Sant, o que não chega a ser uma invasão de privacidade maior do que divulgar quem são as pessoas com que me relaciono. O Google já escaneia meus e-mails para oferecer produtos relacionados ao que está escrito. Não é pouco. Acho que não vou instalar o programinha de respostas no meu perfil do Facebook, combinado?

Em 2008, o Facebook terá versão em português.

Desfile de toys

Miki Watanabe, designer de talentos mil, blogueira dos mil endereços, entre eles o Cabeça Gorda, sobre culinária, apresenta no dia 31 de outubro, quarta-feira, a partir de 20h30, na Galeria Pop, rua Virgílio de Carvalho Pinto, 297, Pinheiros, desfile de moda para bonequinhas de pano.

Esse projeto começou em um blog chamado Mundo Miki. Veja mais. Agora o projeto sai mais uma vez para a vida off-line com Alice Wannabe:

miki toy

Seminário grátis: “Tendências conectadas nas mídias sociais”

Seminário “Tendências contectadas nas mídias sociais

Dia 10 de novembro de 2007 [sábado]
Local: Faculdade Cásper Líbero – São Paulo/SP
Promoção: Programa de Mestrado da Cásper Libero

8h45 – 9h00
Abertura – Walter Lima, Tiago Dória e Sérgio Amadeu.

9h00 – 10h45
Relacionamento de empresas com novos produtores de conteúdo – blogueiros e moderadores de comunidades em redes sociais.

* Relacionamento agências e blogueiros -> Gustavo Fortes – diretor de planejamento da Agência Espalhe
* Credibilidade na blogosfera -> Rosana Hermann – autora do blog Querido Leitor e redatora do programa Pânico na TV

10h45 11h00
Coffee Break

11h00 12H45
Novas formas de trabalhar e produzir conhecimento em mídias sociais – coworking, redes e wikis

* Coworking -> Andre Avório – evangelista da BarCamp Brasil e gerente de projetos da agência Blaz
* VIVA SP e wikis -> Juliano Spyer – autor do livro Conectado

12h45 14h00
Almoço

14h00 15h45
Produtividade e formatação das mídias sociais

* Padrões e acessibilidade -> Bruno Torres – especialista em acessibilidade e integrante da Acesso Digital
* Novas interfaces em projetos de comunicação – uso do Wii -> Kazi – diretor de operações da Colmeia.TV

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas aqui.

Dica publicada por Tiago Dória. Tomei a liberdade de reproduzir. É grátis, parece ótimo.

Upload recreativo

direcao

A festa de lançamento do Flickr.com.br (que por enquanto redireciona para o endereço ponto com, ainda nada da interface em português) foi no Museu da Escultura Brasileira de São Paulo e reuniu vários amigos. Diverti-me e comemorei com os que tiveram fotos escolhidas para serem publicadas em livro, como essas do André Passamani e Gleice Bueno. As fotos concorreram por meio do grupo Seu Brasil e serão divulgadas em livro. A exposição fica até dia 31 de outubro nesse museu que mais parece um salão de bufê elegante. Só vou lá para festas, todas bacanas, por sinal.

Voltando à festa Flickr. Senti-me um pouco compulsiva ao tirar minha “xereta” ali no ninho de fotógrafos, mas, dane-se, no dia seguinte todo mundo gosta de ver as fotos. Quem quiser pode conferir o meu set.

Tive um acesso de Hall of Fame ao encontrar meu nome na parede e fiquei feliz em ganhar mais um ano de assinatura Pro. Graças ao Flickr, treinei o olhar. Devo tudo ao Flickr. Brincadeira. Mas a ferramenta é realmente uma referência da web 2.0, fácil, bonita. Formei ali uma comunidade internacional muito feliz.

Para mim, Flickr é terapêutico. Quando estou cansada de escrever, estudar e trabalhar, subo uma foto. Upload recreativo. Deve ativar o lado esquerdo do cérebro.

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