É conosco: no Top 50 das pessoas mais influentes do mundo feito pela revista Business 2.0 estão as 800 milhões de pessoas da China, Índia, Rússia e Brasil que na próxima década serão classificadas como “classe média”. Em sétimo lugar do ranking, voltado para o mundo da tecnologia e da web.

Sabe por que tanto destaque? Segundo a revista, essa gente “ambiciosa e culta” representa ao mesmo tempo uma oportunidade e uma ameaça para a América. Leia-se do Norte, Estados Unidos da América. Não sei desde quando eles tomam o nome do continente como apelido para o país, mas sei que eles são um pouco ruins de geografia.

Voltando à questão, essa gente bacana está provocando uma pressão enorme no custo dos produtos da “América”, graças à globalização. E essa multidão, que é igual à população dos Estados Unidos, Europa Ocidental e Japão juntas, tem dinheiro para gastar – coisa de US$ 1 trilhão por ano, segundo estimativas.

Aí vem a parte da qual eu mais “gosto”:

O ranking da Business 2.0 olha do Hemisfério Norte com sua lente de microscópio para toda essa gente que vai tirar o rostinho para fora do buraco na próxima década e comenta: “Eles gostam das marcas americanas!” Eles vão comprar, eles vão gastar, eles estão no papo.

Você gosta de marcas americanas?