O Writely agora funciona com a senha do Gmail. O serviço de escrita colaborativa, eleito essa semana pela revista Wired como um dos melhores da web 2.0 foi adquirido pelo Google. A migração de empresas provocou a mudança – automática – no log in do serviço.
A recém-lançada coleção de livros “Conquiste a Rede” foi escrita via Writely em parceria com Roberto Romano Taddei. O processador de texto baseado na rede funcionou à perfeição: quando alguém alterava o texto, a atualização era imediata. Além disso, o Writely oferece um recurso importante para quem escreve a quatro mãos: o histórico das diferentes versões do texto.
Senha para o cérebro?
Senha é uma ginástica para a memória. Temo que em breve eu precise de senha para usar o cérebro, que não dá conta de tantos números, letras e combinações de alta segurança. Tão seguras que nem eu mesma consigo lembrar.
Criei um documento para guardá-las todas. São três ou quatro para emails, mais duas para o banco e um sem fim de sites nos quais é necessário fazer o log in. Não foi o suficiente, pois depois de formatar meu computador, perdi o caminho para o Blogger e o Skype. Desisti de recuperar minha identidade e criei novos personagens em ambos endereços.
Graças à “cola”, ainda consigo entrar no You Tube, Bloglines, Vimeo, New York Times, Orkut, Flickr, Odeo, Overmundo, Google Talk, Live Messenger, Delicious e WordPresss, só para citar alguns endereços. Já perdi a palavrinha mágica para muitos outros. No ICQ, qual seria, por exemplo, o meu abre-te sésamo? Não faço idéia.
Como queríamos demonstrar: que coisa mais chata são as senhas.

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